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sexta-feira, setembro 03, 2010

SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO - FICHAMENTO

UNIVERSIDADE CIDADE DE SÃO PAULO – UNICID
SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO
FICHAMENTO DO LIVRO

Professora: Solange Demeterco
Pólo: Suzano
1º Módulo / AULA 1

- Faltou assistir a conferência: Cognição e /afetividade – Implicações para a educação infantil – Mário Sérgio Vasconcelos, por que a Coordenadora do Módulo não passou.

Aula 1 – A constituição da realidade social e sua relação com a educação por meio do estudo dos aspectos sociais (processos sociais) presentes na configuração do Sistema Educacional.
- Democratização do acesso ao conhecimento científico.
- Discussão consciente fundamentada do papel do educador na realidade social.
- O objeto de estudo da SOCIOLOGIA é o HOMEM em interação com a sociedade.

SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO: Ciência humana, que produz conhecimentos que levam a democratização e do papel do ensino – reflexão sobre a sociedade e problemas com a educação, tendo como subsídios:


 conceitos sociológicos


 processos sociais


 socialização


 Poder


 Status


 Grupo social


 Ação social


 Mudança social


 É fundamental também a discussão do papel do educador no contexto atual educacional.


 Problemas educacionais brasileiros.


REFLEXÃO:
Relação existente entre sociedade e educação – a partir da perspectiva pedagógica.

O QUE É SOCIOLOGIA?
Os homens se diferem dos animais por sua capacidade de se relacionar de maneiras diferentes. (linguagem, por exemplo).
Modela sua personalidade

 Produz cultura
 é levado por regras sociais
 precisa compreender-se
 compreender os outros
 PRECISA buscar respostas.

A sociologia é uma ciência que serve para estudar os fenômenos sociais, analisando os homens e suas relações.
Um dos objetivos da sociologia é compreender diferentes sociedades e culturas.
Sociologia é também um produto histórico, fruto das transformações da humanidade, a partir do final do século XVIII.
Momentos de ruptura que geraram transformações

 Revolução BURGUESA
 Revolução FRANCESA
 Revolução INDUSTRIAL
 Capitalismo, uma nova sociedade industrial
 Sociedade européia
 Separação do homem dos meios de produção e do local de trabalho
 Urbanização

A isso se seguem novas formas de pensamento e este foi um FATO DECISIVO para a criação da sociologia, que tem a missão de “pensar” uma nova sociedade que surge nesta época.
Transição do SÉC XIX para o SÉC XX:
Foi marcada por MOVIMENTOS OPERÁRIOS E SINDICAIS, frutos das revoluções acima citadas.

 Abalaram ainda mais a ORDEM SOCIAL
 Surge a SOCIEDADE DE CLASSES para substituir a ORDEM FEUDAL.

É marcada pela:
 DIVISÃO DO TRABALHO

A SOCIEDADE INDUSTRIAL trás crises e conflitos.
 Rompimento entre o capital e o trabalho
 Hábitos, costumes e idéias mudam
 Gera NOVA MENTALIDADE
 Separação entre o PÚBLICO e o PRIVADO.
 Separação do LOCAL DE TRABALHO e LUGAR DE MORADIA.
 Privacidade da VIDA EM FAMÍLIA.

FEUDALISMO:

 Fenômeno histórico restrito á Europa da IDADE MÉDIA (aproximadamente).
 Sistema: Econômico, político, social e cultural.
 Definido pelas RELAÇÕES SERVIS DE PRODUÇÃO.
 SENHOR FEUDAL: proprietário das terras.
 SERVO: mora e trabalha na terra e depende do Senhor Feudal – não tem salário – e entrega a maior parte da sua produção agrícola ao Senhor do Feudo.
 Mora, trabalha, vai à igreja, compra, diverte-se TUDO DENTRO da aldeia, ou vila: O FEUDO.

(Os servos comerciantes se tornaram os futuros BURGUESES, e tudo começou num feudo chamado BURGOS.)

A SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO E ALGUNS CONCEITOS BÁSICOS:
A Sociologia da Educação investiga a instituição social chamada ESCOLA. (Pesquisar: MEKSENAS)
Conjunto de várias maneiras de transmitir e assegurar às outras pessoas os conhecimentos de:
CRENÇAS, técnicas e hábitos, desenvolvidos por grupos sociais do passado.
TRANSMISSÃO DA CULTURA

 Educação:
 Sistemática
 Parassistemática
 Assistemática

O FENÔMENO EDUCATIVO: é relevante socialmente e requer uma análise teórica específica e detalhada.
O fenômeno educativo envolve o:

SISTEMA ESCOLAR X RESTANTE DA SOCIEDADE
 Educação
 Seus atores (alunos, professores, diretores, pais, inspetores, merendeiras, etc)
 Projetos Educativos
 Questões de poder
 Questões curriculares

FUNÇÃO DA ESCOLA:

Preparar o indivíduo para a vida adulta em sociedade, além de desenvolver suas potencialidades e capacidades individuais.

TERMOS DA SOCIOLOGIA:
PROCESSO SOCIAL – (relações sociais) podem ser:
Associativos (Aproximam)
Dissociativos (Separam)
MAIS COMUNS:


 Isolamento
 Contato
 Conflito
 Competição
 Interação
 Cooperação
 Adaptação
 Acomodação
 Assimilação

Todos eles indicam maior ou menor aproximação/separação dos indivíduos, de acordo com seus interesses.

CLASSE SOCIAL – de acordo com Vieira (1996), as classes sociais:

1 – Camadas sociais fundadas entre trabalhadores e proprietários, às vezes conscientes de sua condição.

2 – Admitem mobilidade – Movimentos sociais, conflitos, enriquecimento disputa sobre os domínios econômicos, políticos, intelectuais, na sociedade industrial.

STATUS – Diz respeito ao lugar ou posição que o indivíduo ocupa na sociedade – dependendo do STATUS, caberão ao indivíduo determinados papéis (as expectativas que os outros Têm dele) – determina como as pessoas deverão se comportar. A superioridade de um indivíduo advém do poder: força, prestígio e do reconhecimento que o grupo lhe oferece.

A SOCIALIZAÇÃO E SEUS AGENTES:

A família é o primeiro grupo social responsável por regular o comportamento de seus membros.
Os meios de comunicação são agentes de socialização.
Pluralidade Cultural: deve ser respeitada.
A socialização começa na infância e segue pela vida, sempre que se interiorizam aspectos da cultura.

QUESTÕES:

1 – O que vc entende por sociedade Sociologia, e qual seria seu objetivo maior?
R.: É a ciência que estuda, baseada em fundamentos, os fenômenos sociais, analisando os homens e suas relações. Seu objetivo maior é o homem e sua interação com a sociedade.

2 – A partir das transformações pelas quais passou a humanidade, das quais a sociologia é fruto, cite 3 problemas que passaram a ser estudados pela nova ciência:
R.: Separação do homem dos meios de produção e seu local de trabalho, Urbanização, 
Movimentos operários.

3 – Qual foi a ação socializadora de sua família sobre você. Fazer redação.
resposta pessoal.

ASSISTIR:

FILME Sociedade dos Poetas Mortos
Direção Peter Weir – EUA – 1989
ANALISAR O FILME acerca de:
Status, papel social, ação educativa e socialização.

