terça-feira, setembro 17, 2013

Prova Projetos Interdisciplinares

1. A partir de que idade as crianças podem desenvolver projetos interdisciplinares e por quê?


  •  A partir dos 4 anos de idade, porque estão preocupadas em explorar o mundo a sua volta através das ações sobre os objetos.
  •  A partir de 4 anos, porque as crianças estão preocupadas em submeter-se às regras implícitas do jogo de tabuleiro.
  •  A partir dos 4 anos, porque é quando se inicia o desenvolvimento da capacidade de representação e simbolização amplamente aplicada aos projetos interdisciplinares.
  •  A partir dos 4 anos, porque já desenham pelo simples prazer de riscar e testar suas capacidades de controlar seus movimentos para, concentradamente, conseguir fechar um círculo e reproduzir traços a sua volta, podendo ou não dar significado ao desenho depois dele pronto.

2. Além dos critérios de relevância para a seleção de um tópico para o projeto,



  • as autoras Lílian Katz e Sylvia Chard (1997) recomendam que se considere para levar adiante um projeto

  •  a localização da escola, a disponibilidade de recursos, a conscientização da comunidade da escola sobre a importância da pedagogia de projetos para o desenvolvimento cognitivo da criança.
  •  a aplicação de capacidades das crianças, a disponibilidade de recursos e o interesse do professor.
  •  a idade das crianças, o desempenho escolar e sua capacidade de representação simbólica.
  •  os conteúdos implícitos nas atividades planejadas para o projeto, as necessidades educativas das crianças e o seu estágio de desenvolvimento cognitivo.

3. Leia:



  • Requer uma ação crítica que conviva com as incertezas, contradições e ambiguidades, que reflita a realidade de tal modo que contribua para a formação de cidadãos capazes de conviverem e modificarem seu entorno social, cultural e natural. É a superação da linearidade e a fragmentação do ensino. A afirmativa acima refere-se à(às)

  •  globalização dos conteúdos.
  •  interdisciplinaridade.
  •  metodologias ativas para o ensino-aprendizagem.
  •  integração de atividades de aprendizagem.

4. É um processo imerso em aspectos ideológicos, políticos, econômicos, culturais, entre outros.



  • É um processo interno, configurado com padrões próprios da instituição:

  •  avaliação do desenvolvimento infantil.
  •  avaliação institucional.
  •  avaliação de aprendizagem.
  •  avaliação profissional.

Prova: GESTAO: QUALIDADE E PRODUTIVIDADE

1. Como a escola pode "produzir" cidadania e possibilitar a formação de cidadãos?

A escola precisa de um clima favorável ao cultivo do saber e da cultura, do prazer e da sensibilidade, desenvolvendo seus potenciais; a competên ia técnica e política; a ética, a emancipação e a autonomia.

2. A avaliação é tema constante nas discussões dos teóricos educacionais.

sistemático que possibilita a percepção, investigação e construção, permitindo o repensar sobre o compromisso da escola com a sociedade na qual está inserida, em busca de uma ?autoconsciência institucional?.

3. Almejando a qualidade em educação, capacitadora da construção da cidadania, como pode acontecer a construção de uma "nova escola"?.

A partir da escola existente, coletivamente, com concepção política e pedagógica explicitada no seu Projeto político-pedagógico.

4. A bibliografia especializada em Administração Escolar, falando sobre o desenvolvimento desta, destaca dois momentos:

transferência dos princípios e métodos da administração geral para a administração escolar e, após, a crítica sobre esta posição, apresentando novas propostas.

domingo, setembro 15, 2013

Mulher Silgular: Minha passagem pela Beauty Fair

Olá Pessoal,
Como hoje é domingo e dia de relaxar então fica aqui a dica do meu outro blog, onde trato de assuntos femininos e algumas outras coisas...
Beijos a todos e bons estudos!.


Mulher Silgular: Minha passagem pela Beauty Fair: A Beauty Fair – Feira Internacional de Beleza Profissional, a maior e mais qualificada feira de beleza profissional das Américas, a s...

sábado, setembro 07, 2013

O BLOG NA MÍDIA...

04/08/2013 - 01h55

Curso de pedagogia a distância cresce 45 vezes em dez anos

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SABINE RIGHETTI
DE SÃO PAULO
Ouvir o texto
Quem educa os educadores?A oferta de vagas em cursos presenciais de pedagogia tem tido um crescimento lento desde 2000. Mas o número de vagas da mesma modalidade a distância aumentou 45 vezes no mesmo período.
De acordo com especialistas ouvidos pela Folha, o crescimento dos cursos a distância de formação de professores se deve principalmente à necessidade de diploma superior para quem dá aula.
"Há um grande número de professores em atividade que não tem a diplomação de pedagogia e que encontram nos cursos a distância uma forma de fazer suas atividades", explica Carlos Vogt, presidente da Univesp (Universidade Virtual do Estado de São Paulo).
A universidade oferece, em parceria com a Unesp (Universidade Estadual Paulista), um curso de pedagogia semipresencial para professores que estão na sala de aula.
A primeira turma se formou há uma semana. Dos 1.350 ingressantes em 2009, na primeira turma, 992 concluíram o curso.
"É uma taxa de evasão muito baixa [de 26%]", anima-se o coordenador do núcleo de educação a distância da Unesp, Klaus Schlunzen Júnior. A média nacional na taxa de conclusão em pedagogia a distância é de 55%.
A obrigatoriedade do diploma surgiu na LDB (Lei de Diretrizes e Bases) de 1996 e passou a valer em 2009. Mas está longe da realidade.
Hoje, 76% dos 2,1 milhões de professores têm diploma de ensino superior. De quem não concluiu ensino universitário, 8,4 mil docentes têm só ensino fundamental.
Eeduardo Knapp /Folhapress
Primeira turma de pedagogia semipresencial da Unesp no Palácio dos bandeirantes
Primeira turma de pedagogia semipresencial da Unesp no Palácio dos bandeirantes
PROFESSOR ESTUDANTE
O problema é que quem já dá aula, mas não tem diploma, tem dificuldade para conciliar uma graduação com a rotina na escola.
Foi por isso que educadoras como Luciana Paula Della Coletta de Carvalho, formada a distância pela Unesp, escolheu um curso semipresencial. Ela trabalha com estudos do meio (como viagens para conhecer um bioma). "Hoje me sinto uma educadora mais responsável", diz.
Mas quem abocanha mesmo o mercado de formação de professores a distância é o setor privado, com 90% das 273 mil vagas em 2010.
"Havia muito preconceito das empresas em relação aos alunos dessa modalidade", explica Thais Sousa, diretora de desenvolvimento de ensino à distância da Anhanguera Educacional. Hoje, a Anhanguera tem 132 mil estudantes a distância.
Outra ideia disseminada sobre o ensino a distância, na opinião de Rachel Maschetti, aluna de pedagogia a distância na Unicid (Universidade Cidade de São Paulo), é a de que o curso seria mais fácil.
"O curso a distância é mais difícil. Os pontos são conquistados na prova, não há nota de participação na aula."
Ela decidiu fazer o curso a distância porque já trabalhava. Além disso, na Unicid, o curso remoto custa 40% menos do que o presencial.
Quando entrou no curso, em 2010, ela criou um blog (pedagogiaonlineead.blogspot.com.br/) que funciona como uma sala de aula virtual. Os alunos --são 700, de várias faculdades--, trocam material didático e discutem. "Ajuda a espantar a solidão", diz Maschetti, que se formou em junho.
Editoria de Arte/Folhapress
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