Mostrando postagens com marcador Textos para refletir. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Textos para refletir. Mostrar todas as postagens

terça-feira, abril 13, 2021

Educação e Reflexões

Bom dia pessoal, 

Ontem fiz esse post lá no instagram e decidi trazer ele para cá, uma vez que existem muitas reflexões que envolvem a comunidade escolar nesse momento de pandemia. Vocês concordam com essa reflexão?

A educação está além dos muros da escola e vários fatores colaboram ou inibem a mesma. Lembre-se que o adulto é um espelho para a criança.

Cuide de você para poder cuidar deles❤️.


A imagem foi retirada da internet, caso alguém possua os direitos nos informe para darmos os créditos.


Se quiser pode: Comentar 🗣️ 💬 à vontade, Compartilhar ✈️ e Salvar 💾
vou amar 💗💗💗.
Espero que gostem do post, um ótimo estudo, deixe aqui seu comentário para que eu saiba que você gostou, ou deixe sua sugestão.
Não se esqueça de seguir nosso INSTAGRAM: @pedagogiaonlineead para mais dicas de estudos.
Até o próximo.

Por: Raquel Maschetti.

sexta-feira, setembro 02, 2011

O PONTO NEGRO

NÃO LER SOMENTE, MAS TENTAR USAR COMO REGRA DIÁRIA!

 

Certo dia, um professor chegou na sala de aula e disse aos alunos para se prepararem para uma prova-relâmpago.
Todos acertaram suas filas, aguardando assustados o teste que viria.
O professor foi entregando, então, a folha da prova com a parte do texto virada para baixo, como era de costume.
Depois que todos receberam, pediu que desvirassem a folha.
Para surpresa de todos, não havia uma só pergunta ou texto, apenas um ponto negro, no meio da folha.

O professor, analisando a expressão de surpresa que todos faziam, disse o seguinte:

- Agora, vocês vão escrever um texto sobre o que estão vendo.
Todos os alunos, confusos, começaram, então, a difícil e inexplicável tarefa.
Terminado o tempo, o mestre recolheu as folhas, colocou-se na frente da turma e começou a ler as redações em voz alta.
Todas, sem exceção, definiram o ponto negro, tentando dar explicações por sua presença no centro da folha.
Terminada a leitura, a sala em silêncio, o professor então começou a explicar:

- Esse teste não será para nota, apenas serve de lição para todos nós. Ninguém na sala falou sobre a folha em branco.
Todos centralizaram suas atenções no ponto negro.
Assim acontece em nossas vidas.
Temos uma folha em branco inteira para observar e aproveitar, mas sempre nos centralizamos nos pontos negros.
A vida é um presente da natureza dado a cada um de nós, com extremo carinho e cuidado.
Temos motivos para comemorar sempre!
A natureza que se renova, os amigos que se fazem presentes, o emprego que nos dá o sustento, os milagres que diariamente presenciamos. No entanto, insistimos em olhar apenas para o ponto negro!

O problema de saúde que nos preocupa, a falta de dinheiro, o relacionamento difícil com um familiar, a decepção com um amigo.
Os pontos negros são mínimos em comparação com tudo aquilo que temos diariamente, mas são eles que povoam nossa mente.

Pense nisso!
Tire os olhos dos pontos negros de sua vida.
Aproveite cada bênção, cada momento que o Criador te dá.
Tranqüilize-se e seja ... FELIZ!

quarta-feira, julho 20, 2011

Sugestões de como dar e receber amizade –


Sugestões de como dar e receber amizade –
do livro Pequeno Manual de Instruções para a vida de H. Jackson Brown Jr