LIVRO: O que é Sociologia – Edit. Brasiliense, 1980


***

FICHAMENTO DA VÍDEO AULA N2

Sociologia como ciência
O papel do Educador
Humanidade no final do Séc. XVIII
Socialização

A sociologia é uma ciência que tem como proposta pensar seu OBJETO DE ESTUDO, que é:

O HOMEM EM INTERAÇÃO COM A SOCIEDADE.
OBJETIVO da sociologia é:

Produzir conhecimentos para a compreensão da constituição da realidade social.
Mudar sociedade através da construção de TEORIAS SOCIOLÓGICAS.
A prática sociológica é construída no dia a dia, através da AÇÃO DE CADA UM DE NÓS.

A PRÁTICA SOCIAL, A PRÁTICA PEDAGÓGICA.

PROPOSTA: Trabalhar problemas educacionais brasileiros, por exemplo: a EVASÃO ESCOLAR, DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO A EDUCAÇÃO, REPROVAÇÃO ESCOLAR, AS DIFICULDADES, OS EMBATES, AS DIFICULDADES MATERIAIS.

O PAPEL DA SOCIOLOGIA NA REALIDADE BRASILEIRA
O PAPEL DA SOCIOLOGIA NOS AJUDA A PENSAR A EDUCAÇÃO.
A FORMA COMO AS PESSOAS SE ORGANIZAM EM SOCIEDADES

Discussão da realidade e dos problemas que afetam a educação,
Formação dos professores
Como a sociologia passa a fazer parte dos currículos
Autores fundamentais:
COMTE, DURKHEIM, MAX, WEBER,
Poder, status, mobilidade, interação
A formação do professor nunca se acaba

FILMES: Ao Mestre com carinho
Mentes que Brilham
Como Nascem os Anjos

Processos de interação ocorrem através da LINGUAGEM.
Capacidade do homem de produzir CULTURA
Diversidade Cultural – capacidade humana
SOCIOLOGIA: é uma Ciência, portanto tem...
BASE TEÓRICO-METODOLÓGICA
Compreender as diferentes Sociedades e Culturas
Sociologia: é um PRODUTO HISTÓRICO, estará sempre
Sendo CONSTRUÍDA, portanto vai trabalhar sempre com
O “NOVO”.

A HUMANIDADE NO FINAL DO SÉCULO XVIII:
Passou por uma grande transformação,
Já com a Revolução Francesa, mas principalmente com a Revolução Industrial

FILME: “GERMINAL”

Começou a existir uma separação entre o “público” e o “privado”
Novas formas de ver o mundo trazem novos questionamentos

TRANSIÇÃO DO SÉC XIX PARA O SEC. XX

A insatisfação fez com que as pessoas se organizassem em associações, sindicatos, e emerge uma nova classe: o proletariado.
Conflito entre quem tem e quem não têm, geram problemas, atritos, e a sociologia questiona porque isso acontece.
Questiona esse novo modo de produção> o capitalismo, pautado
Na exploração e na exclusão.
A Sociedade é dinâmica
Promiscuidade: a mistura onde se come, se trabalha e se vive no mesmo lugar
A partir do Séc. XIX essa separação, publico, privado acontece
Primeiro a família adquire uma importância que não tinha antes
Essa mudança se reflete em como as pessoas vão encarar a vida e o mundo e a figura da criança vai mudando a partir daí, da mudança da família.

“Conjunto das várias “maneiras” de transmitir e assegurar a outras pessoas os conhecimentos de crenças, técnicas e hábitos que um grupo social já desenvolveu, A partir de suas experiências de sobrevivência” (PAULO MEKSENAS)

AUGUSTO COMTE

MAX WEBER

ÉMILE DURLHEIM

KARL MARX

Foram fundamentais para o surgimento da ESCOLA COMO INSTITUIÇÃO, escola e sociedade estão misturadas e uma se transforma em decorrência da outra.

PROCESSO SOCIAL: interação das pessoas
Associativos – unir
Dissociativos – separar
STATUS – ligado ao papel que o homem desempenha
Enquanto professora você também é mãe, esposa, irmão.
SOCIALIZAÇÃO E SEUS AGENTES podem ser família,
Escola e meios de comunicação. Têm o papel de internalizar valores, crenças costumes, que vão nos transformar num ser social e nos influenciam a vida inteira.

DIVERSIDADE CULTURAL E O PAPEL DA EDUCAÇÃO

A sociologia nos dá ferramentas para entender e trabalhar com as diferenças.

DICAS DE ESTUDO:

Fazer as atividades

REVISÃO
 O PAPEL DA SOCIOLOGIA NOS AJUDA A PENSAR A EDUCAÇÃO.
 A FORMA COMO AS PESSOAS SE ORGANIZAM EM SOCIEDADES.
 COMO O HOMEM BIOLÓGICO SE TRANSFORMA NUM SER SOCIAL.
 OS AUTORES IMPORTANTES – ACIMA
 O PAPEL DO EDUCADOR É O DE TRANSFORMADOR SOCIAL

1º Módulo / AULA 2
AUGUSTE COMTE: 1798-1857

Criou o conceito dos Fatos Sociais
Coisas regidas por leis e normas
Foi o primeiro a usar a palavra sociologia
Considerado o pai da sociologia
Auguste Comte adotou um método:

 O POSITIVISMO: é todo fato passível de ser estudado desde que seja estudado objetivamente.
 Comte teve a preocupação de garantir que a sociologia era uma ciência e que tinha esse corpo conceitual em que se podia confiar neste sentido, para analisar os fatos novos, decorrentes das grandes transformações da época.
 Tem um aspecto ideológico que muda a partir de cada contexto histórico.
 Noção de consenso:

Estabelecer uma ordem para estudar a sociedade – partilhar as mesmas idéias e valores entre os membros de uma sociedade, ou de uma vertente teórica dessa sociedade.
Comte: buscava o CONSENSO, mas não problematizava esse consenso - era conservadorista.

ÉMILE DURKHEIM: 1858 – 1917
Entendia a sociedade como um todo composta de várias partes.
Foi um dos primeiros que trabalhou com a sociologia da educação.
Produziu as primeiras pesquisas empíricas, estudou na prática.
Pesquisou o novo mundo do trabalho – analisou SUICÍDIO – estatisticamente.
Mostrou como se pode analisar metodologicamente o FATO SOCIAL.
Interação – desagregamento da sociedade.
Solidariedade mecânica – desagregamento – se organizam – se interagem, mas não constroem vínculos.
É orgânica - organismo – sistema as pessoas se vinculam para o bem comum.
Teve noção de INTERAÇÃO.
Via a educação como uma etapa da vida social.
Durkheim:
NÃO BUSCAVA A MUDAR A ESTRUTURA DA SOCIEDADE.
Ele entendia a sociedade como um todo composto de várias partes

KARL MARX – 1818 - 1883
 Cria as Classes sociais – momento de ruptura dentro da teoria da sociologia.
 Marx percebe uma luta constante – a luta de classes - que é inerente ao capitalismo.
 Classe dominante – burguesia X
 Classe dominada – proletariado
 Segundo Marx essa luta só terminaria acabando com o capitalismo e criando-se o Socialismo, que visaria uma sociedade mais equilibrada;
 Onde o proletariado determinaria a sua forma de vida;
 Onde a luta de classe alcançaria um resultado que permitiria uma TRANSFORMAÇÃO DA SOCIEDADE.
 Até aqui se falava em manter UMA DETERMINADA ORDEM SOCIAL.

