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segunda-feira, novembro 10, 2014

Material Complementar - Estágio Institucional





A IMPORTÂNCIA DO PSICOPEDAGOGO FRENTE ÀS DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM

08/11/2012 12:08:00
A importância do psicopedagogo frente às dificuldades de aprendizagem 

No Brasil, a Psicopedagogia existe há cerca de 40 anos,vem despertando a atenção de educadores e outros profissionais que trabalham com processo ensino-aprendizagem, ou que tem contato com pessoas que apresentam dificuldades de aprendizagem. 

Considerando a escola responsável por grande parte da formação do ser humano, o trabalho psicopedagógico na instituição escolar tem como caráter preventivo no sentido de procurar criar competências e habilidades para solução dos problemas com esta finalidade e em decorrência do grande número de crianças com dificuldade de aprendizagem e de outros desafios que englobam a família e a escola, a intervenção psicopedagógica ganha, atualmente, espaço nas instituições de ensino. Este artigo surgiu da preocupação existente diante as dificuldades dos alunos em que faz-se construir seus próprios conhecimentos por meio de estímulos, tem justamente o objetivo de fazer uma abordagem sobre a educação e a importância do psicopedagogo diante da instituição escolar. 

Ao considerarmos a aprendizagem com base nos pilares cognitivos e das emoções, fazemos uso dos sentimentos envolvidos na relação professor-aluno e como o processo de ensino é efetivado em função dessa interação. Se o professor não si preocupar com a aprendizagem do aluno, este no final do ano, não terá uma posição satisfatória. Falar da relação professor - aluno é falar de relações humanas, é falar de alegria e da angustia do outro e até da falta de interesse por parte do aluno e suas respectivas dificuldades. Cada um tem uma história diferente, uma linguagem diferente, uma maneira diferente, um incentivo diferente, esses elementos foram construídos pelas múltiplas relações da realidade. 

Na relação educativa, dentro das práxis pedagógica, ele é o sujeito que busca uma nova determinação em termos de patamar crítico da cultura elaborada. Ou seja, é um ser humano que busca adquirir um novo patamar de conhecimentos, habilidades e modo de agir. Mas, o próprio aluno não tem essa visão e muitas vezes se angústia dentro da escola porque ao chegar ali traz de casa o auto-conceito e auto-estima a partir das relações que desenvolve com os pais ou pessoas de seu convívio diário. O professor, em sala de aula, não pode destruir essa relação. O educando não pode ser considerado, pura e simplesmente, como massa a ser informada, mas sim como sujeito, capaz de construir a si mesmo, desenvolvendo seus sentidos, entendimentos e inteligências, a educação escolar não pode exigir uma ruptura com a condição existente sem suprir seus elementos. Há uma continuidade dos elementos anteriores e, ao mesmo tempo uma ruptura, formando o novo. O que o aluno traz de seu meio familiar e social não deve ser suprimido bruscamente, mas sim incorporado às novas descobertas da escola. 

Quando uma criança aprende um novo modo de executar uma brincadeira, um modo de ser, não suprime o modo anterior, ao contrário, incorpora o modo anterior ao novo modo de execução. É o novo que nasce do velho, incorporando-o por superação (Luckesi, 1994, p. 118). 
Assim as relações entre os professores e alunos, as formas de comunicação, os aspectos afetivos e emocionais, a dinâmica das manifestações na sala de aula, segundo Libâneo (1994), fazem parte das condições organizativas do trabalho docente, juntamente com os aspectos cognitivos e sócio-emocionais da relação professor-aluno. Isso significa que o trabalho docente se caracteriza não apenas pelo preparo pedagógico e científico do professor e de toda a equipe da escola, mas também, pelo constante vaivém entre as tarefas cognoscitivas colocadas pelo professor e o nível de preparo dos alunos para resolverem as tarefas. 

A importância do psicopedagogo frente às dificuldades de aprendizagem começa a configurar-se quando se toma consciência das dificuldades dos alunos e cuida-se em apresentar os objetivos, os temas de estudos e as tarefas numa forma de comunicação clara e compreensível, juntamente com o professor e na escola, em um todo. As formas adequadas de comunicação concorrem positivamente para a interação professor-aluno e outros que fazem parte do contexto escolar. 



Cada aluno tem uma história diferente, uma necessidade diferente, uma expectativa diferente quando se relaciona com o outro, inclusive com o professor. Por sua vez, o professor em sala de aula não vê o aluno com o mesmo olhar de outro professor. O professor não apenas transmite os conhecimentos ou faz perguntas, mas também ouve o aluno, deve dar-lhe atenção e cuidar para que ele aprenda a expressar-se, a expor suas opiniões. Para obter uma boa interação no aspecto cognoscitivo, é preciso levar em conta o manejo no recurso da linguagem; variar o tom da voz, falar pausadamente quando necessário e falar com simplicidade sobre os temas complexos. Nesse sentido, o que mais conta é a condição social do aluno e não a sua idade cronológica, conhecer também o nível de conhecimento dos alunos, ter um bom plano de aula, entendemos como sendo um bom plano de aula aquele que tem objetivos claros e estratégias de ensino capazes de ser colocadas em prática de acordo com a capacidade dos alunos e os recursos de sala de aula disponíveis na escola, explicar aos alunos o que espera deles em relação à assimilação da matéria. 

