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sábado, julho 30, 2022

Prova LÍNGUA PORTUGUESA

 ÁREA DE CONHECIMENTO: LÍNGUA PORTUGUESA

1. O texto descritivo se caracteriza

   por apresentar um narrador que relata uma sucessão de ações.
   por apresentar um personagem que realiza um conjunto de ações sucessivas.
   pelo relato de características de personagens, objetos ou uma situação qualquer. ( correta)
   por analisar e interpretar os dados da realidade.

2. Leia abaixo:


   O processo de ensino-aprendizagem dos mecanismos de coerência/incoerência textual não deve assumir uma dimensão moralista de condenação ou reprovação generalizada do texto do aluno porque


   os alunos podem achar que são pouco inteligentes e não conseguem aprender como construir um bom texto.
   o mecanismo coerência/incoerência estará sempre presente no texto dos alunos por mais que se ensine.
   o mecanismo coerência/incoerência é um conteúdo difícil para o aluno, e o professor não deve esperar que o aluno o domine completamente.
   a incoerência nem sempre é um erro ou um comportamento antiético, mas pode resultar da falta de conhecimento sobre uma situação ou assunto.(correta)

3. Dois aspectos importantes na construção de um bom texto são a coesão e a coerência. Sobre coesão textual, é correto afirmar que

   pode ser tanto no âmbito intratextual, ou seja, no interior do texto, quanto no âmbito extratextual, isto é, entre as ideias do texto e as ideias consensualmente aceitas pelas pessoas.
   consiste em manter rigorosamente a mesma posição nas atitudes e afirmações posteriores.
   diz respeito às relações de sentido do texto.
   consiste na adequada articulação dos elementos linguísticos presentes no texto.(correta)

4. Quanto à intertextualidade, é correto afirmar que

   a intertextualidade pode ocorrer espontaneamente ou ser intencionalmente explorada.(correta)
   a exploração intencional da intertextualidade só ocorre quando o autor deseja manter o texto fechado em si mesmo.
   o texto é sempre fechado em si mesmo.
   há intertextualidade somente quando o autor cita explicitamente outro texto.

segunda-feira, junho 15, 2020

Funções da Linguagem

Questão 1
(ENEM – 2012)
 Desabafo
Desculpem-me, mas não dá pra fazer uma cronicazinha divertida hoje. Simplesmente não dá. Não tem como disfarçar: esta é uma típica manhã de segunda-feira. A começar pela luz acesa da sala que esqueci ontem à noite. Seis recados para serem respondidos na secretária eletrônica. Recados chatos. Contas para pagar que venceram ontem. Estou nervoso. Estou zangado.
 CARNEIRO, J. E. Veja, 11 set. 2002 (fragmento). 
 Nos textos em geral, é comum a manifestação simultânea de várias funções da linguagem, com o predomínio, entretanto, de uma sobre as outras. No fragmento da crônica Desabafo, a função da linguagem predominante é a emotiva ou expressiva, pois 
 a) o discurso do enunciador tem como foco o próprio código. 
b) a atitude do enunciador se sobrepõe àquilo que está sendo dito. 
c) o interlocutor é o foco do enunciador na construção da mensagem. 
d) o referente é o elemento que se sobressai em detrimento dos demais. 
e) o enunciador tem como objetivo principal a manutenção da comunicação.
Resposta Alternativa “b”. É possível observar que a atitude do enunciador sobrepõe-se àquilo que está sendo dito, com predominância da função emotiva da linguagem, já que a mensagem está voltada para aspectos subjetivos do enunciador.

Questão 2
Reconheça as funções da linguagem predominantes em cada um dos textos a seguir:
 I. A característica da oralidade radiofônica, então, seria aquela que propõe o diálogo com o ouvinte: a simplicidade, no sentido da escolha lexical; a concisão e coerência, que se traduzem em um texto curto, em linguagem coloquial e com organização direta; e o ritmo, marcado pelo locutor, que deve ser o mais natural (do diálogo). É esta organização que vai “reger” a veiculação da mensagem, seja ela interpretada ou de improviso, com objetivo de dar melodia à transmissão oral, dar emoção, personalidade ao relato de fato.
(VELHO, A. P. M. A linguagem do rádio multimídia. Disponível em: www.bocc.ubi.pt. Acesso em: 27 fev. 2012.)