Marx: transformação da sociedade.
SOMENTE ELE BUSCAVA A TRANSFORMAÇÃO PARA MUDAR A SOCIEDADE EM BUSCA DE MELHORAR – evoluir.
Sua contribuição fundamental, criar uma nova corrente filosófica, chamada de Materialismo dialético: O estudo das relações econômicas.
Como Durkheim, ele entendia a sociedade como um todo composto de várias partes, mas para ele a parte principal seria a economia que movia o mundo.
Dentro disso surgiu o Materialismo dialético: surgiria o socialismo.
Corpo conceitual da Síntese Dialética: duas pessoas podem ter idéias diferentes dando origem a uma terceira idéia.

MAX WEBER: 1864 – 1920
SOCIOLOGIA COMPREENSIVA:
Na opinião dele, para entender a sociedade era preciso entender o homem em sua ação social.
Partir das partes para o todo – a relação de todas as partes é que daria a compreensão da sociedade.
Trabalha com a idéia de poder – que permeia as relações sociais.
Hoje é visto como um dos grandes fundadores da sociologia.
Para ele a base da interação social era a relação entre todas as partes da questão social.
Não apenas a economia, como achava Marx.
Cada ciência precisa de seu método.
Deu uma grande contribuição quanto à noção de método.
Como analisar os problemas educacionais, de acordo com a teoria Weberiana: primeiro temos que construir o que seria O IDEAL em termos de acesso a educação.
A partir deste modelo criado – com fins metodológicos, vamos comparar as manifestações da realidade.
Weber: disse que a COMUNICAÇÃO é um aspecto fundamental para a INTERAÇÃO SOCIAL.
Sem a comunicação não há AÇÃO SOCIAL e sem a ação social não há INTERAÇÃO.
Estes autores nos deram um APORTE, para pensarmos a sociologia.
DISCUSSÃO DOS FENÔMENOS SOCIAIS LIGADOS À EDUCAÇÃO:

 SEMPRE HÁ UMA IDEOLOGIA: Um conjunto de valores que formam a consciência do indivíduo.
 Estes autores forneceram base conceitual, teórica metodológica.
CONTRIBUIÇÃO DE CADA UM DENTRO DA SOCIOLOGIA VOLTADA PARA A EDUCAÇÃO:



Durkheim:
ANÁLISE DAS ESTRUTURAS E DAS INSTITUIÇÕES SOCIAIS é fundamental.

Marx:
As Teorias Sociológicas baseadas no Marxismo: contribuíram para a TRANSFORMAÇÃO.
Ele mostrou que o problema relacionado à educação tem uma base nos conflitos sociais como um todo, não estão “descolados” da realidade.
No final do século XVIII – falou da racionalização da sociedade e de como a classe dominante é que vai ter seus valores conceitos e modo de vida, reproduzidos, a classe dominada era então subjugada, pois a educação garantia os interesses dos dominantes.
Ele chamou a atenção sobre o papel do indivíduo na prática: surgindo aí a idéia da PRÁXIS.

A PRÁXIS SOCIAL poderia gerar A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL.

Isso era absolutamente novo no contexto da época.
Ele deu a idéia de que o homem é um ser social que é construído historicamente.

Weber:
Antes de entender a sociedade devemos primeiro entender a AÇÃO dos homens. Todos eles têm em comum, um conjunto de valores que vão formar a consciência do indivíduo, todos nós hoje partilhamos dentro de alguma ideologia.

Weber entendia a ideologia da CONSCIÊNCIA DE CLASSE como aquilo que une as pessoas, o que elas partilham, o que elas têm em comum, muito próximo da noção de cultura, mas não é a mesma coisa.

São as DIFERENÇAS IDEOLÓGICAS (que geram a) E A DIVERSIDADE CULTURAL.
É fundamental que diferenças ideológicas existam dentro da sociologia da educação, uma vez que é necessária para acrescentar e complementar a discussão acerca da Educação.

ISSO NOS REMETE AO CONCEITO DE CULTURA:

Pluralidade cultural – será foco de interesse de outros autores, priorizam o poder.

ANTONIO GRAMSCI – ITALIANO:
Cultura é um dos aparelhos de estado para exercer o controle sobre a sociedade

LOUIS ALTHUSSER:
Nem sempre a reprodução é o melhor para as classes dominantes

O processo educativo é dinâmico e se insere na ordem geral da sociedade, é construído socialmente o tempo inteiro.

A idéia dos colégios esta intimamente ligada com:

Relação DA EDUCAÇÃO – IGREJA – ESTADO e demorou a se romper porque atendia as relações de poder da época.

QUAL O PAPEAL DA EDUCAÇÃO?

AGENTE DE MUDANÇA SOCIAL e AGENTE DE REPRODUÇÃO SOCIAL

Pierre Bordieu:
Mostra-nos que mesmo que inconscientemente a escola acaba garantindo os interesses das classes dominantes.

Os oprimidos são obrigados a acolher estes interesses e este é o papel da escola hoje em dia. O processo educativo está permeado por várias ideologias o tempo todo, não existe neutralidade.

Essa neutralidade cientifica, é buscada, mas não é encontrada, o que se pode é ser fiel o máximo a estas teorias, e ao corpo conceitual que a nós adotou.

DICA DE ESTUDO:

Fazer um esquema das idéias destes principais autores
Focando:
As diferenças entre eles,
Quais os conceitos,
Quais os objetivos que eles têm.

REVISÃO:

Os primeiros teóricos foram: Comte, Durkheim, Marx e Weber.
 O caráter ideológico como parte do sistema ideológico – o processo educativo nunca foi neutro... É SEMPRE tendencioso
 Obs.: Correntes e Tendências: Demerval Saviani.

A CONSTITUIÇÃO DA SOCIOLOGIA COMO CIÊNCIA:
 Não pode existir sem um corpo conceitual sem um método.
 Os primeiros teóricos da educação tentaram dar um caráter de cientificidade.
 A essa ciência que existia, os primeiros sociólogos, são os primeiros teóricos da sociologia.


***

AUGUSTE COMTE: 1798-1857



Criou o conceito dos Fatos Sociais

Coisas regidas por leis e normas



Foi o primeiro a usar a palavra sociologia

Considerado o pai da sociologia



Auguste Comte adotou um método:

 O POSITIVISMO: é todo fato passível de ser estudado desde que seja estudado objetivamente.



 Comte teve a preocupação de garantir que a sociologia era uma ciência e que tinha esse corpo conceitual em que se podia confiar neste sentido, para analisar os fatos novos, decorrentes das grandes transformações da época.



 Tem um aspecto ideológico que muda a partir de cada contexto histórico.



 Noção de consenso:

Estabelecer uma ordem para estudar a sociedade – partilhar as mesmas idéias e valores entre os membros de uma sociedade, ou de uma vertente teórica dessa sociedade.



Comte: buscava o CONSENSO, mas não problematizava esse consenso - era conservadorista.


