domingo, maio 26, 2013

Dicas de sites - Cursos Grátis e Material





Prova N2 - Questões inéditas


Prova N2

MODELOS DE GESTÃO: QUALIDADE E PRODUTIVIDADE

1. A ESPECIFICIDADE DA ORGANIZAÇÃO ESCOLAR É DETERMINADA POR QUAIS FATORES?


  • Finalidade, estrutura, relações internas e externas e a sua produção.
  • Proposta, metodologias e estrutura.
  • Metodologias, didáticas e avaliações.
  • Projeto político-pedagógico e regimento escolar.

2. COMO PODE SER ANALISADO O PRODUTO DA EDUCAÇÃO ESCOLAR?


  • Por meio do relato do aluno.
  • Por meio de avaliações.
  • Pela maneira de como o aluno reproduziu o seu conhecimento.
  • Pela maneira de como o aluno entrou e saiu do processo educacional.

3. EM EDUCAÇÃO, DE QUE MANEIRA ACONTECE OU SE PRODUZ QUALIDADE?


  • Por duas vertentes: a formal (técnicas e métodos) e a política (ligada à cidadania).
  • Por meio do planejamento (individual) e da metodologia (eleita pela direção).
  • Por duas vertentes: pela estrutura física e pela estrutura técnico-administrativa.
  • Por meio de uma constante cobrança da postura dos educadores pelos responsáveis da escola.

4. QUE TIPO DE FORMAÇÃO A ESCOLA DEMOCRÁTICA DEVE VIABILIZAR?


  • De cidadãos cumpridores de seus deveres, governados por pessoas politicamente mais competentes, sendo servidores da sociedade estabelecida por eles.
  • De agentes governados pela elite política e, tal como o povo, transmissores de saberes historicamente construídos e mantidos.
  • De cidadãos autônomos, críticos e governantes, promovendo inclusão social, sendo participante de um processo construtivo.
  • De transformadores de uma sociedade em prol de si e de seu desenvolvimento pessoal.

sábado, maio 25, 2013

Prova N2 - Pós

PROJETOS INTERDISCIPLINARES

1. Leia:
Funciona como desafio de construção de engenhocas e pesquisa de novas vivências, fora do ambiente escolar, sem a organização e planejamento prévio do professor, é feita em casa com a ajuda dos familiares:
a. laboratório lúdico infantil.
b. projetos e pesquisas.
c. mostra anual de ciências e artes.
d. cantinho de ciências.

2. É um processo imerso em aspectos ideológicos, políticos, econômicos, culturais, entre outros.
É um processo interno, configurado com padrões próprios da instituição:
a. avaliação profissional.
b. avaliação de aprendizagem.
c. avaliação institucional.
d. avaliação do desenvolvimento infantil.


3. É uma das formas de participação dos pais na prática do portfólio
a. avaliar o domínio do professor referente à disciplina em sala de aula e promoção da formação de bons hábitos e atitudes das crianças.
b. acompanhar a relação entre atividades desenvolvidas pelas crianças e as suas aprendizagens referentes aos conteúdos previstos para o nível de escolarização que está cursando.
c. guardando o portfólio em lugar seguro e pouco disponível.
d. contribuir com o porrifólio escrevendo nele a apreciação que fazem do material, inserindo novas imagens, recortes de jornais e revistas, depoimentos de experiências vividas em família etc.

4. Além dos critérios de relevância para a seleção de um tópico para o projeto, as autoras Lílian Katz e Sylvia Chard (1997) recomendam que se considere para levar adiante um projeto
a. os conteúdos implícitos nas atividades planejadas para o projeto, as necessidades educativas das crianças e o seu estágio de desenvolvimento cognitivo.
b. a localização da escola, a disponibilidade de recursos, a conscientização da comunidade da escola sobre a importância da pedagogia de projetos para o desenvolvimento cognitivo da criança.
c. a idade das crianças, o desempenho escolar e sua capacidade de representação simbólica.
d. a aplicação de capacidades das crianças, a disponibilidade de recursos e o interesse do professor.

quinta-feira, maio 23, 2013

Amplie seus conhecimentos


RESUMO PESQUISA EM EDUCAÇÃO
 
1)       Explique o que é senso comum e quais são as suas características?
É um saber empírico e imediato que adquirimos espontaneamente sem nenhuma procura sistemática, metódica ou reflexão prévia. Opinião baseada em hábitos, preconceitos, tradições cristalizadas transmitidas de geração para geração, educação não formal.
CARACTERÍSTICAS: Subjetividade – a pessoa emite parte do que sentiu, viveu sem considerar a dos outros, Opinião desorganizada – uma ideia que não se apresenta com coerência, Tem traços acríticos – aceita sem reflexão.