Outros aspectos indispensáveis são os sócio-emocionais. Estes aspectos referem-se aos vínculos afetivos entre o professor e os alunos, como também às normas e exigências objetivas que regem a conduta dos alunos na aula. 

O Psicopedagogo e a Instituição Escolar 

Diante do baixo desempenho acadêmico, as escolas estão cada vez mais preocupadas com os alunos que têm dificuldades de aprendizagem, não sabem mais o que fazer com as crianças que não aprendem de acordo com o processo considerado normal e não possuem política de intervenção capaz de contribuir para a superação dos problemas de aprendizagem. 

Neste contexto, o psicopedagogo institucional, como um profissional qualificado, está apto a trabalhar na área de educação, dando assistência aos professores e a outros profissionais da instituição escolar para a melhoria das condições do processo ensino-aprendizagem, bem como para prevenção dos problemas de aprendizagem. 

Por meio de técnicas e métodos próprios, o psicopedagogo possibilita uma intervenção psicopedagógica visando à solução de problemas de aprendizagem em espaços institucionais. 
Juntamente com toda a equipe escolar, está mobilizado na construção de um espaço adequado às condições de aprendizagem de forma a evitar comprometimentos. Elege a metodologia e/ou a forma de intervenção como o objetivo de facilitar e/ou desobstruir tal processo. 

Os desafios que surgem para o psicopedagogo dentro da instituição escolar relacionam-se de modo significativo. A sua formação pessoal e profissional implicam a configuração de uma identidade própria e singular que seja capaz de reunir qualidades, habilidades e competências de atuação na instituição escolar. 

A psicopedagogia é uma área que estuda e lida com o processo de aprendizagem e com os problemas dele decorrentes. Acreditamos que, se existissem nas escolas psicopedagogos trabalhando com essas dificuldades, o número de crianças com problemas seria bem menor. 

Para Bossa (2000), o psicopedagogo tem muito o que fazer na escola: Sua intervenção tem um caráter preventivo, sua atuação inclui: 

• orientar os pais; 
• auxiliar os professores e demais profissionais nas questões pedagógicas; 
• colaborar com a direção para que haja um bom entrosamento em todos os integrantes da instituição e; 
• principalmente socorrer o aluno que esteja sofrendo, qualquer que seja a causa. 

São inúmeras as intervenções que o psicopedagogo pode ajudar os alunos quando precisam, e muitas coisas podem atrapalhar uma criança na escola, sem que o professor perceba, e é o que ocorre com as maiorias das crianças com dificuldades de aprendizagens, e às vezes por motivos tão simples de serem resolvidos. Problemas familiares, com os professores, com os colegas de turma, no conteúdo escolar, e muitos outros que acabam por tornar a escola um lugar aversivo, e o que deveria ser um lugar prazeroso. 

Dentro da escola, a experiência de intervenção junto ao professor, num processo de parceria, possibilita uma aprendizagem muito importante e enriquecedora, principalmente se os professores forem especialistas em suas disciplinas. Não só a sua intervenção junto ao professor é positiva, também com a participação em reuniões de pais, esclarecendo o desenvolvimento dos seus filhos, em conselhos de classe com a avaliação no processo metodológico, na escola como um todo, acompanhando e sugerindo atividades, buscando estratégias e apoio necessário para cada criança com dificuldade. 

Segundo Bossa (l994, p. 23), 
[...] cabe ao psicopedagogo perceber eventuais perturbações no processo aprendizagem, participar da dinâmica da comunidade educativa, favorecendo a integração, promovendo orientações metodológicas de acordo com as características e particularidades dos indivíduos do grupo, realizando processos de orientação. Já que no caráter essistencial, o psicopedagogo participa de equipes responsáveis pela elaboração de planos e projetos no contexto teórico/prático das políticas educacionais, fazendo com que os professores, diretores e coordenadores possam repensar o papel da escola frente a sua docência e às necessidades individuais de aprendizagem da criança ou, da própria ensinagem. 
O psicopedagogo atinge seus objetivos quando, tem a compreensão das necessidades de aprendizagem de determinado aluno, abre espaço para que a escola viabilize recursos para atender às necessidades de aprendizagem. Desta forma o psicopedagogo institucional passa a tornar uma ferramenta poderosa no auxílio da aprendizagem. 

O Psicopedagogo e a Família do Educando 

O aprendizado não é adquirido somente na escola, é construído pela criança em contato com o social, junto com sua família e no mundo que o cerca. A família é o primeiro vínculo com a criança e é responsável por grande parte de sua educação, e de sua aprendizagem, e por meio desta aprendizagem ela é inserida no mundo cultural, simbólico e começa a construir seus saberes. Na realidade atual, o que temos observado é que as famílias estão meio perdidas, não sabendo lidar com situações novas: pais que trabalham o dia todo fora de casa, pais que brigam o tempo todo, desempregados, usando drogas, pais analfabetos, separados e mães solteiras. Essas famílias acabam transferindo para a criança, e esta entra num processo de dificuldade, e acabam depositando toda a responsabilidade para a escola, sendo que, em decorrência disso, presenciamos gerações cada vez mais dependentes, e a escola tendo que desviar de suas devidas funções para poder suprir outras necessidades. Cabe ai o psicopedagogo intervir junto à família das crianças que apresentam dificuldades de aprendizagem, por meio de uma entrevista e de uma anammese com essa família, para tomar conhecimento de informações sobre sua vida orgânica, cognitiva, social e emocional. 
Estar atentos no que a família pensa, seus anseios, seus objetivos e expectativas com relação ao desenvolvimento do filho é de grande importância para o psicopedagogo chegar a um diagnóstico. 