Olhe as pessoas nos olhos. 
Diga sempre "muito obrigado." 
Diga sempre "por favor". 
Seja o primeiro a dizer "olá". 
Devolva tudo o que pegar emprestado. 
Sorria muito. Não custa nada e não tem preço. 
Lembre-se do aniversário dos outros. 
Quando alguém contar alguma coisa importante que lhe aconteceu, não tente superá-lo com uma de suas histórias. Os outros também têm o direito de aparecer. 
Jamais prive uma pessoa de esperança; pode ser que ela só tenha isso. 
Elogie em público. 
Critique em particular. 
Não aborreça as pessoas com os seus problemas. 
Procure reavivar antigas amizades. 
Nunca desperdice uma oportunidade de dizer a uma pessoa que você a ama. 
Nunca subestime o poder de uma palavra ou de uma ação gentil. 
Nunca ria dos sonhos alheios. 
Em caso de discordância, exponha seus pontos de vista sem pretender ridicularizar os entendimentos dos outros.  
Quando alguém lhe fizer uma pergunta a qual você não gostaria de responder, sorria e pergunte: "por que quer saber?" 
Não admire as pessoas pela sua riqueza, mas pelos meios criativos e generosos com que dispõem dela. 
Não traia nunca uma confidência. 
Não deixe que uma pequena desavença prejudique uma grande amizade. 
Dê às pessoas mais do que elas esperam, e faça-o alegremente. 
Lembre-se de que o tempo que leva para que duas pessoas se tornem amigas nunca é tempo desperdiçado. 
Saiba compreender as imperfeições de seus amigos com a mesma presteza com que sabe compreender as suas próprias. 
Seja aberto e acessível. A próxima pessoa que você conhecer pode se tornar o seu melhor amigo. 
Seja o primeiro a perdoar. 
Quando disser "sinto muito", olhe a pessoa nos olhos. 
Quando um amigo ou uma pessoa amada ficar doente, lembre-se de que esperança e pensamento positivo são remédios fortíssimos. 
Passe a vida levantando o ânimo das pessoas e não as colocando para baixo. 
Peça desculpas imediatamente quando perder a paciência. 
Estimule qualquer pessoa que esteja tentando melhorar, mental, física ou espiritualmente. 
Lembre-se de que o princípio mais profundamente enraizado na natureza humana é a ânsia por ser apreciado.

quarta-feira, junho 15, 2011

TEXTO

Jô Soares
 
O material escolar mais barato que existe na praça é o professor!


Se É jovem, não tem experiência.
Se É velho, está superado.
Se Não tem automóvel, é um pobre coitado.
Se Tem automóvel, chora de "barriga cheia'.
Se Fala em voz alta, vive gritando.
Se Fala em tom normal, ninguém escuta.
Se Não falta ao colégio, é um 'caxias'.
Se Precisa faltar, é um 'turista'.
Se Conversa com os outros professores, está 'malhando' os alunos.
Se Não conversa, é um desligado.
Se Dá muita matéria, não tem dó do aluno.
Se Dá pouca matéria, não prepara os alunos.
Se Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Se Não brinca com a turma, é um chato.
Se Chama a atenção, é um grosso.
Se Não chama a atenção, não sabe se impor.
Se A prova é longa, não dá tempo.
Se A prova é curta, tira as chances do aluno.
Se Escreve muito, não explica.
Se Explica muito, o caderno não tem nada.
Se Fala corretamente, ninguém entende.
Se Fala a 'língua' do aluno, não tem vocabulário.
Se Exige, é rude.
Se Elogia, é debochado.
Se O aluno é reprovado, é perseguição.
Se O aluno é aprovado, deu 'mole'.
 



É, o professor está sempre errado, mas, se conseguiu ler até aqui, agradeça a ele!


ATUALIZA AI ... ESTAMOS EM 2011, NADA MUDOU !!

Esta é para ser repassada mesmo.

segunda-feira, maio 09, 2011

JAPÃO: LIÇÃO DE VIDA PARA O OCIDENTE

DEZ COISAS A SEREM APRENDIDAS COM O JAPÃO---após sofrer um tsunami e vários terremotos:

1 – A CALMA

Nenhuma imagem de gente se lamentando, gritando e reclamando que “havia perdido tudo”. A tristeza por si só já bastava.