ÉMILE DURKHEIM: 1858 – 1917



Entendia a sociedade como um todo composta de várias partes.



Foi um dos primeiros que trabalhou com a sociologia da educação.



Produziu as primeiras pesquisas empíricas, estudou na prática.



Pesquisou o novo mundo do trabalho – analisou SUICÍDIO – estatisticamente.



Mostrou como se pode analisar metodologicamente o FATO SOCIAL.



Interação – desagregamento da sociedade.



Solidariedade mecânica – desagregamento – se organizam – se interagem, mas não constroem vínculos.



É orgânica - organismo – sistema as pessoas se vinculam para o bem comum.



Teve noção de INTERAÇÃO.



Via a educação como uma etapa da vida social.



Durkheim:

NÃO BUSCAVA A MUDAR A ESTRUTURA DA SOCIEDADE.

Ele entendia a sociedade como um todo composto de várias partes
KARL MARX – 1818 - 1883



 Cria as Classes sociais – momento de ruptura dentro da teoria da sociologia.



 Marx percebe uma luta constante – a luta de classes - que é inerente ao capitalismo.

 Classe dominante – burguesia X

 Classe dominada – proletariado



 Segundo Marx essa luta só terminaria acabando com o capitalismo e criando-se o Socialismo, que visaria uma sociedade mais equilibrada;



 Onde o proletariado determinaria a sua forma de vida;



 Onde a luta de classe alcançaria um resultado que permitiria uma TRANSFORMAÇÃO DA SOCIEDADE.



 Até aqui se falava em manter UMA DETERMINADA ORDEM SOCIAL.



Marx: transformação da sociedade.

SOMENTE ELE BUSCAVA A TRANSFORMAÇÃO PARA MUDAR A SOCIEDADE EM BUSCA DE MELHORAR – evoluir.



Sua contribuição fundamental, criar uma nova corrente filosófica, chamada de Materialismo dialético: O estudo das relações econômicas.



Como Durkheim, ele entendia a sociedade como um todo composto de várias partes, mas para ele a parte principal seria a economia que movia o mundo.



Dentro disso surgiu o Materialismo dialético: surgiria o socialismo.



Corpo conceitual da Síntese Dialética: duas pessoas podem ter idéias diferentes dando origem a uma terceira idéia.


MAX WEBER: 1864 – 1920
SOCIOLOGIA COMPREENSIVA:

Na opinião dele, para entender a sociedade era preciso entender o homem em sua ação social.
Partir das partes para o todo – a relação de todas as partes é que daria a compreensão da sociedade.

Trabalha com a idéia de poder – que permeia as relações sociais.


Hoje é visto como um dos grandes fundadores da sociologia.


 
Para ele a base da interação social era a relação entre todas as partes da questão social.
Não apenas a economia, como achava Marx.



Cada ciência precisa de seu método.
Deu uma grande contribuição quanto à noção de método.



Como analisar os problemas educacionais, de acordo com a teoria Weberiana: primeiro temos que construir o que seria O IDEAL em termos de acesso a educação.



A partir deste modelo criado – com fins metodológicos, vamos comparar as manifestações da realidade.



Weber: disse que a COMUNICAÇÃO é um aspecto fundamental para a INTERAÇÃO SOCIAL.

Sem a comunicação não há AÇÃO SOCIAL e sem a ação social não há INTERAÇÃO.

Estes autores nos deram um APORTE, para pensarmos a sociologia.



DISCUSSÃO DOS FENÔMENOS SOCIAIS LIGADOS À EDUCAÇÃO:



 SEMPRE HÁ UMA IDEOLOGIA: Um conjunto de valores que formam a consciência do indivíduo.



 Estes autores forneceram base conceitual, teórica metodológica.



CONTRIBUIÇÃO DE CADA UM DENTRO DA SOCIOLOGIA VOLTADA PARA A EDUCAÇÃO:



Durkheim:

ANÁLISE DAS ESTRUTURAS E DAS INSTITUIÇÕES SOCIAIS é fundamental.
Marx:

As Teorias Sociológicas baseadas no Marxismo: contribuíram para a TRANSfORMAÇÃO.

Ele mostrou que o problema relacionado à educação tem uma base nos conflitos sociais como um todo, não estão “descolados” da realidade.
No final do século XVIII – falou da racionalização da sociedade e de como a classe dominante é que vai ter seus valores conceitos e modo de vida, reproduzidos, a classe dominada era então subjugada, pois a educação garantia os interesses dos dominantes.
Ele chamou a atenção sobre o papel do indivíduo na prática: surgindo aí a idéia da PRÁXIS.



A PRÁXIS SOCIAL poderia gerar A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL.



Isso era absolutamente novo no contexto da época.



Ele deu a idéia de que o homem é um ser social que é construído historicamente.



Weber:

Antes de entender a sociedade devemos primeiro entender a AÇÃO dos homens. Todos eles têm em comum, um conjunto de valores que vão formar a consciência do indivíduo, todos nós hoje partilhamos dentro de alguma ideologia.



Weber entendia a ideologia da CONSCIÊNCIA DE CLASSE como aquilo que une as pessoas, o que elas partilham, o que elas têm em comum, muito próximo da noção de cultura, mas não é a mesma coisa.



São as DIFERENÇAS IDEOLÓGICAS (que geram a) E A DIVERSIDADE CULTURAL.



É fundamental que diferenças ideológicas existam dentro da sociologia da educação, uma vez que é necessária para acrescentar e complementar a discussão acerca da Educação.



ISSO NOS REMETE AO CONCEITO DE CULTURA:

Pluralidade cultural – será foco de interesse de outros autores, priorizam o poder.



ANTONIO GRAMSCI – ITALIANO:

Cultura é um dos aparelhos de estado para exercer o controle sobre a sociedade



LOUIS ALTHUSSER:

Nem sempre a reprodução é o melhor para as classes dominantes

O processo educativo é dinâmico e se insere na ordem geral da sociedade, é construído socialmente o tempo inteiro.



A idéia dos colégios esta intimamente ligada com:



Relação DA EDUCAÇÃO – IGREJA – ESTADO e demorou a se romper porque atendia as relações de poder da época.



QUAL O PAPEAL DA EDUCAÇÃO?



AGENTE DE MUDANÇA SOCIAL e AGENTE DE REPRODUÇÃO SOCIAL



Pierre Bordieu:

Mostra-nos que mesmo que inconscientemente a escola acaba garantindo os interesses das classes dominantes.



Os oprimidos são obrigados a acolher estes interesses e este é o papel da escola hoje em dia.



O processo educativo está permeado por várias ideologias o tempo todo, não existe neutralidade.

Essa neutralidade cientifica, é buscada, mas não é encontrada, o que se pode é ser fiel o máximo a estas teorias, e ao corpo conceitual que a nós adotou.



DICA DE ESTUDO:



Fazer um esquema das idéias destes principais autores

Focando:

As diferenças entre eles,

Quais os conceitos,

Quais os objetivos que eles têm.



REVISÃO:



Os primeiros teóricos foram: Comte, Durkheim, Marx e Weber.



 O caráter ideológico como parte do sistema ideológico – o processo educativo nunca foi neutro... É SEMPRE tendencioso

 Obs.: Correntes e Tendências: Demerval Saviani.