O diagnóstico é um processo contínuo sempre revisável, onde a intervenção do psicopedagogo inicia, segundo vimos afirmando, numa atitude investigadora, até a intervenção. É preciso observar que esta atitude investigadora, de fato, prossegue durante todo o trabalho, na própria intervenção, com o objetivo de observação ou acompanhamento da evolução do sujeito. 

Às vezes, quando o fracasso escolar não está associado às desordens neurológicas, a família tem grande participação nesse fracasso. Percebe-se nos problemas, lentidão de raciocínio, falta de atenção, e desinteresse. Esses aspectos precisam ser trabalhados para se obter melhor rendimento intelectual. 

A família desempenha um papel importante na condução e evolução do problema acima mencionado, muitas vezes não quer enxergar essa criança com dificuldades que muitas vezes está pedindo socorro, pedindo um abraço, um carinho, para chamar a atenção para o seu pedido, a sua carência. Esse vínculo afetivo é muito importante para o desenvolvimento da criança. Sabemos que uma criança só aprende se tem o desejo de aprender, e para isso é importante que os pais contribuam nesse processo. 

É cobrado da criança que esta seja bem sucedida. Porém quando este desejo não si realiza, surge a frustração e a raiva que acabam colocando a criança num estado de menos valia, e proporcionando as dificuldades de aprendizagem. 

A intervenção psicopedagógica si propõe a incluir os pais no processo, através de reuniões, possibilitando o acompanhamento do trabalho junto aos professores. Sendo assim os pais ocupam um novo espaço no contexto do trabalho, opinando e participando. 

Autor: Joelma Gomes Cavalcante Leite


Fonte: Portal Educação - Cursos Online : Mais de 1000 cursos online com certificado

Esta apresentação reflete a opinião pessoal do autor sobre o tema, podendo não refletir a posição oficial do Portal Educação.

domingo, setembro 21, 2014

Pós em Metodologia da Interdisciplinaridade

1. [QuestãoID 68641] Em relação à construção de conceitos, pode-se afirmar que:


  •  (4) a construção de conceitos está vinculada ao amadurecimento de certas características do organismo.
  •  (2) não é uma atividade espontânea, sendo formada pela troca simbólica entre o detentor dos saberes socialmente relevantes e a criança.
  •  (3) é uma associação entre construção espontânea e trocas com sujeitos mais experientes.
  •  (1) é uma construção espontânea, sendo formada pela troca simbólica entre o detentor de saberes socialmente relevantes e a criança.

2. [QuestãoID 68634] Para discutir as características tipicamente humanas, Vygotsky analisa o comportamento animal. Segundo ele,


  •  (2) existem traços característicos do comportamento humano.
  •  (4) o grande condicionante do comportamento humano e do animal seriam os fatores biológicos.
  •  (1) o comportamento animal deve ser usado para explicar o comportamento humano.
  •  (3) tanto o comportamento humano quanto o comportamento animal são determinados por fatores imediatos.

3. [QuestãoID 68629] Atualmente, o ensino da Psicologia busca:


  •  entender o comportamento humano.
  •  estabelecer um critério sistematizado para analisar os fenômenos humanos inseridos na realidade cotidiana.
  •  estudar o comportamento social.
  •  estudar o cotidiano das pessoas.

4. [QuestãoID 68632] Ao discutir a formação da consciência humana, Vygotsky apropria-se das ideias de Marx e Engels, pelas quais:


  •  (4) o homem é possuidor de uma essência humana responsável pela formação da consciência.
  •  (3) a consciência e o modo de vida são categorias que se formam de modo independente uma da outra.
  •  (2) a consciência determina o modo de vida dos sujeitos.
  •  (1) a consciência seria determinada pelo modo de vida concreto dos sujeitos.

INTRODUÇÃO À EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

Pessoal é somente as perguntas quem puder enviar as respostas ficaremos agradecidos.

QUESTÃO 1.
Com relação às mídias digitais interativas, podemos afirmar que: 
A) Vêm sendo empregadas em todo o seu potencial, especialmente na educação a distância.
B) Não vêm sendo utilizadas na EAD, que privilegia as mídias não-interativas, como a internet e a televisão.
C) Vêm sendo utilizadas na EAD aquém do seu potencial, sendo ainda mais informativas do que interativas.
D) Vêm sendo utilizadas na EAD além do seu potencial, sendo muito mais interativas do que informativas.


QUESTÃO 2.
No caso da educação a distância com mídias voltadas para a autoinstrução, o planejamento prévio e o 
design dos materiais didáticos devem ser: 
A) Necessários, porém não suficientes para serem atingidos bons resultados de aprendizagem.
B) Suficientes para que todos os alunos se formem no prazo previsto.
C) Suficientes para que os alunos possam estudar a qualquer hora, desde que auxiliado pelo tutor.
D) Necessários e suficientes para garantir bons resultados de aprendizagem.