2)       O que é conhecimento cientifico? Quais os tipos de conhecimento cientifico?
Finalidade – descobrir as estruturas universais e necessárias dos fenômenos estudados.
TIPOS: Universal – se manifesta da mesma maneira no passado e no presente, cuja ocorrência se dá sempre da mesma maneira em todo e qualquer lugar do planeta.
Necessário – se apresenta sempre de certa maneira, pois se fosse de outra, não compreenderíamos.
      Características – Quantitativo – recursos matemáticos,  
 
3)       O que Hessem diz sobre o surgimento do conhecimento?
O conhecimento surge da relação do sujeito com o objeto. É preciso haver um sujeito que busque    conhecer e o objeto a ser estudado.
 
4)       O que é filosofia?
É um modo de pensar que também se caracteriza como uma postura diante do mundo.
 
5)       Qual é a diferença entre filosofia e ciência?
Filosofia é a primeira experiência sistematizada do conhecimento humano, do conhecimento articulado, ordenado, escrito. A filosofia procede em sua atividade de modo diferente do científico, busca compreender o objeto do ponto de vista da totalidade. O conhecimento científico é fragmentado, e a filosofia estuda o objeto em sua totalidade. Analisar os fenômenos no sentido amplo e totalizante é uma característica do conhecimento filosófico.
Os objetos que futuramente passaram a pertencer a Ciência tiveram sua primeira abordagem na filosofia.
 
6)       Dermeval Saviani dividiu o conhecimento filosófico em 3 características, quais são?
Radical – quando analisa um fato, busca conhecer seus fundamentos, os elementos que o originaram – a reflexão filosófica é uma reflexão de profundidade. Rigoroso – busca o rigor, aprofunda as ideias que se manifestam de maneira superficial – se apoia no método de pesquisa. De conjunto – não estuda objetos isoladamente, mas vinculados ao conjunto de fatos e valores relacionados entre si.

7) Segundo o Prof. Paulo Ghiraldelli: “filosofia é a desbanalização do mundo ou a desbanalização do banal”. Explique: o homem se espanta com o mundo ou a natureza, se espanta com a realidade. Banal é o que as pessoas olham e não veem – o filosofo olha, vê, e a coisa simples começa a ser explicada.Desbanalizar – o princípio da Filosofia.

8)       O que é necessário para que ocorra o discurso?
Para que ocorra a Comunicação-
- Emissor – alguém que transmita a mensagem.
- Repertório – certo conteúdo que possa ser compreendido
- Canal – meio pelo qual o emissor transmite a informação
- Receptor – o que recebe a mensagem
Comunicação faz parte do discurso (esta dentro do discurso). O discurso é mais amplo que a comunicação. Uma exposição metódica sob certo assunto – conjunto de ideias organizadas de forma a influir no raciocínio, sentimento do leitor ou ouvinte – ideia ou ideal de um grupo.
 
9)       Segundo DIJK o que é discurso?
Discurso – prática social ou comunicação, numa situação social, cultural, histórica ou política.
Discurso – expressa o que é possível falar, é algo mais do que a transmissão de certo conteúdo, ele molda o que é possível ouvir, moldando as pessoas.
 
10)   O que é pesquisa?
Para que haja construção do conhecimento é preciso:- Sujeito – que busca o conhecimento- Objeto – a ser conhecido
 
11)   Segundo Batista quais são os procedimentos de pesquisa?
Para Batista o procedimento de pesquisa é um processo com uma certa ordem.
- conjunto de procedimentos organizados, sistemáticos, com certa ordem e direção.Toda pesquisa busca respostas para problemas da realidade – o pesquisador a medida que pesquisa tem maior clareza sobre o problema, pois adquire novos conhecimentos e com isso interfere na realidade. O pesquisador não será mais o mesmo, pois adentra a realidade com outra visão, com novos elementos, o que era antes obscuro, agora é algo mais claro.
 
12)   Qual a diferença entre ciências humanas e ciências naturais?
 
13)  August Comte valorizava o que? Era a favor ou contra o positivismo?
 
 
 
Sofremos muito com o pouco que nos
falta e gozamos pouco o muito que temos.

sexta-feira, maio 10, 2013

Concursos!

