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sábado, agosto 14, 2021

Aap4 - Educação e Diversidade

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“Gentileza gera gentileza.” 

  

1) A tolerância é antes de mais nada uma exigência ética. Ela representa o direito que cada pessoa possui de ser aquilo que é e de continuar a sê-lo. Esse direito foi expresso universalmente na regra de ouro “Não faças ao outro o que não queres que te façam a ti”. Ou formulado positivamente: "Faça ao outro o que queres que te façam a ti”. Esse preceito é óbvio.

Fonte: BOFF, Leonardo. A intolerância no Brasil atual e no Mundo. 20/01/2015. Disponível em: <https://leonardoboff.wordpress.com/2015/01/22/a-intolerancia-no-brasil-atual-e-no-mundo/> acesso em: 14/11/2016 

Conforme as palavras de Boff assinale a afirmativa que resume o núcleo de saber contido no conceito de tolerância:


Alternativas:

  • a)

    Aceitar o outro e suas diferenças, se eu não for obrigado a conviver com essas pessoas, uma vez que, para que possa haver uma interação, elas terão que mudar suas opiniões para o mesmo ponto de vista que eu tenho.

  • b)

    O núcleo de saber contido no conceito de tolerância é coexistir com a diferença tendo a capacidade de voltar-se para uma realidade diferente de sua própria maneira de ser, de agir ou de pensar.

    Alternativa assinalada
  • c)

    Aceitar que o outro tem seu modo de pensar diferente do meu, mas, ter cuidado pois, por ele ser diferente e desconhecedor da verdade, ele pode deteriorar os bons e verdadeiros princípios que eu sigo.

  • d)

    Aceitar que o outro é diferente, mas porque tem modos, culturas e ideologias que eu não concordo, tornam-se perigosos para aqueles que são culturalmente mais evoluídos.

  • e)

    Aceitar o diferente com suas limitações e procurar ensiná-los sobre as filosofia ocidental suas verdades, afim de aperfeiçoá-lo e torná-lo seguidor da verdade.

2)

Como em muitas sociedades ocidentais, o preconceito etário, no Brasil, ocorre nas famílias, nos órgãos governamentais, no sistema de saúde, nos mercados de trabalho assalariado e em toda a mídia [...] Por isso, a ideia de que a idade é uma base potencial de divisão e conflito entre gerações, enquanto tal, representa uma ameaça à solidariedade intergeracional e é uma questão que está sendo discutida no Brasil.

(Fonte: Goldani, 2010, p.413. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S010173302010000200007&lng=en&nrm=iso . Acesso em  15  Nov.  2016)

Sabemos que as atitudes preconceituosas em termos de idade podem se tornar discriminação por idade. Assinale a afirmativa que indica quando essas crenças se tornam discriminação.


Alternativas:

  • a)

    Discriminação por idade pode ser encontrada quando são elaborados grupos de passeios, excursões para a terceira idade em que outros grupos não desfrutam da participação.

  • b)

    Discriminação por idade ocorre quando a idade cronológica demarca grupos de pessoas a quem são negados recursos e oportunidades que outros desfrutam trazendo prejuízo à esses grupos.

    Alternativa assinalada
  • c)

    Podemos perceber a discriminação por idade quando existem programas de empregabilidade em que todos os grupos etários são contemplados e beneficiados.

  • d)

    Percebemos a discriminação na família quando em época de crise do emprego, os jovens são ajudados economicamente  pelos mais velhos, resultando em problemas intergeracionais.

  • e)

    A discriminação por idade acontece quando uma faixa etária se beneficia de programas especiais, tais como descontos para idosos ou programas de emprego para jovens.

3)

A discriminação por idade no mercado de trabalho é mal conhecida, mas os resultados disponíveis indicam claramente a sua presença, mesmo dentro de um grupo já discriminado, como os trabalhadores incapacitados (Sampaio, Navarro & Martín, 1999). Em 2005, mais de um quarto dos homens entre 50 e 65 anos e 30% das mulheres entre 50 e 59 anos eram definidos como economicamente inativos, no Brasil. 