II. Poema de desintoxicação
Em densas noites

com medo de tudo:
de um anjo que é cego
de um anjo que é mudo.

Raízes de árvores

enlaçam-me os sonhos
no ar sem aves
vagando tristonhos.

Eu penso o poema

da face sonhada,
metade de flor
metade apagada.

O poema inquieta

o papel e a sala.
Ante a face sonhada
o vazio se cala.

Ó face sonhada

de um silêncio de lua,
na noite da lâmpada
pressinto a tua.

Ó nascidas manhãs

que uma fada vai rindo,
sou o vulto longínquo
de um homem dormindo.

João Cabral de Melo Neto

III. Memória
Amar o perdido
deixa confundido

este coração.

Nada pode o olvido

contra o sem sentido
apelo do Não.

As coisas tangíveis

tornam-se insensíveis
à palma da mão

Mas as coisas findas

muito mais que lindas,
essas ficarão.

Carlos Drummond de Andrade

IV. Blá, Blá, Blá, Blá, Blá 

Blá, Blá, Blá, Blá 
Ti, Ti, Ti, Ti, Ti, 
Ti, Ti, Ti, Ti 
Tá tudo muito bom, bom! 
Tá tudo muito bem, bem! 

Evandro Mesquita

IV. “(...) Sinto que viver é inevitável. Posso na primavera ficar horas sentada filmando, apenas sendo. Ser às vezes sangra. Mas não há como não sangrar pois é no sangue que sinto a primavera. Dói. A primavera me dá coisas. Dá do que viver E sinto que um dia na primavera é que vou morrer De amor pungente e coração enfraquecido (...)”.
(Clarice Lispector)

a) referencial, metalinguística, poética, fática e emotiva.
b) emotiva, fática, poética, metalinguística e referencial.
c) metalinguística, emotiva, poética, fática e referencial.
d) referencial, poética, metalinguística, emotiva e fática.
e) fática, metalinguística, emotiva, referencial e poética.

RESPOSTA: Alternativa “a”.
I. A função referencial é a função da informação, uma vez que sua mensagem é centrada na necessidade de transmitir ao interlocutor dados da realidade de uma maneira direta e objetiva, evitando assim o discurso literário. II. A principal característica da função metalinguística é o fato de a mensagem estar centrada no próprio código. Cada função tem um foco em um dos elementos da comunicação e, para a função metalinguística, nada é mais importante do que a própria palavra e seus desdobramentos. III. O centro de interesse da comunicação na função poética é o próprio texto e, por isso, alguns recursos são utilizados para chamar a atenção do destinatário para a mensagem. Forma e conteúdo ganham um novo arranjo para provocar no leitor o prazer estético. IV.  função fática da linguagem é responsável por conferir o funcionamento adequado do canal de comunicação. Em alguns casos, a principal preocupação do emissor é manter contato com o destinatário e, para isso, testa o canal com frases do tipo: “entende”, “você está aí”, “veja bem”, “olha”, etc. V. função emotiva pode estar presente em poemas, músicas, depoimentos, entrevistas, narrativas de caráter memorialista, críticas subjetivas de cinema, teatro e demais manifestações artísticas nas quais o discurso esteja centrado no próprio emissor.

 Questão 3
De acordo com o linguista russo Roman Jakobson, "dificilmente lograríamos (...) encontrar mensagens verbais que preenchem uma única função... A estrutura verbal de uma mensagem depende basicamente da função predominante".
Sentimento do mundo
Tenho apenas duas mãos
e o sentimento do mundo,

mas estou cheio de escravos,
minhas lembranças escorrem
e o corpo transige
na confluência do amor.