Concurso da PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTO ANDRÉ
Cargo: Professor de Educação Infantil e Ensino Fundamental.
Escolaridade exigida: Licenciatura plena em Pedagogia ou Ensino médio em Magistério.
A inscrição deverá ser efetuada no período de 29 de abril de 2013 (segunda-feira) a 19 de maio de 2013 (domingo), exclusivamente pela Internet no site www.caipimes.com.br.
O valor da taxa de inscrição é de R$ 35,00 (trinta e cinco reais).
Para inscrever-se o candidato deverá:
1. Acessar o site www.caipimes.com.br, durante o período de inscrições;
2. Localizar no site o “link” correspondente ao Concurso Público;
3. Ler, na íntegra, o respectivo Edital e preencher total e corretamente o formulário de inscrição;
4. Imprimir o boleto bancário;
5. Transmitir os dados da inscrição;
6. Efetuar o pagamento da taxa de inscrição até a data limite.
Vc pode acompanhar sua inscrição: A pesquisa para acompanhar a situação da inscrição poderá ser feita digitando corretamente o CPF e número de inscrição, no site www.caipimes.com.br, na página do Concurso Público, a partir de 03 (três) dias úteis após o encerramento do período de inscrições.
Quanto a Prova
A prova poderá ser realizada na cidade de Santo André, ou dependendo do número de candidatos inscritos, em outras cidades da Região do Grande ABC, no dia 02 de junho de 2013,em horário e locais informados através de editais de convocação que serão publicados oportunamente no órgão de imprensa oficial do município – jornal Diário do Grande ABC, e simultaneamente divulgados no Térreo III do prédio da Prefeitura Municipal de Santo André, situado na Praça IV Centenário, n.º 1, Centro, Santo André, estando também disponibilizados nos sites www.caipimes.com.br e www.santoandre.sp.gov.br, sendo de responsabilidade do candidato acompanhar todos os atos relativos a este certame.

Atividades Comploementares/Conferências

Estou disponibilizando o e-mail conforme encaminhado ao grupo de estudo!.


atividadescomplementares@unicid.br

quinta-feira, maio 09, 2013

Resumo de Livros

PCNS 1.ª A 4.ª SÉRIE - INTRODUÇÃO

EDUCAÇÃO – 1.ª a 4.ª série

Os Parâmetros Curriculares Nacionais

Os PCNs têm por objetivo dar apoio à execução do trabalho do professor, constitui um referencial da qualidade, tendo por função orientar e garantir investimentos no sistema educacional, socializando discussões, pesquisas e recomendações, com participação de técnicos e professores. Trata-se de um instrumento democrático, forçando a educação de qualidade para todos e a possibilidade de participação social.

As propostas são abertas e flexíveis, concretizando decisões regionais e locais, portanto NÃO se configura um modelo curricular homogêneo e impositivo, leva em conta as vivências em diferentes formas de inserção sociopolíticos e cultura, devendo garantir e se adequar às diversidades culturais, regionais, étnicas, religiosas e políticas, além de igualdade de direitos entre os cidadãos e o acesso a totalidade dos bens públicos. Na medida em que o princípio de equidade reconhece-se a diferença e a necessidade de diferenciar o processo educacional, não se promove uma uniformalização que descaracterize e desvalorize as peculiaridades culturais e regionais.

Na busca de melhorar a qualidade da educação impõe a necessidade de investimentos, formação inicial e continuada de professores, salários dignos, planos de carreira, qualidade de livro didático, recursos de multimídia e televisivos e disponibilidade de materiais didáticos.

Discute-se ainda sobre a dignidade do ser humano, a igualdade de direitos e a recusa de discriminação, a importância da solidariedade e do respeito. E temas como inserção no mundo do trabalho e do consumo, cuidado com o corpo, saúde educação sexual e meio ambiente.

As metodologias devem privilegiar a construção de estratégias de verificação e comprovação de hipóteses na construção do conhecimento, a construção de argumentação, capaz de controlar resultados do processo, desenvolver o espírito critico, favorecer a criatividade e compreensão de limites, através de trabalhos individuais e coletivos. Assim, garantir aprendizagem essencial para a formação de cidadãos autônomos, críticos e participativos.

Como referencial nacional, estabelece metas com função de subsidiar a elaboração ou revisão curricular de Estados e Municípios, dialogando com propostas já existentes e na elaboração de projetos como material de reflexão para Secretarias de Educação, pelos responsáveis locais, e cada instituição de ensino, em processo democrático e pelo trabalho diário dos professores sob discussão e reflexão freqüentes de forma democrática, desde que explicitam valores e propostas que orientam um trabalho educacional que atendam as reais necessidades dos alunos. Todos devem se apropriar utilizando-o para a formação de uma identidade escolar, assim validando o pondo o em consonância social. Para esta validade necessita-se de processos periódicos de avaliação e revisão sob a coordenação do MEC.