QUESTÃO 3.
Viabilizada pela difusão das tecnologias digitais e interativas, a videoconferência passou a ser utilizada 
na educação a distância por:
A) Melhorar significativamente a qualidade dos sons e imagens transmitidos, em comparação com o rádio e a 
televisão convencional.
B) Possibilitar a transmissão de aulas interativas em larga escala.
C) Permitir a interação em tempo real entre professores e alunos a distância.
D) Dispensar a familiarização dos professores com novas práticas didático-pedagógicas.

QUESTÃO 4.
No campo da educação a distância, os conceito de Presença e Distância são:
A) Mutuamente excludentes.
B) Idênticos.
C) Complementares, dialéticos.
D) Distintos, mas tal distinção não tem sentido para a EAD, que é justamente ensino a distância.

QUESTÃO 5.
Quanto às questões políticas que cercam a educação a distância no Brasil, podemos afirmar que:
A) O debate em torno da EAD inclui questões políticas, tais como a democratização do acesso à educação e a 
superação da exclusão digital.
B) A democratização do acesso à educação não passa pela EAD em si mesma, pois isso é tarefa de políticos e 
legisladores, não de educadores.
C) A educação a distância em larga escala é sempre sinônimo de massificação e impessoalidade; os 
legisladores e políticos devem coibi-la.
D) O design universal não precisa ser uma preocupação na educação a distância, pois alunos com deficiências 
físicas e mentais não podem, de qualquer maneira, usar as tecnologias necessárias para o estudo a distância.

QUESTÃO 6.
Um dos grandes desafios enfrentados pela educação a distância no campo pedagógico é criar e 
desenvolver: 
A) Maneiras mais fáceis de aquisição do conhecimento por parte dos alunos que não têm tempo para estudar.
B) Formas de ensinar e aprender mais adequadas às necessidades de cada caso específico.
C) Formas mais eficientes de testar o grau de retenção das informações básicas pelos alunos.
D) Técnicas mais eficazes de repassar informações e transmitir conteúdos do professor para os alunos que estudam a distância.

QUESTÃO 7.
Em vários projetos de educação a distância notamos que a busca de novas formas de ensinar e 
aprender aparece entre as justificativas relacionadas. Ao observarmos com atenção os cursos 
ofertados, podemos dizer que:
A) Todos os cursos de EAD são inovadores pela necessidade de aplicarem uma linguagem bem diferente do 
ensino presencial.
B) Todos os cursos de EAD são inovadores porque utilizam novas tecnologias de informação e de 
comunicação.
C) Poucos cursos de EAD são realmente inovadores porque a legislação que os regulamenta impede 
mudanças na prática pedagógica.
D) Em muitos cursos o que falta são práticas didáticas que concretizem as proposições pedagógicas de seus 
projetos iniciais.

QUESTÃO 8.
A expressão mídia integrada implica necessariamente: 
A) No uso de computadores e programas multimídia.
B) Na distribuição dos diversos materiais integrados em um único pacote.
C) Na convergência digital e na internet 2.0.
D) No design integrado e no planejamento conjunto dos materiais didáticos.

QUESTÃO 9.
Os ambientes virtuais de aprendizagem podem utilizar formas comunicativas:
A) Interativas, como slides e textos para leitura complementar.
B) De um para um, de um para muitos, de muitos para um e de muitos para muitos.
C) Assíncronas, como o chat ou bate-papo e a audioconferência.
D) Síncronas, como o correio eletrônico e os fóruns de discussão.

QUESTÃO 10.
A sala de aula enriquecida é um tipo de EAD a partir do qual: 
A) São utilizadas somente tecnologias de ponta, de alto custo de implantação, mas com resultados ampliados 
na aprendizagem.
B) Professores e alunos recebem uma ajuda de custo para a pesquisa e a produção de novos conhecimentos.
C) A sala de aula tradicional é incrementada com recursos tecnológicos.
D) O aluno estuda a distância, com auxílio de tecnologias emergentes como a televisão digital

Pós em Alfabetização

Colaboração da colega Catiuscia
PRÁTICA EDUCATIVA DA LÍNGUA PORTUGUESA

1. [QuestãoID 67440] O processo de ensino-aprendizagem dos mecanismos de coerência/incoerência textual não deve assumir



  • uma dimensão moralista de condenação ou reprovação generalizada do texto do aluno porque:

  •  o mecanismo coerência/incoerência é um conteúdo difícil para o aluno, e o professor não deve esperar que o aluno o domine completamente.
  •  os alunos podem achar que são pouco inteligentes e que não conseguem aprender como construir um bom texto.
  •  a incoerência nem sempre é um erro ou um comportamento antiético, mas pode resultar da falta de conhecimento sobre uma situação ou assunto.
  •  o mecanismo coerência/incoerência estará sempre presente no texto dos alunos por mais que se ensine.

2. [QuestãoID 67456] A produção de texto em sala de aula, embora configure atividade sistemática e metodológica, reporta-se


  •  aos modelos de textos das cartilhas.
  •  à escrita pedagógica e escolar.
  •  sempre às condições de uso real da escrita.
  •  sempre à criação imaginária e espontânea da criança.