(Fonte: Goldani, 2010, p.422 Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S010173302010000200007&lng=en&nrm=iso . Acesso em:  15  Nov.  2016) 

Segundo estes dados, podemos chegar à algumas conclusões sobre a inatividade de homens e mulheres entre 50 e 65 anos. Assinale a afirmativa que traga indícios que sugiram corretamente as causas dessa inatividade econômica:


Alternativas:

  • a)

    Nas idades entre 50 e 65 anos as pessoas estão desatualizadas, por isso não conseguem se encaixar nas vagas de trabalho que exigem novos conhecimentos.

  • b)

    Possivelmente as pessoas inativas entre as faixas etárias assinaladas no texto estão nesta situação devido às empresas procurarem pessoas mais jovens, pois as mais velhas não aceitam as mudanças do trabalho contemporâneo.

  • c)

    podemos concluir que a inatividade das pessoas mais velhas tenha a ver com a dificuldade de lidarem com novas tecnologias, que os trabalhos atuais exigem.

  • d)

    Provavelmente porque acreditam, com base nas suas próprias experiências, que a discriminação por idade vai pesar contra eles no mercado de trabalho.

    Alternativa assinalada
  • e)

    As pessoas mais velhas ficam inativas porque estão aposentadas e deficientes, por isso, não podem mais trabalhar em empregos que exigem compromissos com o trabalho formal.

4)

Após os atentados de “11 de setembro” de 2001 nos Estados Unidos e, mais recentemente em 2015, ao jornal francês Charlie Hebdo na França, o islamismo passou a ser relacionado com o terrorismo. No entanto, o muçulmano ajoelha e reza cinco vezes por dia para Alá. A maneira de lidar com outras religiões está bem descrita no versículo do alcorão em que o profeta diz: “Vós tendes vossa religião e eu tenho a minha”. No entanto, grupos extremistas islâmicos praticam atentados suicidas. O componente religioso presente nos terroristas islâmicos atenta contra o próprio islã, pois atos de intolerância aos muçulmanos são cada vez mais comum no mundo todo, inclusive no Brasil. Como vimos acima, percebemos que há duas faces do islã: aquela que o profeta prega a paz na convivência com outras crenças, e o fundamentalismo islâmico que faz da violência e do terrorismo a sua representação.

 

Com base no texto e as afirmativas abaixo, avalie as afirmações a seguir que dizem respeito ao islamismo e à intolerância religiosa:

 

I) As agressões aos islâmicos no Brasil tem a ver com o desconhecimento da religião e essa ignorância leva a violência e a discriminação.

II) As críticas à religião precisam ser acompanhadas do momento histórico e do ambiente em que estão inseridas para não gerarem preconceitos e intolerância.

III) A intolerância tem uma sórdida história que está inscrita nos genocídios, assassinatos e barbáries de toda espécie que assolaram e assolam a humanidade em nome de Deus.

  • IV) Os islã é uma arma que incentiva os jovens, adultos e até crianças a cometerem o suicídio em nome de Deus, por isso seus seguidores devem ser considerados inimigos.

  • V) Os muçulmanos são sujeitos envolvidos com o fanatismo religioso que comete barbáries em nome de Deus, por isso devemos exterminá-los.

    Assinale a alternativa que apresenta apenas a(s) asserção(ões) correta(s):


    Alternativas:

    • a)

       Apenas as afirmativas I, II ,V estão corretas.

    • b)

      Apenas as afirmativas II,III,IV estão corretas.

    • c)

      Apenas as afirmativas I,II,III estão corretas.

      Alternativa assinalada
    • d)

      apenas as afirmativas III, IV, V estão corretas.

    • e)

      Apenas as afirmativas II, IV, V estão corretas.

  •  

     

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    Por: Raquel Maschetti.


    sábado, agosto 07, 2021

    Adg3 - Educação e Diversidade

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    “Gentileza gera gentileza.” 