Quando me levantar, o céu

estará morto e saqueado,
eu mesmo estarei morto,
morto meu desejo, morto
o pântano sem acordes.

Os camaradas não disseram

que havia uma guerra
e era necessário
trazer fogo e alimento.
Sinto-me disperso,
anterior a fronteiras,
humildemente vos peço
que me perdoeis.

Quando os corpos passarem,

eu ficarei sozinho
desfiando a recordação
do sineiro, da viúva e do microscopista
que habitavam a barraca
e não foram encontrados
ao amanhecer

esse amanhecer

mais noite que a noite.

Carlos Drummond de Andrade
Levando em consideração a observação de Roman Jackobson, indique a função predominante no poema de Drummond:
a) função conativa.
b) função referencial.
c) função fática.
d) função poética.
e) função emotiva.
  
Resposta Alternativa “e”. No poema, que integra o livro “Sentimento do mundo”, Carlos Drummond de Andrade posiciona-se em relação ao tema que está abordando, expressando seus sentimentos e impressões pessoais. Essas características são próprias da função emotiva da linguagem.
  
Questão 4
Leia o texto a seguir e identifique a função de linguagem predominante:
Coisas que você não deve fazer enquanto estiver estudando:
·         Deixar de estudar uma matéria porque você não gosta dela - Nem todo mundo gosta de matemática. Mas você conhece alguém que tenha passado em um vestibular, por exemplo, sem saber o mínimo da matéria? O importante é intercalar: se você detesta matemática e adora história, pode começar com a primeira e, depois, se concentrar na disciplina mais "prazerosa";
·         Deixar dúvidas para trás - Não tirar dúvidas pode trazer sérios problemas. E se o que cair na prova for justamente o que você ficou com dúvida? É importante que o estudante frequente plantões ou arranje outros métodos para tentar entender o assunto. Durante os estudos, é prudente que ele anote os pontos obscuros da matéria para evitar que os esqueça;
·         Comer algo (muito) diferente na véspera de uma prova - Imagine a situação: um estudante tem, por hábito, comer uma feijoada de café da manhã, todos os dias. No dia do vestibular, ele decide comer algo "leve" e encara uma salada. O resultado é que, se ele não tiver sorte, pode até desmaiar de fome durante a prova. Claro que, em um dia de provas, o estudante deve preferir alimentos que deem energia (macarrão pode ser uma saída, por exemplo). No entanto, não dá para ingerir algo muito diferente do que se está habituado - o efeito pode ser pior. Peixes magros, linhaça, frutas amarelas e cítricas, muita água e chocolate amargo são alimentos que ajudam a manter a concentração;
·         Não parar para descansar - Não estude mais do que quatro horas por dia, além do período que você está na escola. Maria Beatriz Loureiro de Oliveira, coordenadora do serviço de orientação do campus de Araraquara da Unesp (Universidade Estadual Paulista), recomenda uma soneca, caso o estudante esteja em casa depois de voltar da escola. "Descanse no mínimo 20 minutos. Uma cochilada. Eu fazia isso com meus filhos. Antes das 15h, não comece".
Texto retirado de educacao.uol
a) função poética.
b) função emotiva.
c) função conativa.
d) função fática.
e) função metalinguística.
Resposta Alternativa “c”. A função conativa é facilmente identificada, pois sua linguagem é organizada para influenciar e persuadir o destinatário, fazendo uso de verbos no imperativo, pronomes na segunda pessoa e vocativos. Essa linguagem é comumente empregada na publicidade, já que sua principal intenção é vender determinado produto ou ideia para um grupo social específico.

quarta-feira, agosto 24, 2011

LEITURA COMPLEMENTAR


Introdução
1 O Que é Comunicação?
1.1 O Processo de Comunicação
1.2 Ruídos na Comunicação
1.3 Tipos de Comunicação
1.3.1 Comunicação Verbal
1.3.2 Comunicação Não-Verbal
1.4 Os Canais de Comunicação
Considerações Finais
Referências

Introdução


A boa comunicação é muito importante para a integração de qualquer grupo de trabalho. A comunicação é de estrema importância para o desenvolvimento do negócio, criando na empresa um dos maiores desafios ao administrador de recursos humanos.