2 – A DIGNIDADE

Filas disciplinadas para água e comida. Nenhuma palavra dura e nenhum gesto de desagravo.

3 – A HABILIDADE

Arquitetos fantásticos, por exemplo. Os prédios balançaram, mas não caíram.

4 – A SOLIDARIEDADE

As pessoas compravam somente o que realmente necessitavam no momento. Assim todos poderiam comprar alguma coisa.

5 – A ORDEM

Nenhum saque a lojas. Sem buzinaço e tráfego pesado nas estradas. Apenas compreensão.

6 – O SACRIFÍCIO

Cinquenta trabalhadores ficaram para bombear água do mar para os reatores da usina de Fukushima. Como poderão ser recompensados?

7 – A TERNURA

Os restaurantes cortaram pela metade seus preços. Caixas eletrônicos deixados sem qualquer tipo de vigilância. Os fortes cuidavam dos fracos.

8 – O TREINAMENTO

Velhos e jovens, todos sabiam o que fazer e fizeram exatamente o que lhes foi ensinado.

9 – A IMPRENSA

Mostraram enorme discrição nos boletins de notícias. Nada de reportagens sensacionalistas com repórteres imbecis. Apenas calmas reportagens dos fatos.

10 – A CONSCIÊNCIA

Quando a energia acabava em uma loja, as pessoas recolocavam as mercadorias nas prateleiras e saiam calmamamente.

NÃO HOUVE ARRASTÃO CONTRA O POVO, NEM SAQUES CONTRA OS COMERCIANTES.

sábado, março 12, 2011

Recebi no e-mail e achei interessante

Psicólogo varreu as ruas da USP para concluir sua tese de mestrado da "invisibilidade pública"


Ele comprovou que, em geral, as pessoas enxergam apenas a função social do outro. Quem não está bem posicionado sob esse critério, vira mera sombra social.

O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou anos como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo. Ali, constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são "seres invisíveis, sem nome".

Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu comprovar a existência da "invisibilidade pública", ou seja, uma percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa.

Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de R$ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição de sua vida: "Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode significar um sopro de vida, um sinal da própria existência", explica o pesquisador.

O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não como um ser humano. "Professores que me abraçavam nos corredores da USP passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes, esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão", diz.

Apesar do castigo do sol forte, do trabalho pesado e das humilhações diárias, segundo o psicólogo, são acolhedores com quem os enxerga... E encontram no silêncio a defesa contra quem os ignora.

Como é que você teve essa idéia?

- Meu orientador desde a graduação, o professor José Moura Gonçalves Filho, sugeriu aos alunos, como uma das provas de avaliação, que a gente se engajasse numa tarefa proletária. Uma forma de atividade profissional que não exigisse qualificação técnica nem acadêmica. Então, basicamente, profissões das classes pobres.

Com que objetivo?

A função do meu mestrado era compreender e analisar a condição de trabalho deles (os garis), e a maneira como eles estão inseridos na cena pública. Ou seja, estudar a condição moral e psicológica a qual eles estão sujeitos dentro da sociedade. Outro nível de investigação, que vai ser priorizado agora no doutorado, é analisar e verificar as barreiras e as aberturas que se operam no encontro do psicólogo social com os garis. Que barreiras são essas, que aberturas são essas, e como se dá a aproximação?

Quando você começou a trabalhar, os garis notaram que se tratava de um estudante fazendo pesquisa?

Eu vesti um uniforme que era todo vermelho, boné, camisa e tal. Chegando lá eu tinha a expectativa de me apresentar como novo funcionário, recém-contratado pela USP pra varrer rua com eles. Mas, os garis sacaram logo, entretanto nada me disseram. Existe uma coisa típica dos garis: são pessoas vindas do Nordeste, negros ou mulatos em geral. Eu sou branquelo, mas isso talvez não seja o diferencial, porque muitos garis ali são brancos também. Vocês têm uma série de fatores que são ainda mais determinantes, como a maneira de falarmos, o modo de a gente olhar ou de posicionar o nosso corpo, a maneira como gesticulamos. Os garis conseguem definir essas diferenças com algumas frases que são simplesmente formidáveis.