A escola amplia a responsabilidade de desenvolver novas competências, novas tecnologias e linguagens. Através de projetos devem ser formulados metas e meios para valorização da rotina do trabalho pedagógico, delimitando prioridades, definindo resultados desejados, incorporando auto-avaliação ao trabalho do professor, planejando coletivamente, e refletindo continuamente. Propiciando o domínio de recursos para discutir formas e utilização critica da participação social e política. Além de desenvolver capacidades relações interpessoais, cognitivas, afetivas, motoras, étnicas estéticas de inserção social torna-se possível mediante processo de construção e reconstituição de conhecimento, assim abre oportunidade para que os alunos atuem propositalmente na formação de valores em relação ao outro, a política, a econômica, sexo, droga, saúde, meio ambiente, tecnologia, etc. favorecendo condições para desenvolver competências e consciência profissional. Em síntese, para exercer a função social proposta, a escola precisa possibilitar o cultivo de bens culturais e sociais, considerando as expectativas e as necessidades dos alunos, pais, membros da comunidade e professores, onde todos aprendem a respeitar e ser respeitados, ouvir e ser ouvidos, reivindicar diretos e cumprir obrigações, participando da vida cientifica, cultural social e política do país e do mundo.

Histórico:

A LDB consolida uma organização curricular conferindo flexibilidade no currículo com o objetivo maior de proporcionar a todos, formação básica para a cidadania, através de escolas capazes de capacitar para aprender, o domínio da leitura, escrita e calculo, compreensão do meio natural e social, político, tecnológico, artístico e de valores, fortalecendo os vínculos familiares, de solidariedade humana e tolerância.

A prática pedagógica pressupõe uma concepção de ensino e aprendizagem que compreende papeis de professor e aluno, metodologias, função social da escola e conteúdos a serem trabalhados. Estas concepções permeiam a formação educacional e o percurso do profissional incluindo suas experiências de vida, ideologias compartilhadas com seu grupo e tendências pedagógicas contemporâneas. Na tradição brasileira há quatro tendências: a tradicional, a renovada, a tecnicista e a critico social e política.

A “Pedagogia tradicional” centrada no professor que vigia, aconselha alunos, corrige e ensina a matéria, e que é visto como autoridade máxima e guia exclusivo do processo educativo. A metodologia baseia-se em exposição oral de conteúdos, que enfatizam exercícios repetidos e memorização. A escola cabe transmitir conhecimentos para a formação geral dos alunos. Os conteúdos correspondem a conhecimentos e valores acumulados por gerações, verdades acabadas. Caracteriza-se por sobrecarga de informações e aquisições de conhecimento muitas vezes burocratizado e destituído de significação.

A “Pedagogia renovada”, ligada no movimento da Escola Nova ou Escola Ativa, tem por principio norteador a valorização do individuo como ser livre, ativo e social. Destaca o principio de aprendizagem por descoberta e atitudes de interesses dos alunos. O professor torna-se um facilitador do processo, cabendo a ele organizar e coordenar situações de aprendizagem adaptando ás características individuais dos alunos para desenvolver suas capacidades e habilidades intelectuais. O ensino guiado pelo interesse dos alunos muitas vezes, desconsidera a necessidade de um trabalho pedagógico e pode acabar perdendo de vista o que se deve ser ensinado e aprendido. Essa tendência ainda influencia muitas práticas pedagógicas.

O “tecnicismo educacional”, proliferado nas décadas de 70, inspirado em teorias behavioristas, definiu-se por uma pratica pedagógica controlada e dirigida pelo professor. A supervalorização da tecnologia revestiu a escola de uma auto-suficiência criando uma falsa ideia de que aprender não é algo natural, mas que depende de especialistas e técnicas. O que é valorizado não é o professor e sim a tecnologia. O aluno corresponde às respostas esperadas pela escola.

As “teorias reprodutivas”, oriundas do final do regime militar, no final dos anos 70 e inicio dos anos 80, coincidiu com uma intensa mobilização de educadores em busca de uma educação critica a serviço de transformações sociais, econômicas e políticas. As duas tendências assumem orientação marxista. A “pedagogia libertadora”, originada nos anos 50 e 60, retorna nas décadas posteriores propondo uma atividade escolar pautada em discussões de temas sociais e políticas e em ações sobre a realidade social imediata. A “pedagogia crítico-social dos conteúdos” se põe como uma reação de alguns educadores que não aceitam a pouca relevância que a pedagogia libertadora dá ao aprendizado do chamado saber historicamente acumulado. Esta última assegura a função social e política da escola mediante o trabalho com conhecimentos sistematizados, a fim de colocar as classes populares em condição de uma efetiva participação nas lutas sociais, e para isso é necessário que se domine o conhecimento, habilidades e capacidades para que os alunos possam interpretar suas experiências e defender seus interesses de classe.

No final dos anos 70, os viés psicológicos, sociológicos e políticos, marcam o inicio de uma pedagogia que se adéque características de um aluno que pensa, um professor que sabe e a conteúdos de valor social e formativo.
No enfoque social, a importância da relação interpessoais, e entre cultua e educação. Cabe a escola promover o desenvolvimento e a socialização dos alunos, construindo os como pessoas iguais, mas ao mesmo tempo, diferentes de todas as outras. A diferenciação na construção de uma identidade pessoal e os processos de socialização que conduzem a padrões de identidade coletiva constitui duas faces de um mesmo processo. Isso se dá com a valorização da cultura de sua própria comunidade e buscando ultrapassar limites, proporcionando as crianças acesso ao saber socialmente relevantes nacional e regional que fazem parte do patrimônio universal da humanidade.
A psicologia genética aprofunda a compreensão sobre mecanismos de construção de conhecimento da criança, e a psicogênese da língua escrita, é um exemplo sobre a atividade construtiva do aluno sobre a língua escrita.