Segundo Carvalho (1995, p. 78), o gerente participativo de RH é um profissional que planeja, organiza, controla, coordena e dirige a ação de seus auxiliares. Tendo todos estes requisitos é necessário o profissional ter uma comunicação prática.


O objectivo é mostrar a necessidade da comunicação e um conceito pelos quais os administradores nem sempre se comunicam de modo eficaz.


1. O Que é Comunicação?


Comunicação é o processo de transmitir a informacção e compreensão de uma pessoa para outra. Se não houver esta compreensão, não ocorre a comunicação. Se uma pessoa transmitir uma mensagem e esta não for compreendida pela outra pessoa, a comunicação não se efectivou.


Segundo Chiavenato (2000, p. 142), é a troca de informações entre indivíduos. Significa tornar comum uma mensagem ou informacção.


Ao conceito de Scanlan (1979, p. 372), a comunicação pode ser definida simplesmente como o processo de se passar informações e entendimentos de uma pessoa para outra.


Num conceito mais amplo e moderno, o profissional precisa proporcionar uma comunicação clara e precisa, ter decisões rápidas, visão e acção integral, iniciativa própria e informação plena do negócio da empresa.


1.1 O Processo de Comunicação


Cada período de comunicação é diferente de qualquer outra.


O processo de comunicação é composto de três etapas subdivididas:


1 - Emissor: é a pessoa que pretende comunicar uma mensagem, pode ser chamada de fonte ou de origem.


a) Significado: corresponde à ideia, ao conceito que o emissor deseja comunicar.


b) Codificador: é constituído pelo mecanismo vocal para decifrar a mensagem.


2 - Mensagem: é a ideia em que o emissor deseja comunicar.


a) Canal: também chamado de veículo, é o espaço situado entre o emissor e o receptor.


b) Ruído: é a perturbação dentro do processo de comunicação.


3 - Receptor: é a etapa que recebe a mensagem, a quem é destinada.


a) Descodificador: é estabelecido pelo mecanismo auditivo para decifrar a mensagem, para que o receptor a compreenda.


b) Compreensão: é o entendimento da mensagem pelo receptor.


c) Regulamentação: o receptor confirmar a mensagem recebida do emissor, representa a volta da mensagem enviada pelo emissor(Feedback).


Vamos exemplificar, de acordo com o conceito de Gil (1994, p.33):


Uma pessoa (emissor) tem uma idéia (significado) que pretende comunicar. Para tanto se vale de seu mecanismo vocal (codificador), que expressa sua mensagem em palavras. Essa mensagem, veiculada pelo ar (canal) é interpretada pela pessoa a quem se comunica (receptor), após sua decifração por seu mecanismo auditivo (descodificador). O receptor, após constatar que entendeu a mensagem (compreensão), esclarece a fonte acerca de seu entendimento (regulamentação).


Pode-se, portanto, dizer que a comunicação só pode ser considerada eficaz quando a compreensão de receptor coincide como o significado pretendido pelo emissor.


1.2 Ruídos na Comunicação


O processo de comunicação nunca é perfeito. No decorrer de suas etapas sempre ocorrem perturbações que prejudicam o processo, no qual são denominados ruídos. Ruído é uma perturbação indesejável em qualquer processo de comunicação, que pode provocar perdas ou desvios na mensagem.


De acordo com Carvalho (1995, p. 82), o ruído é identificado na comunicação humana como o conjunto de barreiras, obstáculos, acréscimos, erros e distorções que prejudicam a compreensão da mensagem em seu fluxo: emissor x receptor e vice-versa. Isto significa que nem sempre aquilo que o emissor deseja informar é precisamente aquilo que o receptor decifra e compreende.