A CONSTITUIÇÃO DA SOCIOLOGIA COMO CIÊNCIA:



 Não pode existir sem um corpo conceitual sem um método.



 Os primeiros teóricos da educação tentaram dar um caráter de cientificidade.



 A essa ciência que existia, os primeiros sociólogos, são os primeiros teóricos da sociologia.



Fichamento produzido pela acadêmica Edna Molina Rodrigues, com fins de estudo para prova da matéria Sociologia da Educação, do Curso de Pedagogia, da Universidade Cidade de São Paulo. – Agosto de 2010.



UNIVERSIDADE CIDADE DE SÃO PAULO – UNICID

SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO



FICHAMENTO DA VÍDEO AULA



Professora: Solange Demeterco

Acadêmica: Edna Molina¹

Pólo: Suzano

1º Módulo / AULA 3



SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL



 - Nacionalismo

 - Golpe Militar

 - Formação da sociedade brasileira

 - Industrialização

 - Sociologia nas escolas



EDUCAÇÃO X DESENVOLVIMENTO

- Positivismo



INSTITUCIONALIZAÇÃO DA SOCIOLOGIA (no Brasil)

Aparecimento dos problemas educacionais que chegaram a um ponto onde não puderam mais ser ignorados.



Na busca de soluções para estes problemas, no começo do Séc. XX – teremos o início desta busca. Veremos que os problemas que existiam nesta época permanecem até hoje, embora tenham sido tratados desde seu início.



O que é necessário observar é que eles sempre foram analisados conforme o contexto em que se encontravam.



Uma coisa é tratar os assuntos somente sob o ponto de vista educacional, outra é tratá-los a partir do enfoque sociológico.



Estamos falando do POSITIVISMO (), que encara todos os fatos sociais como passivei de serem analisados. Naquele momento se pensava que qualquer assunto poderia ser solucionado com um conjunto de regras. Então o processo de institucionalização da sociologia se dá dentro do positivismo, que passa a fazer parte do ensino médio e depois dentro de algumas faculdades. Só mais tarde vai fazer parte dos cursos de formação de professores.

O docente é o último que vai ter contato com a sociologia



POSITIVISMO: possibilidade da sociologia, investigar os FATOS SOCIAIS.



Naquele momento foi interessante para a “Ciência Nova”: a sociologia



Hoje já não serve mais. (verificar críticas).



POSITIVISMO: a sociedade seria organizada de acordo com algumas leis positivas e seria analisada a partir de métodos e técnicas empregadas nas ciências chamadas “OBJETIVAS”.





NA FORMAÇÃO DA SOCIEDADE BRASILEIRA, devemos considerar outros fatores:



 A sociologia enquanto disciplina introduzida na formação dos professores, aparece dentro de um contexto de inquietação social, é um período de muitas transformações aqui e lá fora.



 Nossa organização de início da república é colocada em cheque (vem da colonização, depois do império e depois da república).



A ORDEM SOCIAL DO MOMENTO É QUESTIONADA.



A ciência social é ao mesmo tempo reflexo e resultado da sua época:



Exemplos:



- revolução de 30



- o tenentismo



- o início da industrialização



- o populismo de Getulio Vargas (mostra um vídeo do o fordismo, na Europa).



- sindicatos movimentos de operários



ASSITIR FILME: TESTEMUNHA DA HISTÓRIA – da Rede Record – BBC





Neste primeiro momento: há uma distância entre

SOCIÓLOGOS X EDUCADORES



Porque Neste momento não é objetivo dos sociólogos a EDUCAÇÃO (Exemplo: Gilberto Freire: analisa a família, a organização interna, o modo de produção do engenho) essa é a tendência neste primeiro momento.



A RETOMADA DO TEMA EDUCAÇÃO SÓ VAI ACONTECER NA DÉCADA DOS ANOS 50/60:



- Industrialização – ind. automobilística e JK – Juscelino Kubischek.



As grandes cidades sofrem grandes transformações e os problemas educacionais tomam corpo.



Na década de 20 e 30 reformas educacionais acontecem, mas nada que signifique a reforma do cidadão. Até aqui a preocupação era fornecer conhecimento e não desenvolver ESPÍRITO CRÍTICO.



Somente a partir de 1932, A SOCIOLOGIA ENTRA NO CURRÍCULO DOS PROFESSORES.



QUANDO chegamos EM 1950/60:



– já temos alguns trabalhos dentro da idéia do Nacionalismo – contexto desenvolvimentista que o Brasil precisa se modernizar a qualquer preço – desenvolver rápido!



Aí enquanto o desenvolvimento caminha por um lado, por outro, problemas sociais e educacionais continuam sendo tratados de qualquer maneira.



Anos 50/60 OCORRE A FORMAÇÃO DOS PRIMEIROS SOCIOLOGOS NO BRASIL.



Começam se discutir administração escolar, currículo, teorias de aprendizagem...apenas...



Evasão repetência e analfabetismo vão sendo meio deixados de lado...e o analfabetismo é o único que permanece durante todo esse tempo e o que mais incomoda até hoje: nunca foi resolvido.

Começa uma discussão nova em nível governamental que abre a QUESTÃO das diferenças regionais.



 - EM ALGUM MOMENTO, ALGUÉM PERCEBE QUE O BRASIL ERA EXTREMAMENTE DIFERENTE E TINHA MUITAS PARTIVULARIDADES CONFORME A RGIÃO,



As diferenças nacionais começam a ser percebidas nesta época.



Dentro do desenvolvimentismo: se tentava diminuir essas diferenças. (Porque o Nordeste era tão atrasado?)



Uma das soluções de sucesso até pouco tempo atrás foram as chamadas SUPERINTENDENCIAS REGIONAIS – tinham no seu corpo conceitual a idéia de PLANEJAMENTO, para planejar era preciso conhecer, então o Objetivo era:

- investigar as regiões para conhecer cada particularidade.



SURGEM AS:

1959 – SUDENE:

Superintendência para o Desenvolvimento do Nordeste.



1960 – SUDAM:

Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia.



SUDECO:

Superindentêndia para o Desenvolvimento da Região Centro Peste.



SUDESUL:

Superintendência para o Desenvolvimento da Região Sul.



EDUCAÇÃO E DESENVOLVIEMTNO são dois temas que começam a caminhar juntos a partir do final da década de 60, quando se formam um núcleo de sociólogos na USP – Universidade de São Paulo.



Torna-se o berço de novas formas de se pensar a educação –

USP – EDUCAÇÃO COMO TEMA passa a ser um foco de estudo.



Busca a valorização da escola pública: Toda a população deve ter acesso. A proposta é facilitar.





 Neste momento acontece o Golpe Militar de 1964, e todos os estudos param.



DOS ANOS 70 ATÉ OS DIAS ATUAIS – não mudou muito, houve dispersão de temas.



Mesmo assim, não se pegava o foco principal que era evasão- reprovação e acesso à educação.



MODELO DESENVOLVIMENTISTA:



Isso era facilmente explicado (cidadania não fazia parte das preocupações).



O que eles queriam era A FORMAÇÃO DA MÃO DE OBRA.



Sobretudo dentro do contexto do ideal de educação especialmente no contexto após O GOLPE MILITAR – 1964.