Construtivismos, entendimentos e equívocos

A configuração do marco explicativo construtivista deu-se a partir da psicologia genética, da teoria sociointeracionista e das explicações da atividade significativa. O núcleo central da integração de todas essas contribuições refere-se ao reconhecimento da atividade mental construtiva nos processos de aquisição do conhecimento.
A pesquisa sobre a psicogênese da língua escrita evidencia a atividade construtiva do aluno sobre a língua escrita. Metodologias utilizadas nesta pesquisa foram muitas vezes interpretadas como proposta construtivista para a alfabetização, o que expressa um duplo equívoco: redução do construtivismo a uma teoria psicogenética de aquisição da escrita e transformação de uma investigação acadêmica em método de ensino.
Quanto ao ERRO, hoje ele é visto como algo inerente ao processo de aprendizagem, porém, idéias de que não se devem corrigir os erros e que as crianças aprendem do seu jeito, desconsidera a função primordial da escola que é ensinar, intervindo para que os alunos aprendam. Na verdade, é necessária uma intervenção pedagógica para ajudar a superá-lo. Na prática construtivista, é importante a participação da intervenção do professor, já que o processo cognitivo acontece por reorganização do conhecimento, aproximações sucessivas que permitem reconstrução, ou seja, modificação, reorganização e construção de conhecimentos que os alunos assimilam e interpretam conteúdos escolares. A superação do erro é resultado do processo de incorporação de novas idéias e de transformação das anteriores, e de alcance a níveis superiores de conhecimento.


Conteúdos
São instrumentos para o desenvolvimento, socialização e exercício da cidadania democrática, e é compromisso da escola garantir o acesso aos saberes elaborados socialmente, portanto, devem estar em consonância com questões sociais que marcam cada momento histórico. Devem favorecer a inserção e compreensão do aluno as questões e fenômenos sociais e culturais, e servir de meio para que desenvolvam capacidades que lhes permitam produzir e usufruir dos bens culturais, sociais e econômicos. 
O processo de atribuição de sentido aos conteúdos escolares é um processo individual, nada substitui a atuação do próprio aluno na tarefa de construir significados sobre o conteúdo de aprendizagem, porém, as formas e saberes socialmente estruturados ganham vida assim que ganham significação. O conceito de aprendizagem significativa implica num trabalho de significar a realidade que se conhece, estabelecendo relações entre conteúdos e conhecimentos previamente construídos, articulando de novos significados. Cabe ao educador, por meio da intervenção pedagógica promover significado, propondo problemas, fazendo o aluno elaborar hipóteses e experimentos. As situações escolares de ensino e aprendizagem são situações comunicativas onde alunos e professores atuam como co-responsáveis para o êxito do processo.
A prática escolar constitui-se a uma ação intencional, sistemática, planejada e continuada para crianças e jovens durante um período contínuo, contribuindo para que a apropriação dos conteúdos sejam feita de maneira critica e construtiva.
Os alunos constroem conhecimentos também por influencia da mídia, família, igreja, amigos, esses conhecimentos influenciam a aprendizagem escolar, por isso é necessária a escola considerar as direções destes conhecimentos e fornecer interpretação e intervenção articulando de interação e integração os diversos tipos de conhecimentos.
A seleção dos mesmos deve ser feita pela ressignificação, de conteúdos conceitual, procedimental e atitudinal, que se integram no processo de ensino e aprendizagem e não em atividades especificas.
Conteúdos conceituais – se referem a operar com símbolos, idéias, imagens e representação que permitam organizar a realidade. A memorização de vê ser entendida como recurso que torna o aluno capaz de representar informações de maneira genérica, memória significativa, para poder relacioná-las com outros conteúdos.
Conteúdos procedimentais – expressam um saber fazer, que envolve decisões e realizar ações de ordenada pra atingir uma meta. Estão presentes em resumos, experimentos, pesquisas, maquete, etc. é preciso de intervenção, ajuda, ensiná-lo a proceder apropriadamente, como pesquisar mais de uma fonte, registrar dados, orientar-se para entrevistas e organizar os dados. Ao ensinar procedimentos também se ensina produzir conhecimentos.
Conteúdos atitudinais – a escola é um contexto socializador, gerador de atitudes, por isso deve adotar uma posição critica em relação aos valores. Uma prática constante de valores e atitudes expressa questões de ordem emocional.