Dê um exemplo?

Nós estávamos varrendo e, em determinado momento, comecei a papear com um dos garis. De repente, ele viu um sujeito de 35 ou 40 anos de idade, subindo a rua a pé, muito bem arrumado com uma pastinha de couro na mão. O sujeito passou pela gente e não nos cumprimentou, o que é comum nessas situações. O gari, sem se referir claramente ao homem que acabara de passar, virou-se pra mim e começou a falar: "É Fernando, quando o sujeito vem andando você logo sabe se o cabra é do dinheiro ou não. Porque peão anda macio, quase não faz barulho. Já o pessoal da outra classe você só ouve o toc-toc dos passos. E quando a gente está esperando o trem logo percebe também: o peão fica todo encolhidinho olhando pra baixo. Eles não. Ficam com olhar só por cima de toda a peãozada, segurando a pastinha na mão."

Quanto tempo depois eles falaram sobre essa percepção de que você era diferente?

Isso não precisou nem ser comentado, porque os fatos no primeiro dia de trabalho já deixaram muito claro que eles sabiam que eu não era um gari. Fui tratado de uma forma completamente diferente. Os garis são carregados na caçamba da caminhonete junto com as ferramentas. É como se eles fossem ferramentas também. Eles não deixaram eu viajar na caçamba, quiseram que eu fosse na cabine. Tive de insistir muito para poder viajar com eles na caçamba. Chegando no lugar de trabalho, continuaram me tratando diferente. As vassouras eram todas muito velhas. A única vassoura nova já estava reservada para mim. Não me deixaram usar a pá e a enxada, porque era um serviço mais pesado. Eles fizeram questão de que eu trabalhasse só com a vassoura e, mesmo assim, num lugar mais limpinho, e isso tudo foi dando a dimensão de que os garis sabiam que eu não tinha a mesma origem socioeconômica deles.

Quer dizer que eles se diminuíram com a sua presença?

Não foi uma questão de se menosprezar, mas sim de me proteger.

Eles testaram você?

No primeiro dia de trabalho paramos pro café. Eles colocaram uma garrafa térmica sobre uma plataforma de concreto. Só que não tinha caneca. Havia um clima estranho no ar, eu era um sujeito vindo de outra classe, varrendo rua com eles. Os garis mal conversavam comigo, alguns se aproximavam para ensinar o serviço. Um deles foi até o latão de lixo pegou duas latinhas de refrigerante cortou as latinhas pela metade e serviu o café ali, na latinha suja e grudenta. E como a gente estava num grupo grande, esperei que eles se servissem primeiro. Eu nunca apreciei o sabor do café. Mas, intuitivamente, senti que deveria tomá-lo, e claro, não livre de sensações ruins. Afinal, o cara tirou as latinhas de refrigerante de dentro de uma lixeira, que tem sujeira, tem formiga, tem barata, tem de tudo. No momento em que empunhei a caneca improvisada, parece que todo mundo parou para assistir à cena, como se perguntasse: 'E aí, o jovem rico vai se sujeitar a beber nessa caneca?' E eu bebi. Imediatamente a ansiedade parece que evaporou. Eles passaram a conversar comigo, a contar piada, brincar.

"Essa experiência me deixou curado da minha doença burguesa”

O que você sentiu na pele, trabalhando como gari?

Uma vez, um dos garis me convidou pra almoçar no bandejão central. Aí eu entrei no Instituto de Psicologia para pegar dinheiro, passei pelo andar térreo, subi escada, passei pelo segundo andar, passei na biblioteca, desci a escada, passei em frente ao centro acadêmico, passei em frente a lanchonete, tinha muita gente conhecida. Eu fiz todo esse trajeto e ninguém em absoluto me viu. Eu tive uma sensação muito ruim. O meu corpo tremia como se eu não o dominasse, uma angustia, e a tampa da cabeça era como se ardesse, como se eu tivesse sido sugado. Fui almoçar não senti o gosto da comida voltei para o trabalho atordoado.