3. [QuestãoID 67433] Assinale a alternativa correta.


  •  Não convém discutir com os alunos os problemas de inadequação de seus textos, pois os alunos tendem a gravar o erro.
  •  O professor deve proceder às correções dos textos dos alunos e apresentar-lhes o texto já reescrito.
  •  Para que os alunos não gravem os erros, é importante que o professor não utilize, na prática pedagógica, os textos dos próprios alunos, pois eles geralmente apresentam muitos erros.
  •  Na linguagem oral existem variedades dialetais que não correspondem à norma-padrão, mas são igualmente válidas, do ponto de vista linguístico. Já o ensino da escrita deve orientar-se pela norma -padrão, mas sem desqualificar preconceituosamente a expressão dialetal dos alunos.

4. [QuestãoID 67438] Assinale a alternativa correta, no que se refere à estrutura do texto.


  •  O tema é o assunto tratado na conclusão do texto.
  •  Todo texto apresenta, obrigatoriamente, introdução, desenvolvimento e conclusão.
  •  Geralmente, os textos apresentam introdução, desenvolvimento e conclusão.
  •  Enredo de texto corresponde à introdução do texto.

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Prova concluída com sucesso!!!
Resultado final : 4.0
GESTÃO ESCOLAR
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1. [QuestãoID 67778] Segue abaixo:


·         A implantação e a manutenção da gestão democrática necessita, dentre outros, que se eleja o planejamento participativo como veículo para sua efetivação, pois planejamento participativo se constitui em

·          abordagem política assumida somente pela direção, coordenação e supervisão.
·          uma maneira de planejar a ação de cada colaborador individualmente, para não haver conflitos de ideias e que todos possam ser ouvidos pela direção.
·          um processo político, de um propósito coletivo, com máxima participação dos envolvidos na instituição escolar.
·          uma concepção teórica que deve estar no Projeto Político-Pedagógico.
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2. [QuestãoID 67730] Os gestores/educadores devem oportunizar a formação de cidadãos para que atuem na sociedade como

·          gente que seja séria, respeitosa, disciplinada e cumpridora de suas obrigações.
·          pessoas que consigam reproduzir padrões preestabelecidos.
·          gente que possa pensar, sentir, agir, sonhar e realizar.
·          pessoas que consigam desenvolver compromissadamente as exigências da sociedade em relação ao desenvolvimento industrial e econômico.
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3. [QuestãoID 67704] Ao gestor escolar da modernidade exige-se um outro perfil, uma vez que a relação interpessoal faz parte do processo de transformação da gestão.


·         Assim, para o perfil desse profissional é preciso:

·          ter habilidades para planejar, organizar e avaliar, ser líder, comunicativo, aberto às quebras de paradigmas e ao pioneirismo de novas criações.
·          ter habilidades para planejar, organizar, executar e avaliar de acordo com o Projeto Político Pedagógico da instituição escolar.
·          ter habilidades para conduzir o trabalho administrativo e pedagógico.
·          ter habilidades para planejar, organizar e avaliar de acordo com a legislação educacional vigente e com as diretrizes constantes do Projeto Político Pedagógico.
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4. [QuestãoID 67776] Assinale a alternativa que corresponde a uma das características fundamentais do planejamento educacional

·          No planejamento há total neutralidade.
·          É imprescindível a participação.
·          O planejamento é fundamentalmente tecnocrático.

·          O planejamento é um processo político essencialmente.

Estágio

A pedido do autor segue material.
Como o arquivo não foi criado por mim algumas formatações podem ser perdidas na visualização.







MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS
CENTRO DE EDUCAÇÃO A DISTANCIA - CEAD
CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA A DISTANCIA




Descrição: Descrição: ufpellogo

RELATÓRIO DE ESTÁGIO


 PRÁTICA DOCENTE II.


IVAN SAGGIN







POLO DE APOIO PRESENCIAL PANAMBI/RS
 AGOSTO/2014.

IVAN SAGGIN






RELATÓRIO ESTÁGIO DE DOCÊNCIA








Relatório de Prática Docente II apresentado ao Curso de Licenciatura em Pedagogia- UFPel/UAB, como requisito à conclusão do Estágio Supervisionado de séries iniciais.





Supervisor do Estágio CLPD: Lilian Lorenzato

Supervisor do Estágio Escola: Graziela Fonseca





Panambi (RS)
2014.






















Equipe docente responsável:
Eduardo Garralaga Melgar Junior e Rosangela Rachinhas
Adriane Möbbs e Rosangela Stiehl
Márcio Porciúncula
RESUMO
     A Escola Egydio Véscia de Santa Barbara do sul, situada no bairro Cerutti, na rua Mario Brum, é formada por 395 alunos,  38 professores e 50 funcionários, tem vários lugares lúdicos e também áreas de ensino, as salas são amplas e bem acomodadas. A escola no geral trabalha o sujeito construindo a personalidade e a escola tem uma participação ativa para que esse sujeito se integre com os demais, pois a partir daí crie suas convicções e passe por processo de aprendizagem e construam o conhecimento.






Palavras-chave: PRÁTICA DOCENTE. ALUNO. APRENDIZAGEM.