A organização da escolaridade em ciclos

Os PCNs adotam uma proposta de estruturação por ciclos, tornando possível distribuir conteúdos de forma adequada, e favorecendo uma apresentação menos parcelada do conhecimento. A organização em ciclos é uma tentativa de superar a segmentação excessiva produzida pelo regime seriado e de buscar princípios de ordenação que possibilitem maior integração do conhecimento. Tem por objetivo propiciar maiores oportunidades de escolarização, voltada para a alfabetização efetiva das crianças e superar problemas do desenvolvimento escolar.
A adoção de ciclos possibilita trabalhar melhor com as diferenças, levam em conta a desigualdade de oportunidades de escolarização, e os ritmos diferentes de aprendizagem, desempenhos diferentes na relação com objetos de conhecimento. 
A pratica escolar tem buscado incorporar essa diversidade de modo a garantir respeito aos alunos e a criar condições que possam progredir nas suas aprendizagens. A lógica dos ciclos consiste em evitar que o processo de aprendizagem tenha obstáculos inúteis e, desnecessários e nocivos. Todos da escola se co-responsabiliza com o processo criando condições que permitam destinar espaço e tempo à realização de reuniões de professores para a discussão do assunto. Professores realizem adaptações sucessivas da ação pedagógica adaptando as com as diferentes necessidades dos alunos.

Organização do conhecimento escolar: Áreas e Temas Transversais
O tratamento da área e de seus conteúdos integra uma serie de conhecimentos de diferentes disciplinas, e contribuem para a construção e compreensão e,intervenção na realidade dos alunos. A concepção de área evidencia a natureza dos conteúdos definindo o corpo do conhecimento e o objeto de aprendizagem par que os professores possa se situar dentro de um conjunto de conhecimentos. Cada área, nos PCNs, se estrutura com objetivos e conteúdos, critérios de avaliação, orientação pra a avaliação e orientações didáticas. Além das áreas, temas de problemáticas sociais são incluídos na proposta educacional como Temas Transversais: Ética, Saúde, Meio Ambiente, Pluralidade Cultural e Orientação Sexual.

Avaliação

A avaliação é considerada instrumento de auto-regulação, que requer que ocorra em todo processo de ensino e aprendizagem, possibilitando ajustes constantes de regulação do processo e contribui para o efetivo sucesso.
A avaliação deve compreender um conjunto de atuações que tem por função alimentar, sustentar e orientar a intervenção pedagógica, analisando e adequando situações didáticas, subsidiando assim, o professor com elementos de reflexão contínua sobre sua prática.
Avaliar significa emitir um juízo de valor, por isso exige-se critérios que orientem a leitura dos aspectos a serem avaliados, estabelecendo expectativas de aprendizagem dos alunos, expressando objetivos como testemunho da aprendizagem. Esses critérios devem refletir sobre diferentes tipos de capacidades e as três dimensões de conteúdos para encaminhar a programação e atividades do ensino aprendizagem.
A avaliação inicial instrumentará o professor para que possa por em pratica seu planejamento de forma adequada às características de seus alunos, servindo de informação pra propor atividades e gerar novos conhecimentos.
A avaliação contínua ela subsidia a avaliação final. Ela intenciona averiguar a relação entre a construção do conhecimento, por parte do aluno e os objetivos a que o professor se propôs, é indispensável para se saber se todos os alunos estão aprendendo e quais condições estão sendo ou não favoráveis para isso, como indicadores para reorientação da pratica educacional e nunca como um meio de estigmatizar os alunos. Avaliar a aprendizagem implica avaliar o ensino oferecido.
As avaliações devem ser feitas de modos sistemáticos, com observações, uso de instrumentos como registros de tabelas, listas de controle, diário de classe e outros, e na analise de produção dos alunos, em atividades especificas para avaliação com objetividade expor o tema, e responder questionários.
Par ao aluno, é um instrumento de tomada de consciência de suas conquistas, dificuldades e possibilidades de reorganização de seu investimento. Na autoavaliação, o aluno desenvolve estratégias de analises e interpretação de suas produções e dos diferentes procedimentos para se avaliar.
Para a escola, possibilita definir prioridades e localizar aspectos das ações educacionais, demandam maior apoio. A ela se delega a responsabilidade de estabelecer uma serie de registros e documentos, atestados oficiais de aproveitamento como notas, boletins, recuperações, aprovações, reprovações, diplomas, etc.como testemunhos oficial e social do aproveitamento do aluno.
O resultado da avaliação leva a decisões, medidas didáticas, acompanhamentos individualizados, grupo de apoio, lições extras. Aprovar ou reprovar requer analise dos professores. Devem-se considerar critérios de avaliação a sociabilidade e ordem emocional. No caso da reprovação, discussão de conselhos de classes deve considerar questões trazidas pelos pais para subsidiar o professor na tomada de decisão. A repetência cristaliza uma situação em que o problema é do aluno e não do sistema educacional, por isso deve ser estudado caso a caso. A permanência em mais um ano deve ser compreendia como medida educativa para que o aluno tenha oportunidade e expectativa de sucesso e motivação. Aprovar ou reprovar alunos com dificuldades deve sempre ser acompanhada de encaminhamentos de apoio e ajuda que garantam a qualidade de aprendizagem e desenvolvimento das capacidades esperadas.