Segundo Gil (1994, p.34), entende-se por ruído qualquer fonte de erro, distúrbio ou deformação da fidelidade na comunicação de uma mensagem, seja ela sonora, visual, escrita etc. E é este o desafio das comunicações nas empresas e na nossa vida diária.


1.3 Tipos de Comunicação


1.3.1 Comunicação Verbal:


Quase toda a comunicação verbal é realizada por escrito e devidamente documentada por meio de protocolo, mas é composta pela palavra.


Comunicação Oral: são as ordens, pedidos, conversas, debates, discussões.


Comunicação Escrita: são as cartas, telegramas, bilhetinhos, letreiros, cartazes, livros, folhetos, jornais, revista.


1.3.2 Comunicação Não-Verbal:


Através desta comunicação não-verbal ocorre a troca de sinais: olhar, gesto, postura, mímica.


Comunicação por mímica: são os gestos das mãos, do corpo, da face, as caretas.


Comunicação pelo olhar: as pessoas costumam se entender pelo olhar.


Comunicação pela postura: o modo como nos sentamos, o corpo inclinado para trás ou para frente, até mesmo a posição dos pés. Tudo isso na maioria das vezes é o nosso subconsciente transmitindo uma mensagem.


Comunicação por gestos: pode ser voluntária, como um beijo ou um cumprimento. Mas também pode ser involuntária, como por exemplo, mãos que não param de rabiscar ou de mexer em algo. Isso é sinal de tensão e, ou nervosismo.


1.4 Os Canais de Comunicação


A comunicação dentro das empresas para ser clara e precisa, necessita de um organograma bem planejado, para que a mensagem não chegue distorcida. A seguir veremos os modelos de canais de comunicação que ocorrem dentro de empresas:


a) Canais Verticais


Podem ser descendentes (de cima para baixo) e referem-se à comunicação entre o superior e os subordinados, veiculando ordens ou instruções. Podem ser ascendentes (de baixo para cima) e referem-se à comunicação entre o subordinado e o supervisor, veiculando informações a respeito do trabalho executado.


b) Canais Horizontais


Refere-se às comunicações laterais entre dois órgãos (dois departamentos, duas seções) ou dois cargos (dois gerentes) no mesmo nível hierárquico.


Todo profissional de RH atuante sabe que, antes de se voltar para qualquer das direções já mencionadas, necessita desenvolver sua capacidade de receber e enviar mensagens, capacidade essa que se traduz, principalmente, no cultivo das habilidades de saber ouvir.


Considerações Finais


Uma situacção de risco para as empresas, é quando ocorrem as falhas de comunicação do seu pessoal. Muitos dos problemas existentes numa organizacção podem ser oriundos da falta de comunicação (má comunicação) ou das distorções nelas contidas.


Ao tratar da comunicação estamos solucionando, em muitos casos, antigos e persistentes problemas, que podem dar lugar a pessoas e ambientes mais leves e motivados, proporcionando mais e melhor de si, com produtividade e desenvoltura de quem percebe que é possível crescer e gerar crescimento consequente.


Entretanto, sabemos que uma comunicação eficaz pode proporcionar um resultado positivo para a organização. O profissional com comunicação prática é aquele que consegue colocar o seu ponto de vista, até um programa de acção na hora da negociacção, passando a mensagem desejada.


Referências


AMADO, G.; GUITTET, A. Administracção da comunicação nos grupos. 2 ed. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1982.


CARVALHO, A. V.; SERAFIM, O.C. G. Administracção de recursos humanos. 2 ed. São Paulo: Pioneira, 1995.


CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administracção. 6 ed. Rio de Janeiro: Campus, 2000


GIL, Antônio Carlos. Administracção de recursos humanos: um enfoque profissional. São Paulo: Atlas, 1994.


SCANLAN, Burt K. Princípios de administracção e comportamento organizacional. São Paulo: Atlas, 1979.


WELL, Pierre. Relações Humanas na família e no trabalho. 37 ed. Petrópolis - RJ: Vozes, 1983.

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