LISTA DE FIGURAS


Figura 1.          Sala de aula..................................................................................12
Figura 2.          Trabalhinho..................................................................................12



























SUMÁRIO




INTRODUÇÃO...............................................................................................................6
DESENVOLVIMENTO.................................................................................................8
  1. A TURMA .........................................................................................................10
  2. PLANEJAMENTO...........................................................................................13
  3. APRENDIZAGEM E NÃO APRENDIZAGEM...........................................14
CONSIDERAÇÕES FINAIS........................................................................................16
REFERÊNCIAS............................................................................................................17






















INTRODUÇÃO
     Neste trabalho relatarei minha experiência como estagiário nas séries iniciais do ensino fundamental, experiência esta proporcionada através da realização do Estágio Curricular em Prática Docente II, na Escola Estadual de Ensino Fundamental Egydio Vescia, que localiza-se no município de Santa Barbara do Sul, Estado do Rio Grande do Sul, com turma de 4º ano, tendo doze alunos, sendo quatro meninas e oito meninos, com faixa etária entre oito e doze anos de idade, no turno da tarde.
            Para o planejamento das aulas foi necessário conhecermos os sujeitos com os quais iríamos trabalhar, para tanto primeiro realizamos Estágio de observação que realizamos durante uma semana, acompanhando as crianças em suas rotinas escolares, a fim de obtermos subsídios e informações para qualificarmos nossa proposta de trabalho.

















Desenvolvimento

     Conforme a exigência para a formação inicial de professor, devemos além do estudo teórico, ter a prática docente através dos estágios, que durante esse tempo, precisamos observar nossos alunos e ver suas limitações para que nosso trabalho flua e aconteça naturalmente, e também que possamos ter um ensino de qualidade.
     O estágio curricular em Prática Docente II foi realizado na Escola Municipal de Ensino Fundamental Egydio Véscia, localizada na cidade de Santa Barbara do Sul, RS. A escola atende cerca de trezentos e noventa e cinco alunos distribuídos de 1º ao 8º ano, nos turnos da manhã e tarde. A escola conta hoje com uma diretora, serventes, professores, secretária e coordenação pedagógica.
     Toda a escola deve ter definida, para si mesma e para a sua comunidade escolar, uma identidade e um conjunto orientador de princípios e de normas que iluminem a ação pedagógica cotidiana.
     O projeto politico pedagógico vê a escola como um todo em sua perspectiva estratégica, não apenas em sua dimensão pedagógica. É uma ferramenta gerencial que auxilia a escola a definir suas prioridades estratégicas, a converter as prioridades em metas educacionais, a decidir o que fazer para alcançar as metas de aprendizagem, a medir se os resultados foram atingidos e a avaliar o próprio desempenho. Por isso, fazem-se necessários um constante repensar e avaliar para que nossa caminhada seja um sucesso.
     A gestão escolar da escola Egydio, de certa forma no mundo de hoje, é muito complexa e muitas vezes nos confunde, pois em algumas circunstâncias com ações sem limites ou ainda com práticas de interesses particulares, isto é, quando convém reivindica-se o espaço democrático. A gestão democrática deve ser sobre tudo um processo a ser desenvolvido pelos os sujeitos de maneira transparente.
     O projeto politico pedagógico da escola tem como objetivo de esclarecer afazeres à comunidade escolar, juntamente com o regimento escolar que são de extrema importância para a escola, onde nesse projeto define as funções da comunidade escolar desde a diretora da escola ao aluno mais novo da escola, o PPP da escola é feito e elaborado e também avaliado e revigorado pela equipe gestora da escola e ainda pelos membros do CPM da escola e conselho escolar.
     Para o aprendizado do aluno é necessário que o professor faça um planejamento, pois deve estar presente em todas as atividades escolares, é a etapa mais importante do projeto pedagógico, porque é nesta etapa que as metas são articuladas e estratégias são elaboradas e ambas são ajustadas às possibilidades reais. Existem três tipos de planejamento escolar, o plano da escola, o plano de ensino e o plano de aula.
     Devemos diversificar as atividades para que não caiam na rotina e muito menos se tornem cansativas, respeitando as habilidades e ritmo de todos os alunos.  Nas atividades podemos diversificar tanto os recursos utilizados, quanto a disposição em sala de aula que pode ser em grupos para a melhor interação dos alunos ou  individual, além do tempo e forma de apresentação das mesmas.
          Devemos considerar o desenvolvimento da oralidade, fazendo rodas de conversas informais, usando a língua falada em diferentes situações escolares, buscando empregar a variedade linguística solicitando que alunos entreguem recados para alunos de outra turma,  no intuito de interagir aluno e escola.
     A ação de encaminhamento das propostas acontece naturalmente onde já se tem um conhecimento prévio da turma e de seu andamento sobre as atividades, ou seja, é importante pesquisar o entorno, saber a realidade de cada aluno.  Acredito que só assim nossa proposta tem uma finalidade.
     A ação de mediação dos processos de aprendizagem, por si só já nos diz tudo, através dessa mediação vamos conhecer as dificuldades e as limitações de cada um dos nossos alunos em sala de aula, para que possamos trabalhar de maneira individualizada quando necessário. Fazer um acompanhamento do nosso aluno, caminhar junto com ele, mostrando novos caminhos de pesquisa, de saber mais.
     A ação de acompanhar e registrar o aprendizado dos alunos seria uma forma de avaliação, pois assim sabemos até onde ele sabe e de onde precisamos partir para novos conhecimentos. É importante também dialogar com o sujeito, estar sempre junto ao aluno, escutando-o, isso ajuda a saber o que ele sente.