Orientações didáticas
O eixo de formação no ensino fundamental é a formação de cidadão autônomo e participativo. Os alunos constroem significados a partir de múltiplas e complexas interações. O aluno é o sujeito da aprendizagem, o professor é o mediador entre o aluno e o objeto. Os profissionais da educação devem levar em conta aspectos como:
• Autonomia – princípio didático, orientador das praticas pedagógicas, onde alunos devem ser levados a refletir criticamente, participar eticamente e assumir responsabilidades, valorizando tais ações, construindo seu próprio conhecimento valorizando seus conhecimentos prévios, e interação professor-aluno. O desenvolvimento da autonomia depende de suportes materiais, intelectuais e emocionais, por isso a intervenção do professor define esses suportes, além disso, trabalhar coletivamente, responsabilizarem por suas ações, idéias, tarefas, organização, envolve o objeto de estudo.

• Diversidade – há necessidade de adequar objetivos , conteúdos e critérios de avaliação, forma a atender a diversidade no pais, além da especificidade de cada individuo, analisando suas possibilidades de aprendizagem. O professor deve levar em conta fatores sociais, culturais, e a historia educativa de cada aluno, como características pessoais de déficit sensorial, motor ou psíquico ou superdotação intelectual.

• Interação e cooperação – compreendem saber dialogar, ouvir, ajudar, pedir ajuda, aproveitar críticas, explicar seus pontos de vistas. Essas interações têm caráter cognitivo, emocional e afetivo, por isso interferem diretamente na produção do trabalho. Aprender a conviver em grupo supõe um domínio de procedimentos, valores, normas e atitudes.

• Disponibilidade para a aprendizagem – tal disponibilidade depende do envolvimento do aluno, das relações do que já sabe e o que está aprendendo, da motivação intrínseca, ou seja, vontade de aprender, atitude curiosa e investigativa. A aprendizagem se torna significativa a partir da intervenção do professor em garantir que o aluno conheça o objetivo da atividade, situe a tarefa, reconheça o problema e tome decisões, de forma organizada e ajustadas às possibilidades dos alunos. Além disso, aa relação professor-aluno deve ser com vínculos de confiança, cooperativa e solidária.

• Organização do tempo - O professor deve orientar o trabalho, planejando e executando junto aos alunos sobre o uso do tempo. O professor deve definir atividades, organizar grupos, recursos matérias e definir período de execução, obedecendo tempo mínimo estabelecido pela legislação.

• Organização do espaço

• É preciso que as carteiras sejam moveis, que as crianças tenham acesso aos materiais de uso freqüente, paredes utilizadas para exposição de trabalhos . os alunos devem assumir responsabilidade pela decoração e limpeza da classe. A programação deve contar com passeios e excursões, laboratórios, teatro, artes plásticas, etc. a organização do espaço interfere diretamente na autonomia.

• Seleção de material – todo material é fonte de informação. Livros didáticos devem ser coerentes, de qualidade e deve se estar atentos a eventuais restrições. O uso de materiais de uso social, jornais, revistas, folhetos, calculadoras, computadores, atualizados estabelece vínculos entre o que é aprendido na escola e o conhecimento extra-escolar.


Objetivos gerais do ensino fundamental:

Que os alunos sejam capazes de estabelecer capacidades relativas aos aspectos cognitivos, afetivo, físico, ético, estético, de atuação e inserção social, que devem ser adquirido ao termino da escolaridade obrigatória:
• Compreender a cidadania como participação social, exercício dos direitos e deveres políticos, civis e sociais; repudiando as injustiças.
• Posicionar-se critica, responsável e construtivamente nos conflitos e tomadas de decisões;
• Conhecer características do Brasil nas dimensões sociais, materiais e culturais;
• Conhecer e valorizar a pluralidade sociocultural brasileiro e outros países, sem discriminação.
• Perceber-se integrante transformador do ambiente
• Desenvolver conhecimento sobre si mesmo, cuidar do seu corpo, cognitiva, física, afetivamente, responsabilizando pela sua saúde e da saúde coletiva;
• Utilizar diferentes linguagens;
• Utilizar diferentes fontes de informações e recursos tecnológicos;
• Questionar a realidade criticamente, selecionando procedimentos, tomando decisões, verificando adequações.