       

    1) "Falando sobre seu pensamento, Foucault disse que o alvo dos seus trabalhos não era o fenômeno do poder, mas criar uma história dos diferentes modos pelos quais os seres humanos tornam-se sujeitos. Podemos dizer que o que ele pretendia era estudar as formas de constituição do indivíduo moderno. Em sua obra, Foucault se refere a mecanismos de objetivação e de subjetivação que concorreriam como processos de constituição do indivíduo. Os primeiros são os mecanismos que tendem a fazer do homem um objeto, ou seja, se referem aos processos disciplinares que tendem a tornar o homem dócil politicamente e útil economicamente. Os segundos se referem aos processos que em nossa sociedade fazem do homem um sujeito preso a uma identidade que lhe é atribuída como sua" (PEZ, Tiaraju Dal Pozzo. Pequena análise sobre o sujeito em Foucault: a construção de uma ética possível. Disponível em: <http://www.uel.br/eventos/sepech/sepech08/arqtxt/resumos-anais/TiarajuDPPez.pdf>. Acesso em 10 out.2016).

     

    Utilizando-se dos conceitos de objetivação e subjetivação, assinale a alternativa correta quanto a leitura destes sobre a sexualidade:


    Alternativas:

    • a)

      os processos disciplinares constituem para sexualidade determinadas regras, normas e saberes que estabelecem o lugar que cada sujeito deve ocupar nas relações sociais e assim ele possa se identificar com outros/as que estabelecem-se pelo mesmo padrão.

      Alternativa assinalada
    • b)

      o poder disciplinar liberta a sexualidade de atrelar-se a regras que cerceiam seu livre exercício fazendo com que subjetivamente o sujeito esteja ciente de vivenciar sua sexualidade como bem entende, sem nada lhe acontecer.

    • c)

      a sexualidade se não for controlada por um poder disciplinar, nos impede de vivenciá-la plenamente, realizando o sujeito no plano subjetivo.

    • d)

      a sexualidade é um dos componentes nos processos de subjetivação e objetivação para a constituição do sujeito, na medida em que procura adequar da melhor maneira possível, regras que facilitem o convívio social sem diminuir, excluir ou estigmatizar ninguém.

    • e)

      o sistema capitalista apenas faz uso dos processos de objetivação para docilizar os corpos e a sexualidade, não se preocupando se subjetivamente cada sujeito faça sua escolha.

    2)

    Leia a entrevista a seguir:

    IHU On-Line – Como a sexualidade foi tratada em diferentes períodos da história da humanidade?

    Esther Diaz: A sexualidade, tal como Michel Foucault a estudou, surgiu recém na modernidade e, assim, foi estudada durante o século XX. Pois bem, sem dúvida, os humanos têm genitalidade desde o momento do nascimento, mas a sexualidade é muito mais do que genitais. É uma figura epocal que está relacionada com os genitais, mas os transpassa amplamente. Tem mais a ver com o desejo e, obviamente, com o sexo (sexo é uma determinação biológica, sexualidade é uma determinação conceitual-social). Nesse sentido, ela foi tematizada por Platão, e a problemática foi retomada recém no século XIX, com Schopenhauer primeiro, e com Nietzsche mais tarde, no campo filosófico, e com Freud no psicanalítico. (Disponível em: <https://www.ecodebate.com.br/2010/07/28/o-genero-e-uma-construcao-social-entrevista-especial-com-esther-diaz/>. Acesso em 10 out. 2016)

    A partir desse trecho da entrevista com a filósofa argentina Esther Diaz, assinale qual a alternativa correta que responde ao sentido abordado sobre sexualidade:


    Alternativas:

    • a)

      biológico

    • b)

      psiquiátrico

    • c)

      sócio-histórico

      Alternativa assinalada
    • d)

      médico

    • e)

      político-econômico

    3)

    "Em 1993, o geneticista norte-americano Dean Hamer publicou um estudo na respeitada revista científica Science no qual afirmou ter descoberto o gene da homossexualidade. Segundo a suposta descoberta, a pessoa nasce homossexual e esta seria condição imutável.