A partir daí:

- a preocupação dos militares era a capacitação para o trabalho para dar a sua contribuição para o desenvolvimento do país.



- para que não se pensasse nada SOBRE O PAÍS.



- neste momento há um grande retrocesso nos rumos da sociologia, até os dias de hoje, porque existiu uma forte repressão desta ciência dentro do Brasil.



- a sociologia foi retirada das escolas de ensino médio, das faculdades, professores foram caçados – qualquer contexto que se pensasse a formação do cidadão crítico era visto como inadequados dentro do regime limitar.



Outras ciências também passaram por um processo que se chamou LIMPEZA E ESTE ERA O TERMO UTILIZADO EM ARQUIVOS DO REGIME MILITAR.



A orientação era: vamos tratar de questões mais fácies, mais tranqüilas, e vamos deixar para depois a evasão e outras questões mais importantes.



- metade da população brasileira era analfabeta e isso era uma questão de estado – porque um país desenvolvido não poderia ter tantos analfabetos



O analfabetismo tem o caráter de inquietar seja quem for que esteja ocupando o poder no momento.



- dentro desta idéia surge o:

Mobral – MOVIMENTO BRASILEIRO DE ALFABETIZAÇÃO. (AINDA NO REGIME LIMITAR). Foi criado em 1967.



 ELES TENTAM COMO OBJETIVO RESOLVER ESTE PROBLEMA

 Como surgiu e qual o seu objetivo: surge por DECRETO – num momento em que os militares tentem resolver SOMENTE o problema do analfabetismo, porque não interessa um cidadão crítico.



 Movimento das campanhas de alfabetização com O BJETIVO NÃO DECLARADO de apenas ensinar a ler sem nenhuma preocupação de formar o cidadão.



 A idéia era tentar convencer que a alfabetização era garantia para uma vida melhor – havia uma preocupação também – com a qualificação da mão de obra da classe trabalhadora, para atender aos interesses econômicos desenvolvimentista da NÃO ALCANÇOU SUCESSO:



 Em 1950 havia 50,5% de analfabetismo no Brasil.



 15,2 milhões de brasileiro analfabetos



 Hoje, continuamos com altíssimos índices:

 1980 havia 25,5%

 18,7 milhões de analfabetos.



 Esse problema se mantém, e é o único que vem acompanhando todo o processo de educação e ele só vai ser tratado na área das teorias de aprendizagem – neste momento a sociologia não vai encampar este tema.





NOVA PERCEPÇÃO DO PROECSSO EDUCATIVO:



Ao longo da década de 70/ 80 surge uma variável, porque se começa a fazer uma relação entre nível de renda, evasão escolar e reprovação.



Os de renda baixa não dão condições de estudar direito – a escola espanta o aluno.



Algo está errado e não é com o aluno.



ISSO É REVOLUCIONÁRIO dentro da sociologia da educação porque muda a forma de olhar o problema.



NESTE MOMENTO estes temas : evasão repetência e acesso vão ser efetivos DA CIÊNCIA CHAMADA SOCIOLOGIA.



A partir da ANÁLISE : EDUCAÇÃO X PODER,



A SOCIOLOGIA VAI DAR UM NOVO TIPO DE TRATAMENTO PARA ESTE RELACIONAMENTO.



Sociólogos franceses inclusive, vão ter uma preocupação com A DEMOCRAIZAÇÃO DO ENSINO.



O ensino deve estar acessível a todos.



Essa mudança é importante porque muda o PARADIGMA DE ANÁLISE.


SURGEM AS teorias do conflito – Althusser e bordieu



 Recuperam a idéia de que a educação não está descolada da sociedade, pelo contrário ela é um ESPELHO desta sociedade.



 SE A SOCIEDADE É UMA SOCIEDADE DE EXCLUSÃO ENTÃO A ESCOLA TAMBÉM VAI GERAR, MECANISMOS DE EXCLUSÃO. – A EVASÃO é uma forma de exclusão –



 Isso hoje para nós parece óbvio, mas naquele momento era muito inquietante pensar a educação deste ponto de vista, porque não se podia mais fazer de conta que não estava acontecendo.



 Já vinha acontecendo desde AS TEORIAS CRÍTICAS, é um contexto que vai se transformando muito devagar, até chegarmos a 1985 – QUANDO HOUVE A ABERTURA POLÍTICA. (Promulgação do AI5 – eu estava lá!)



Quando houve o fim da ditadura militar e o período do processo de transição rumo a redemocratização do país.



Neste época, houveram um grande números de trabalhos marcados pelos LEVANTAMENTOS ESTATíSTICOS – o que interessava?



PARA OS GRUPOS MILITARES: interessava mostrar que os números nãos eram tão ruins assim.



DA PARTE QUE ESTAVA CHEGANDO: interessava mostrar que isso não era verdade.



- Mas continuaram a se preocupar muito com estatíscas e com dados que se pudessem mostrar para a população.



- Isso mostra que se pensava que o cidadão estava alheio a esta realidade, o que não é verdade.



A SOCIOLOGIA ADQUIRE CORPO NO MOMENTO EM QUE RESGATA PRA SI O QUE ORIGINALMENTE ERA O SEU PAPEL:



Que é perceber a EDUCAÇÃO como um agente de transformação e nesse sentido, não aceitar mais que evasão, reprovação democratização do acesso a educação, não fossem temas que deveriam ser tratados a partir dali por governantes, por sociedade e por pesquisadores da mais variadas áreas.



ESTE FOI O PROCESSO DE INSTITUCIONALIZAÇÃO DA SOCIOLOGIA COMO CIÊNCIA NO BRASIL, que acompanhou a transformação das modificações sociais e hoje está consolidada nas instituições, na sociedade, com pesquisadores renomados e com trabalhos interessantes, com sendo uma ciência que melhor pode explicar o Brasil, para os brasileiros.

DICA DE ESTUDO:

ASSISTIR O FILME: CENTRAL DO BRASIL

Observar o peso do analfabetismo até a época de hoje.



REVISÃO:



 A sociologia acompanha e se desenvolve junto com a sociedade.



 Como estava a sociologia dos anos 70 até os dias atuais.



 Se preocupa com a democratização e com a formação do cidadão crítico.



Fichamento produzido pela acadêmica Edna Molina Rodrigues, com fins de estudo para prova da matéria Sociologia da Educação, do Curso de Pedagogia, da Universidade Cidade de São Paulo. – Agosto de 2010.

UNIVERSIDADE CIDADE DE SÃO PAULO – UNICID

SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO



FICHAMENTO DA VÍDEO AULA



Professora: Solange Demeterco

Acadêmica: Edna Molina¹

Pólo: Suzano

1º Módulo / AULA 4



EDUCAÇÃO E FAMÍLIA



Vídeo com a música “Família” dos Titãs.



Família é um agente de socialização.

Os agentes de socialização: tem como objetivo a transformação do homem, de ser biológico, num ser social.

Processo social: relação de interação entre os homens.



 O que é a família? Família não é uma coisa concreta: é uma IDÉIA.

 Qual é a IDÉIA de família?

 Dentro do processo de socialização essa IDÉIA se transforma através do tempo.

 O Indivíduo transforma a sociedade ao mesmo tempo em que é moldado por ela. É uma via de mão dupla.