1- A Turma

     A turma é bastante diversificada, os alunos são muitos agitados, pude perceber isso já na observação, pois às vinte horas de observação não foi o suficiente para mim, achei necessário fazer umas horas a mais, por livre e espontânea vontade, a fim de perceber como realmente é dar aula para os anos iniciais.
    Notei que havia quatro alunos que precisavam de maior atenção, em sala de aula, pois a professora tinha muita dificuldade em conseguir que copiassem do quadro. Assim, fiquei com vontade de dar  atividades em xerox, mas penso que se trabalharmos só com xerox não vamos ter a linguagem escrita e os pais cobram também da escola, o porquê dos seus filhos não terem nada no caderno, além de ser importante que escrevam. Assim,  a professora parceira sugeriu passar textos mais curtos e objetivos no quadro para eles desenvolverem a leitura e escrita.
    Os quatro alunos que tinham dificuldade, eram bem agitados e a desorganização dos cadernos era bem grande, pois a escola tem sua rotina semanal, e os mesmos não traziam os cadernos nos dias certos e também pela falta de interesse da parte dos mesmos, pois eles sempre reclamavam das atividades que eram propostas pela professora parceira, ou até mesmo por mim, nesse período de estágio, ficavam toda hora pedindo para ir ao banheiro e sempre era preciso ir atrás para ver onde eles estavam.
   O período de estagio foi curto para poder investigar mais sobre a realidade destes alunos que já eram repetentes e tinham problemas em casa também. Com certeza seus comportamentos eram reflexos da defasagem idade série e desses problemas que tinham.
    Os alunos no geral têm muitas dificuldades, por ser uma turma de quarto ano, percebi que não respeitam as linhas do caderno, não sabem identificar onde é o paragrafo no seu caderno, muita dificuldade nas interpretações dos textos, nota-se pouca vontade de certos alunos, não se sabe se é pelo fato de elas virem na parte da manhã quando a escola disponibiliza reforço para os alunos com muita dificuldade, pois os mesmos vêm para a escola de manhã e voltam à tarde para sua casa, ficam o dia todo na escola.
   No entanto, nessa sala também tem alunos muito bons, que fazem as atividades, copiam, tem um ótimo aproveitamento dentro da sala de aula. Isso é muito gratificante para mim que estou começando agora essa jornada de professor. Pude contar com estes alunos para ajudar os outros.
   Mesmo assim, tive muita dificuldade em trabalhar esses alunos problemáticos em sala de aula, tive que passar o conteúdo no quadro e depois ficar pressionando para que eles copiassem as atividades até alcançarem os que já terminaram, ou ditar para eles copiaram algumas vezes, pois foi uma forma que achei para eles acompanharem os outros.   

Figura 1: sala de aula
Figura 2: trabalhinhos  



     2- Planejamento

     Um planejamento bem organizado contribui para um ótimo trabalho e aprendizado.  O planejamento prévio deve fazer parte da rotina do educador, pois assim se estipula objetivos, prevê situações e assim  se vai mais preparado para a aula e para melhor mediar a aprendizagem. Segundo Corsino (2009, p. 119), descreve:
“o planejamento é o momento de reflexão do professor, que, a partir das suas observações e registros, prevê ações, encaminhamentos e sequências de atividades, organiza o tempo e espaço”.

O planejamento pedagógico na Educação Infantil precisa ser discutido e articulado aos sujeitos que estão inseridos nestes ambientes coletivos de educação, assim é imprescindível trazer para a sala de aula, através dos planejamentos, as manifestações que as crianças expressam no seu dia-a-dia, a partir de seus balbucios, choros, falas, gestos, desejos, hipóteses e conhecimentos prévios, estes são de suma relevância para um trabalho que respeite as culturas infantis (AHMAD, 2011, 03).
  
   Além de ser necessário, o planejamento é a base, traz a forma, a maneira que o tema e o conteúdo serão trabalhados com o aluno, precisa respeitar seus limites, seu tempo de aprendizagem,  adequando sempre as atividades conforme os tempos da escola.
    O planejamento precisa ser pensado a partir das atividades vivenciadas pelas crianças, de acordo com o que o professor propôs para dar continuidade ao processo de aprendizagem, e também conter propostas criativas e diferenciadas, sempre aproveitando o que surge no momento.
    Assim o professor deve ter organização, ser flexível, fazendo um levantamento nos primeiros contatos com a turma, sempre observando a presença das linguagens, das rotinas, das diversidades de atividades, das diferenças de tempo, de ritmos, de habilidades, de necessidades dos alunos, as atividades coletivas e individuais e distribuição das atividades pelo tempo cronológico e da escola.
O Planejamento foi realizado através do Plano de Estudos da escola, e pelas orientações da professora titular. O planejamento escolar é uma tarefa docente que inclui tanto a previsão das atividades didáticas em termos da sua organização e coordenação em face dos objetivos propostos, quanto a sua revisão e adequação no decorrer do processo de ensino. O planejamento é um meio para se programar as ações docentes, mas é também um momento de pesquisa e reflexão intimamente ligado à avaliação.