E depois de oito anos trabalhando como gari? Isso mudou?

Fui me habituando a isso, assim como eles vão se habituando também a situações pouco saudáveis. Então, quando eu via um professor se aproximando - professor meu - até parava de varrer, porque ele ia passar por mim, podia trocar uma idéia, mas o pessoal passava como se tivesse passando por um poste, uma árvore, um orelhão.

E quando você volta para casa, para seu mundo real?

Eu choro. É muito triste, porque, a partir do instante em que você está inserido nessa condição psicossocial, não se esquece jamais. Acredito que essa experiência me deixou curado da minha doença burguesa. Esses homens hoje são meus amigos. Conheço a família deles, freqüento a casa deles nas periferias. Mudei. Nunca deixo de cumprimentar um trabalhador. Faço questão de o trabalhador saber que eu sei que ele existe. Eles são tratados pior do que um animal doméstico, que sempre é chamado pelo nome. São tratados como se fossem uma coisa.

*******************

Todo o mundo se sente invisível em algum momento da vida - numa festa de gente de outra tribo, no emprego novo em que não se conhece ninguém. Mas essas são outras invisibilidades, circunstanciais, e portanto passageiras, reversíveis. O estudo de Braga é sobre uma invisibilidade tão automatizada na sociedade que muitas vezes nem mesmo o ser invisível se dá conta de sua degradante situação. 'Se ele percebe, carece de armas para o combate. Depois de ser ignorado a vida inteira ou, no máximo, maltratado, ninguém anda de cabeça erguida.'

De fato, na maioria das vezes, o gari que limpa nossa cidade só é notado quando falta ao serviço. O ascensorista é tratado como uma máquina que funciona por comando de voz, sem direito a 'por favor' nem 'obrigado'. A empregada doméstica põe o avental, alimenta a família e deixa a casa organizada anos a fio, mas os patrões mal sabem seu sobrenome, se tem filhos, se está com algum problema. Os únicos cidadãos que vestem uniforme para servir aos outros e ganham visibilidade e reconhecimento são os que estão em situação de poder sobre o interlocutor - médicos, enfermeiros, policiais. 'Algumas profissões estão num nível de rebaixamento absoluto', reforça Braga. 'As pessoas estão habituadas a passar pelos garis como quem passa por objetos', assinala.

Concluída em 2002, a tese agora vira livro lançado pela editora Globo.

segunda-feira, março 07, 2011

REFLEXÃO

PEDAGOGIA DA INDIGNAÇÃO.

    “Eu tinha 21 anos e morava em Jaboatão. Um casal amigo de minha família nos visitava com o filho de 6 ou 7 anos. O menino subia nas cadeiras, atirava almofadas para a direita, para a esquerda como se estivesse em guerra contra inimigos invisíveis. O silêncio dos pais revelava sua aceitação a tudo o que o filho fazia.     
    Um pouco de paz na sala. O menino sumiu pelo quintal para, em seguida, voltar com um pinto, por pouco asfixiado, na mão quase crispada. Entrou na sala ostentando, vitorioso, o objeto de sua astúcia. Tímida, a mãe aventurou uma pálida defesa do pintinho, enquanto o pai se perdia num mutismo significativo.”Se falar de novo, disse o menino decidido, dono da situação, eu mato o pinto”.
    O silêncio que nos envolveu a todos salvou o pintinho. Solto, combalido e trôpego, saiu da sala como pôde. Atravessou o terraço e se foi esconder por entre a folhagem das avencas, mimos de minha mãe.
    A mim já me dá pena e preocupação quando convivo com famílias que experimentam a tirania da liberdade.
    Mas a mim me dá pena também e preocupação, igualmente, quando convivo com famílias que vivem a outra tirania, a da autoridade, em que as crianças caladas, cabisbaixas, bem comportadas, submissas, nada podem fazer.
    Contraditórios entre si estes modos, o autoritário ou o licencioso, trabalham contra a urgente formação e contra o não menos urgente desenvolvimento da mentalidade democrática entre nós.”
 