 Onde há alguém que ensina, há alguém que aprende.



 FAMÍLIA é uma IDÉIA, é um modo de ordenar a vida social.



 A família REFLETE o que acontece na sociedade; portanto a IDÉIA que temos atualmente de família não é a mesma que nossos antepassados tinham.



 No passado: A função da família é suprir as necessidades básicas do grupo.

 (ex.: vou gerar filhos para que eles no futuro cuidem de mim.)



 Conflitos familiares devem ser administrados no âmbito familiar.

 A família tem mecanismos de controle das pessoas.



Pesquisar: STONE – SHORTER - ANDERSON

Como eles pensam a família?



Vídeo: “Maria Maria” – Milton Nascimento



Conceito de família do início do Séc. XVIII.



A constituição da família começa a mudar, a partir do processo de privatização.



Mudança importante: local de residência x local de trabalho



Revolução Industrial – conceito de privacidade/ afetividade. Os empregados não moram mais junto com a família. O conceito e a palavra “LAR” surgem nesta época. O que acontece da minha porta para rua não é família.



O QUE É FAMÍLIA?

 - Grupo de pessoas ligadas por laços de casamento e/ou afetivos.

 - por consangüinidade ou afeição, constituindo um único lar.

 - onde seus membros interagem através dos papéis de pai, mãe marido, esposa, filho e filha e se relacionam com os demais grupos da sociedade e cada um vai interagir com o “papel” que lhes cabe.



Padrão do OCIDENTE



FAMÍLIA NUCLEAR – idéia nova - Pai mãe filhos



X



FAMÍLIA EXTENSA – idéia antiga

Com os agregados: TENDE A DESAPARECER



Na evolução da família sempre houve uma figura central.



Quando é a MÃE: MATRILINEAR



Quando é o PAI: PATRILINEAR – se impôs por um exercício de poder pelo homem, se consagrou este “o modelo”.

(faltou ela falar sobre a imposição da religião, que foi fundamental, neste molde de família.)



A evolução do capitalismo vai moldar a família de forma nova.

A indústria acaba com os ritmos antigos da família extensa.

Vai determinar cada vez mais a função de controle social da família.

Porque o capitalismo precisa de organização.



EDUAÇÃO E FAMÍLIA NO BRASIL:



Qual o modelo que vigorou?

FAMÍLIA PATRIARCAL



Livro: Casagrande Senzala – Gilberto Freyre – Ed Record



• Ele nos fornece o primeiro modelo de “FAMÍLIA”.

• Análise dos engenhos de açúcar Pernambucanos.

• Ele dizia que esse modelo foi o da família brasileira desde o período colonial..

• Outros estudiosos vão dizer que isso não é verdade porque este modelo não pode ser transferido para o resto do país.


AS TRANSFORMAÇÕES DA SOCIEDADE BRASILEIRA



A partir do Séc. XX a família vai dividir o seu papel de formadora

com a escola.



Hoje a família se pergunta qual seu papel no meio de tantas mudanças.

Outra mudança é uma maior democratização da família

Inserção da mulher no mundo do trabalho.

Autonomia dos adolescentes.



A família se torna mais democrática, menos autoritária.



Hoje já não se aceita mais passivamente o que o pai fala.

A autoridade dele sobre a família diminuiu, frente ao fato dos membros da família saírem paulatinamente para os campos de trabalho.

 
DICAS DE ESTUDO:

Pesquisar os dados do IBGE sobre a família no censo de 2000.


REVISÃO:

 As transformações foram definindo quais as funções da família através dos tempos.



 Organização social chamada família.



 Diferenças entre família nuclear e família extensa.



 Matrilinear e Patriarcal.



Fichamento produzido pela acadêmica Edna Molina Rodrigues, com fins de estudo para prova da matéria Sociologia da Educação, do Curso de Pedagogia, da Universidade Cidade de São Paulo. – Agosto de 2010.

UNIVERSIDADE CIDADE DE SÃO PAULO – UNICID

SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO



FICHAMENTO DA VÍDEO AULA



Professora: Solange Demeterco

Acadêmica: Edna Molina¹

Pólo: Suzano

1º Módulo / AULA 5



CONCEPÇÕES DE INFÂNCIA E JUVENTUDE



ASSISTIR FILMES:

Germinal – Videolar

A Princesinha – Warner vídeo

Minha Vida de Cachorro – Globo vídeo

A Ilha das flores – Casa de cinema Porto Alegre – Sagres



As diferentes concepções de infância e juventude, a partir do final da Idade Média e final do Século XVIII.



Período de grandes transformações na família. Mudanças na forma de perceber o que é uma criança, o que é infância, o que é ser um jovem.



A concepção que o ADULTO tem sobre a criança. Com o tempo ela ganha VISIBILIDADE.



Muda quando mudam as casa – enquanto as casas eram imensas, os castelos, ou apinhadas de gente, os servos – não se tinha espaço para amor, afetividade.



Quando o espaço muda, muda a maneira de ver a criança, na medida em que esta família muda sua forma de SE ver, se organizar, passar mais tempo junto.



MANEIRA DE VER A CRIANÇA:



A criança passa de uma situação de total anonimato para ser VISTA.



As pessoas começam a SE perceber, SE VER, a relação muda, deixa de ser tão fria e distante, e a criança passa a ser o primeiro sujeito da família que ganha uma nova forma de ser encarada.



Durante este período em que se constrói esta domesticidade vai se perdendo a promiscuidade – muita gente se apinhando no mesmo espaço, sem direito ao espaço. Cada um pra si: privacidade.



Essa noção passa a existir – no espaço privado – nova configuração espacial das casas.

ANTES: DORMIAM TODOS JUNTOS, NO MESMO ESPAÇO EM QUE SE COMIA E SE TOMAVA BANHO (Que não era muito constante).

Começa a haver uma separação, o casal não dorme mais com os filhos.

Sala de jantar aparece e o sentimento de “família” aumenta. O sentimento de estar junto – aconchego – só a família – a casa passa a ser um espaço que se contrapõe a tudo que fosse hostil, público ou ameaçador – FAMÍLIA NUCLEAR



O espaço físico-espacial desta organização da casa faz com que se passe a ter uma nova organização da família: surge a ORGANIZAÇÃO DA FAMÍLIA CONJUGAL.



Passa a ser até hoje o modelo do ocidente e trás com ela essa nova percepção da criança - que vai se refletir principalmente no sentimento de infância e a criança passa a ser percebida como um SUJEITO” social.



No final do Séc. XVIII – começa a perceber que existia a criança, existia o jovem – este sentimento é recente em termos de história da humanidade.



Obs.: Para as pessoas se perceberem e resolverem seus conflitos interpessoais, elas devem estar juntas, a internet isola e separa as pessoas.



SENTIMENTO DE INFANCIA – PHILIPE ARIÉS

Iconografia da idade média
X
Contrapondo essa iconografia à renascença
Aí se percebe como vai mudando o sentimento em relação à criança. Ninguém tinha feito isso antes:
ELE DEFINE a INFÂNCIA como: uma concepção ou uma representação que os adultos fazem sobre os primeiros anos de vida do homem.
CONCEITO DO SENTIMENTO DE INFANCIA

1º UMA CONCEPÇÃO: algo construído não é algo dado.