3 - Aprendizagem e não aprendizagem

     No aprendizado do aluno podemos acompanhar todos os passos desde o ensino e a aprendizagem, compreender como eles estão se concretizando, oferecer mais estudo e mais trabalhos, individual ou coletivamente, deve-se conhecer o aluno, verificar seu ritmo de progresso, detectar as dificuldades do aprendizado, assim orientando a aprendizagem, mas sempre respeitando assim os limites de cada aluno.
      As limitações e fragilidades dos alunos é uma grande preocupação, pois devemos entender nosso aluno antes de propor as atividades, para que de uma maneira geral entender suas limitações e o seu rendimento em sala de aula, pois muitas vezes é ensinado o conteúdo e o a aluno não aprendeu nada, a partir dessa demanda de alunos foi criado turmas de reforço. Com o objetivo dos alunos com dificuldades reforcem o seu raciocínio e voltem para turma com o entendimento bem melhor e não se sentindo um sujeito excluído pela turma.
      A função do professor não se limita ao comodismo, o dono da verdade, mas sim desenvolver estratégias juntamente com a família dos educandos com a finalidade de facilitar o enfrentamento de situações inusitadas que ocorrem continuamente na escola. Assim devemos conhecer a família do aluno para poder compreender esse aluno, pois dependendo da maneira que vivem isso refletirá na maneira de agir desse aluno.
     O educador da educação infantil preocupa-se com a organização e aplicação das atividades que contribua para o desenvolvimento das crianças. Ele tem o papel de ajudar na formação do educando infantil diariamente, para que o espaço da escola infantil seja lúdico e de aprendizagem. Ele observa e pesquisa estratégicas que ira ajudar a criança e a si mesmo a desenvolver autonomia critica da realidade sócia cultural que a escola estiver inserida.
     Compreender, conhecer e reconhecer o jeito particular das crianças e estarem no mundo é o grande desafio da educação infantil e de seus profissionais, pois desvendar o universo infantil é uma conquista, através de interações e práticas voltadas para uma verdadeira educação de qualidade integrada no processo de desenvolvimento infantil.
      Toda a escola deve ter definida, para si mesma e para a sua comunidade escolar, uma identidade e um conjunto orientador de princípios e de normas que iluminem a ação pedagógica cotidiana. Conforme Freire, as situações-limites não podem ser identificadas como obstáculos, mas sim como algo para ser trabalhado.















Considerações Finais

      Assim, concluem-se que para um professor estar à frente dos alunos deve estar sempre equipado com boas leituras, planejamento, domínios dos conteúdos e motivação, transmitindo  confiança  e curiosidade aos alunos para poder  mediar  a construção do conhecimento.
      Sabemos o quanto é importante o conhecimento da realidade em que cada um de nossos alunos se encontra. Pois só conhecendo essa realidade, vamos poder contribuir de forma mais significativa em sala de aula, por que na verdade o que é refletido no ambiente escolar é a realidade trazida pelo educando de casa. Para que nossa educação seja uma educação para a liberdade e de qualidade, precisamos unir a escola e família em um mesmo objetivo, que é a educação, só assim obteremos resultados positivos.
      Para um bom trabalho em sala de aula, devemos ter um planejamento e um conhecimento prévio do que os alunos já sabem, pois assim será mais fácil  aprender e ensinar. Também é fundamental que as famílias trabalhem junto com a escola, principalmente valores como respeito e responsabilidade.
     Nós como educadores, devemos respeitar os limites dos alunos também, pois cada um tem um ritmo diferente. Precisamos usar estratégias para que façam além do que é pedido, tenham vontade de aprender mais. E nós também  temos a capacidade de fazer algo a mais, seja em sala de aula, em casa ou no próprio trabalho.
    Eu, Ivan Saggin, um futuro profissional da área da educação, acredito  que  aprendemos com erros, dificuldades e acertos.  Esse estágio final, na verdade foi um desafio  que me mostrou que na parte teórica é mais fácil, porém na parte prática é bem mais difícil, mas com muita ajuda da parte docente do Polo e da Escola, me senti capaz de alcançar meus objetivos com muito esforço.



Bibliografia

AHMAD, Laila Azize Souto. Planejamento na Educação Infantil: Uma construção mediada pela coordenação pedagógica no núcleo de Educação Infantil IPE Amarelo. Curitiba, PUC,2011.

CORSINO, Patrícia. Educação Infantil: cotidiano e políticas. Organizado por Patrícia Corsino. Campinas, SP: Autores associados, 2009.

FILHO PARENTE, José. Planejamento Estratégico na Educação. Brasília: Plano, 2001
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia. São Paulo: Paz e Terra, 1996.

FREIRE, Paulo. Ação cultural para a liberdade e outros escritos. 2° ed..Rio de Janeiro/ RJ, Paz e Terra, 1977.

FREIRE, Paulo; MACEDO, Donaldo. Alfabetização: leitura do mundo leitura da palavra; tradução Lolio Lourenço de Oliveira. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1990.
PPP da Escola Municipal de Ensino Básico Egdio Véscia.
VASCONCELLOS, Celso S. Planejamento: projeto de ensino-aprendizagem e político-pedagógico. São Paulo: Libertad, 2002.