Bibliografia:

BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: 1.ª a 4.ª série – Introdução. Brasília: MEC/SEF, 1997, v. 1.

Prova N2


NATUREZA E SOCIEDADE
Parte superior do formulário
1. É IMPORTANTE, PARA COMPREENDER O DESENVOLVIMENTO INFANTIL, ENTENDER COMO SE DÁ ESTE DESENVOLVIMENTO DE 0 A 2 ANOS.


·         Este período pode ser dividido em seis fases, sendo que, na primeira, as condutas são muito elementares, não dão lugar à imitação e à brincadeira do exercício motor e não existe qualquer comportamento especial em relação às noções de objeto, espaço, tempo e causalidade.

As características da última fase do período são as seguintes:

I. a criança começa a adquirir algumas condutas, como sugar, chorar e sorrir.
II. a criança começa a estabelecer vínculos complexos, compreendendo relações familiares na sua totalidade.
III. aparecem os primeiros esquemas simbólicos, que marcam o início da representação, sendo considerados os intermediários entre simples exercícios motores e os símbolos lúdicos, da brincadeira simbólica.

Conforme as afirmações, assinale a alternativa correta.

·          A afirmativa III está correta.
·          As afirmativas II e III estão corretas.
·          As afirmativas I e II estão corretas.
·          A afirmativa I está correta.
Parte inferior do formulário
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2. AO ENTRARMOS EM UMA SALA DE AULA, ENCONTRAMOS AS CRIANÇAS SENTADAS EM CARTEIRAS ENFILEIRADAS,


·         a professora explicando um conteúdo no quadro-de-giz com a fisionomia séria, com um tom ríspido em sua voz, pedindo o tempo todo silêncio e dizendo que, se não o fizerem, não compreenderão a matéria, e ainda passando dezenas de exercícios de fixação. Neste caso, poderemos dizer que estamos frente a uma situação denominada:

·          construtivista.
·          campo de treino.
·          fábrica.
·          comunidade.
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3. PIAGET ESTABELECE ALGUNS CONCEITOS A RESPEITO DE COMO A CRIANÇA ADQUIRE SEU CONHECIMENTO. BASEANDO-SE NESTES CONCEITOS, RELACIONE AS COLUNAS.


·         (1) Conhecimento Físico
(2) Conhecimento Lógico-matemático
(3) Conhecimento Social

( ) É o conhecimento que depende da relação da criança com outras pessoas, é construído pelas pessoas, e convencionado para ser daquela forma.
( ) É o conhecimento que expressa as relações entre dois ou mais objetos, não se encontra no objeto, está na relação entre eles.
( ) É o conhecimento dos objetos da realidade externa, o conhecimento está no objeto.

Assinale a alternativa que apresenta à seqüência correta.

·          3, 2, 1
·          3, 1, 2
·          1, 2, 3
·          2, 1, 3
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4. ASSOCIE A PRIMEIRA COLUNA DE ACORDO COM A SEGUNDA:


·         (1) Brincadeiras sensório-motoras
(2) Imitação
(3) Representação

( ) Reprodução de um modelo fornecido à criança ou não.
( ) Visam ao aprimoramento dos esquemas e, simultaneamente, constituem situações que propiciam a colocação de certas condições para provocar a reflexão da criança.
( ) Capacidade de evocar um objeto na ausência deste, por meio da linguagem.

·          2, 1, 3
·          1, 2, 3
·          2, 3, 1
·          3, 2, 1

Prova Educacional


DIREITO EDUCACIONAL
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1. Em que momento os professores puderam sindicalizar-se?

·          Depois da Constituição de 1988.
·          Antes da Lei de Diretrizes e Bases.
·          Depois da Lei de Diretrizes e Bases.
·          Antes da Constituição de 1988.
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2. Leia o texto abaixo:


·         Com a promulgação do Estatuto da Criança e do Adolescente, houve uma racionalização dos procedimentos e vagas foram organizadas para a distribuição das oportunidades educacionais próximas à residência do aluno, facilitando seu acesso e a permanência na escola e assegurando seu direito 
·          ao Ensino a Distância.
·          à educação superior.
·          à educação particular.
·          à educação gratuita.
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3. Leia abaixo:


·         Um dos aspectos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) foi o direito do aluno de ser respeitado por seus professores, trazendo mudanças no relacionamento professor/aluno. Esse aspecto foi direcionado a quem?

·          Aos Alunos.
·          Aos Pais.
·          Aos Educadores.
·          Aos Diretores.
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4. Que binômio representava a extensão do fracasso escolar do sistema brasileiro,


·         apresentando baixos índices de permanência na escola, além da falta de qualidade?

·          Reprovação–abandono.
·          Reprovação–permanência.
·          Reprovação–formativa.
·          Reprovação–terminalidade.

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