REPRESENTAÇÃO:

Sendo uma representação podemos ter várias possibilidades.
• Várias pessoas podem ter representações diferentes em diferentes momentos.

LIVRO DELE: “HISTÓRIA SOCIAL DA CRIANÇA E DA FAMÍLIA”

• Faz um levantamento sobre como se constrói o sentimento de infância.
• Até aquele momento era vista como alguém que não tinha nenhuma diferença característica dos adultos.
• Depois ela passa a ser vista como alguém que os distingue claramente do adulto.
• A partir desta aceitação a sociedade INTEIRA muda seu conceito de criança

ISSO GERA A “PAPARICAÇÃO”: um sentimento superficial ligado a criança nos seus primeiros anos de vida, quando ainda é engraçadinha.

Contribui para se perceber a inocência e a fraqueza da criança.

O processo de socialização da criança se dava pela PRÁTICA.

Aprendia ao ver os adultos.

ISSO MUDA NO INÍCIO DA ESCOLARIZAÇÃO – SÉC. XVII

• MOMENTO DE RUPTURA – em que se passa a entender essa escolarização de diferente maneira. Até o final do Sec. XVIII o período em que se era criança era muito curto – muitos morriam – muitas doenças.

• Os colégios surgem a partir do momento em que passa a ser importante ter uma outra educação – outro interesse que não mais somente o acolhimento – a criança não vai mais somente aprender a trabalhar com o pais.

• Surge uma PREOCUPAÇÃO COMO BEM ESTAR DA CRIANÇA.

• Isso é absolutamente novo – a família passa a viver em torno dos interessas e do bem estar da criança.

• Do ANONIMATO – ela passa a ser o CENTRO DAS ATENÇÕES.

• Surgem orientações de como ela deve ser cuidada – carinho.


SEXUALIDADE:

Até este momento a criança era vista como um brinquedo sexual dos adultos: A pedofilia era normal.

No momento em que se percebe a fraqueza a inocência da criança ela começa a ser preservada do que era chamado “sujeira” (sexo).

SE PERCEBE QUE POR TER ESSA FRAGILIDADE ELA PRECISAVA DE DISCIPLINA.
Se percebe a idéia de FALTA: essa criança não está preparada pra nada. Não está preparada pra viver. TUDO PRECISA SER ENSINADO



Surgem os colégios com:

– HIERARQUIA AUTORITÁRIA – DISCIPLINA RÍGIDA –
Para tentar dar conta desse enorme trabalho de ensinar a criança a viver em sociedade.
Achavam que para garantir o sucesso deste trabalho deveriam ser muito duros com a criança – inclusive com as agressões físicas que eram vistos como normais para a família.
Aí surge a percepção das faixa etárias, que num primeiro momento se traduz na divisão por CLASSES – das salas de aula.

A PARTIR DAQUI A DURAÇÃO DA INFÂNCIA VAI ESTAR RELACIONADA COM A DURAÇÃO DA ESCOLARIDADE.



Primeira iniciativa destes colégios:

UNIVERSALIZAÇÃO DOS CÓDIGOS OCIDENTAIS DE CONDUTA, surgem os manuais de civilidade.
Aprendia-se na escola como comer, como sentar, como tratar as pessoas.
Surge o modelo padrão de comportamento para as crianças da época.

JEAN-JACQUES ROUSSEU: 1712 – 1778.

Filósofo HUMANISTA

QUESTIONOU A DISCIPLINA RÍGIDA DAS ESCOLAS

 Ele questiona – porque acha que este momento educacional não deveria existir. SURGE ENTÃO UMA DISCUSSÃO DAS CONCEPÇÕES DE INFÂNCIA E O SURGIMENTO DOS COLÉGIOS.
 Os humanistas estão baseados em NATUREZA SOCIEDADE E MORAL e acreditavam que a formação estava ligada a liberdade.
 A idéia do sentimento tendo primazia sobre a razão.
 Rosseu vai EMCAMPAR isso de forma muito significativa na sua principal obra: EMÍLIO – 1757.
Pra ele:
 - a criança nasce pura e não deve perder essa pureza.
 - o processo educativo da criança é progressivo e ele só deveria acontecer quando ela tem noção de que interage com os processos sociais.
 Para Rosseu, o Processo Educativo é ALGO NEGATIVO, porque ele acreditava que nem se conhecia direito a criança ainda e, sobretudo acreditava na pureza infantil, que ele não queria que fosse perdida no meio do processo educativo.
 Mas a idéia mais importante dele é que o PROCESOS EDUCATIVO SE DÁ AO LONGO DA VIDA INTEIRA.
 
SÉCULO XIX:

 Entra com a característica da ANÁLISE.
 Muda a premissa que orientava a educação.
 A PREMISSA BÁSICA PASSA A SER APROTEÇÃO.
 A criança, o jovem e o adolescente precisam ser PROTEGIDOS e essa nova premissa é que vai guiar todas as análises que vão ser feitas a partir daqui.
 A PROTEÇÃO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE CARACTERIZAM O SEC XIX e TRAZEM UMA NOVA MENTALIDADE.
 Universalização do ensino primário.
 Cuidados com a saúde a com higiene – para garantir saúde e sobrevivência.
 NESTE MOMENTO AS CIDADES TAMBÉM ESTÃO PASSANDO POR ESTA HIGIENIZAÇÃO.

SÉCULO XX:

 A PREMISSA DA PROTEÇÃO PERMANECE.
 A criança passa a ser um objeto de estudo de várias áreas da ciência.
 Vários estudiosos vão dar sua contribuição às várias etapas do desenvolvimento infantil.
Passam a serem respeitadas as idéias de:
Piaget
Wallon
Vigotisky
Montessori
Hoje os colégios e o processo educativo, avançaram se questionaram, mas essa preocupação com a criança permanece.

DICAS DE ESTUDO:
Assistir os filmes. (Acima)





Fichamento produzido pela acadêmica Edna Molina Rodrigues, com fins de estudo para prova da matéria Sociologia da Educação, do Curso de Pedagogia, da Universidade Cidade de São Paulo. – Agosto de 2010


Um comentário :

  1. Prova concluída com sucesso!!!
    Resultado final : 5.0
    SOCIEDADE E ACESSIBILIDADE
    1. Em qual década começou a ser popularizado o conceito de acessibilidade digital?

    2000.
    1980.
    1970.
    1990.
    2. O que designa uma pessoa como deficiente?

    Sua dificuldade de interagir com o meio.
    Necessitar de recursos adaptados.
    Apresentar sinais de incapacidade para desenvolver suas atividades.
    Quaisquer deficiências físicas, sensoriais ou cognitivas.
    3. A que se dedicaria o observatório dos meios de comunicação que trataria da questão da deficiência?

    À melhoria da acessibilidade a todos os níveis de necessidade.
    A observar os diferentes tipos de deficiência que existem.
    À denúncia de discriminação contra portadores de deficiência.
    À pesquisa de tratamento e cura das deficiências.
    4. O que a vertente culturalista enfatiza?

    A descrição e o entendimento da diversidade humana.
    A descrição e o entendimento da diversidade geográfica.
    A descrição e o entendimento da diversidade biológica.
    A descrição e o entendimento da diversidade vegetal.

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