    Isso gerou muita discussão e as opiniões no campo científico sobre o tema ficaram divididas. Um dos pesquisadores que discorda dessa hipótese é o professor do Programa de Pós-Graduação Cultura e Sociedade da Universidade Federal da Bahia (Ufba) Leandro Colling. Ele defende que a sexualidade é um dado da cultura, não da biologia. Para ele, as pessoas quando nascem não têm uma sexualidade definida.

    Colling afirma que a constituição corporal é um dado da sexualidade que não deve ser vista como determinante. “Eu posso mudar meu corpo, me construir como mulher, por isso a biologia não é determinante”, afirma. Ele acredita que a sexualidade, seja ela hetero, homo, trans ou bi é uma questão de influência social que tem mais força sobre o indivíduo quando ele está constituindo-se identitariamente. 'O que queremos denunciar é que a sociedade cria um monte de normas do que é ser homem e do que é ser mulher', relata" (ANDRADE, Vitor. "A Sexualidade é uma construção social", diz pesquisador da Ufba. Ciência e Cultura - Agência de Notícias em C&T. Atualizado em 14 de junho de 2011 às 03:20. Disponível em: <http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/noticias/destaques/%E2%80%9Ca-sexualidade-e-uma-construcao-social%E2%80%9D-diz-pesquisador-da-ufba/>. Acesso em 10 out. 2016).

     

    Assinale a alternativa que corretamente analisa o texto acima:


    Alternativas:

    • a)

      os estudos do geneticista norte-americano Dean Hamer demonstra a importância que o discurso biológico pode ter para entender questões da sexualidade, como o gene da homossexualidade.

    • b)

      o professor Leandro Colling da Ufba corrobora que o dado biológico pode influenciar quando queremos mudar o corpo, no sentido de que estudar e compreender a anatomia e o corpo humano como um todo facilitaria a produção de novas tecnologias de adaptação para as pessoas.

    • c)

      a sociedade determina as regras sobre o que se entende de ser homem ou mulher a partir dos estudos científicos, principalmente da genética na Biologia.

    • d)

      quando discute-se sexualidade há uma forte tendência em buscar entendê-la a partir da biologia, o que leva muitos a acreditar que ela é determinada por características naturais e biológicas, quando na verdade o que se produz sobre sexualidade é um dado  cultural constituido nas relações sociais.

      Alternativa assinalada
    • e)

      o fato de existir estudos biológicos impede que se avancem as questões sociais sobre a sexualidade enquanto construção social e impede que travestis e transexuais possam realizar suas cirurgias de readequação por falta de mais estudos na área.

    4)

    Falar de gênero envolve falar de nossas relações sociais, e da forma como a sociedade constrói essas relações e quais lugares são estabelecidos para cada um dentro desse coletivo que vivemos. Falar de gênero é fazer um verdadeiro enfrentamento de posições, relações hierarquizadas de controle e combater discursos machistas, misóginos e excludentes.

     

    Partindo dessa afirmação, classifique as assertivas em V (verdadeiras) ou F (falsas):

     

    1- gênero é o que recebemos ao identificarem nosso órgão genital, sendo o pênis para meninos e vulva para meninas.

     

    2- discutir gênero é estimular precocemente as crianças na escola sobre sexo, opção sexual e incentivo à práticas sexuais.

     

    3- gênero discute como uma sociedade produz suas relações a partir das diferenças entre os sexos.

     

    4- estudar gênero a partir de conceitos teóricos podem ajudar a entender de uma forma mais crítica aspectos que envolvem esse tema.

    Assinale a alternativa com a sequência correta de verdadeiro (V) e falso (F):


    Alternativas:

    • a)

      1- F; 2- F; 3- V; 4- F.

    • b)

      1- F; 2- F; 3- F; 4- V.

    • c)

      1- F; 2- F; 3- V; 4- V.

      Alternativa assinalada
    • d)

      1- V; 2- V; 3- V; 4- V.

    • e)

      1- V; 2- F; 3- F; 4- V.

     

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    sexta-feira, agosto 06, 2021

    Aap2 - Educação e Diversidade

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    1) Chegando à Terra de Santa Cruz, hoje Brasil, foi rezada uma missa na praia para os portugueses devotos. Os índios se aproximaram e ficaram a observar sem entender o que estava acontecendo.  Acabada a pregação, os índios fizeram a festa, com muito barulho, saltando e dançando.

    Assinale a alternativa que indica como foi preservado esse contato entre igreja e índios


    Alternativas:

    • a)

      pelos colonos que não se interessaram pela população indígena pois escravizaram o africano que era mais produtivos na plantação de cana de açúcar.

    • b)

      pela Igreja, que embora tenha praticado a catequese, sempre respeitou a cultura indígena, permitindo suas festas e o culto de suas religiões.

    • c)

      principalmente pelo governo geral, que se preocupava com o genocídio e a escravidão indígena tendo que tomar medidas de proteção aos nativos.

    • d)

      até o início da colonização, pois quando foram assolados pelas doenças e pela escravidão. Foram então descritos como selvagens e canibais.

      Alternativa assinalada
    • e)

      em todos os períodos do Brasil Colônia, tano é que o índio no imaginário social é "o bom selvagem” e grande colaborador da colonização.

    2)

    Os habitantes nativos do Brasil passaram por muitos problemas na relação com o colonizador. O Europeu desconsiderou a cultura indígena e impingiu-lhes a cultura europeia considerada superior. Os índios que somavam cerca 3.000.000 na chegada de Cabral, teve um grande decréscimo a partir de meados do século XVI e essa perda continuou se agravando nos séculos seguintes.

    Assinale a alternativa que mostra os fatores que mais contribuíram para essa perda populacional.


    Alternativas:

    • a)

      as guerras permanentes entre as tribos indígenas e as guerras de fronteiras.

    • b)

      o intenso trabalho nas minas de prata do Potosí, que levaram muitos índios à morte.

    • c)

      as missões jesuítas que exploravam o trabalho indígena no vale amazônico para a extração da borracha.

    • d)

      as epidemias introduzidas pelos europeus, as quais os índios não tinham proteção, o trabalho compulsório e as guerras de extermínio.

      Alternativa assinalada
    • e)

      a barbárie das práticas rituais indígenas, como o canibalismo no qual devoravam seus semelhantes.

    3)

    A designação “índio” para os habitantes do Brasil antes de Cabral, é bastante geral, porque nivela todos esses habitantes sem mostrar que haviam diferenças entre eles. Outros nomes também foram usados pelos Europeus para identificá-los, como aborígene, indígenas, negros da terra, gentio da terra e outros, dependendo de quem o estava identificando.

    Assinale a alternativa que explica porque o índio era chamado de “negro da terra”.


    Alternativas:

    • a)

      Chamar um indígena de “negro da terra” significa que os europeus achavam que eles eram trabalhadores como os africanos.

    • b)

      Os índios eram chamados de negros da terra porque tinham a pele escura como a dos africanos.

    • c)

      “Negro da terra” era uma nomenclatura de cunho escravagista, utilizada para diferenciar os indígenas dos “negros da Guiné”.

      Alternativa assinalada
    • d)

      Os africanos e os indígenas eram chamados de negros da terra porque trabalhavam nas fazendas.

    • e)

      Negros da terra era a maneira que os jesuítas chamavam os índios devido a catequese e a relação com o catolicismo.

    4)

    Os historiadores e etnólogos assinalam que dentre os 3.000.000 índios que habitavam o Brasil em 1500, existiam cerca de 1400 povos indígenas no território que correspondia ao Brasil do descobrimento, portanto ainda cortado pelo tratado de Tordesilhas. Eram povos de grandes famílias linguísticas.

    Marque a alternativa que assinala corretamente quatro destes povos.


    Alternativas:

    • a)

      Greek, guarani, navarro, tapuia.

    • b)

      Kamaiurá, comanche, guarani, navarro.

    • c)

      Tupi-guarani, jê, karib, aruák.

      Alternativa assinalada
    • d)

      Xirianá, tucano, chippewa, aimará.

    • e)

      Aimará, tupi-guarani, aruák, sioox.

     

     

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    Por: Raquel Maschetti.


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