Paulo Freire, in Pedagogia da Indignação.

domingo, janeiro 02, 2011

PARA DESCONTRAIR NAS FÉRIAS

Ensinamentos das MÃES DE ANTIGAMENTE:
Pra lembrar, e rir.
Coisas que nossas mães diziam e faziam... Era uma forma, hoje condenada pelos educadores e psicólogos, mas funcionou com a gente e por isso não saímos seqüestrando a namorada, nem matando os outros por ai.

Minha mãe ensinou a VALORIZAR O SORRISO...
"ME RESPONDE DE NOVO E EU TE ARREBENTO OS DENTES!"


Minha mãe me ensinou a RETIDÃO.
"EU TE AJEITO NEM QUE SEJA NA PORRADA!!!"


Minha mãe me ensinou a DAR VALOR AO TRABALHO DOS OUTROS..
"SE VOCÊ E SEU IRMÃO QUEREM SE MATAR, VÃO PRA FORA. ACABEI DE LIMPAR A CASA!"


Minha mãe me ensinou LÓGICA E HIERARQUIA..-.
"PORQUE EU DIGO QUE É ASSIM! PONTO FINAL! QUEM É QUE MANDA AQUI?"

Minha mãe me ensinou o que é MOTIVAÇÃO...
"CONTINUA CHORANDO QUE EU VOU TE DAR UMA RAZÃO VERDADEIRA PARA VC CHORAR!"


Minha mãe me ensinou a CONTRADIÇÃO...
" FECHA A BOCA E COME!"

Minha Mãe me ensinou sobre ANTECIPAÇÃO...
"ESPERA SÓ ATÉ SEU PAI CHEGAR EM CASA!"

Minha Mãe me ensinou sobre PACIÊNCIA...
"CALMA!... NÃO SE PREOCUPE... QUANDO CHEGARMOS EM CASA, AÍ SIM, VOCÊ VAI VER SÓ..."


Minha Mãe me ensinou a ENFRENTAR OS DESAFIOS...
"OLHE PARA MIM! ME RESPONDA QUANDO EU TE FIZER UMA PERGUNTA!"

Minha Mãe me ensinou sobre RACIOCÍNIO LÓGICO...
"SE VOCÊ CAIR DESSA ÁRVORE VAI QUEBRAR O PESCOÇO E AÍ EU VOU TE DAR UMA SURRA!"


Minha Mãe me ensinou MEDICINA...
"PÁRA DE FICAR VESGO MENINO! PODE BATER UM VENTO E VOCÊ VAI FICAR ASSIM PARA SEMPRE."


Minha Mãe me ensinou sobre o REINO ANIMAL...
"SE VOCÊ NÃO COMER ESSAS VERDURAS, OS BICHOS DA SUA BARRIGA VÃO COMER VOCÊ!"

Minha Mãe me ensinou sobre GENÉTICA...
"VOCÊ É IGUALZINHO AO SEU PAI!"
(maravilhosa!)

Minha Mãe me ensinou sobre minhas RAÍZES...
"TÁ PENSANDO QUE NASCEU DE FAMÍLIA RICA É?"


Minha Mãe me ensinou sobre a SABEDORIA DE IDADE...
"QUANDO VOCÊ TIVER A MINHA IDADE, VOCÊ VAI ENTENDER."

Minha Mãe me ensinou sobre JUSTIÇA...
"UM DIA VOCÊ TERÁ SEUS FILHOS, E EU ESPERO ELES FAÇAM PRÁ VOCÊ O MESMO QUE VOCÊ FAZ PRA MIM! AÍ VOCÊ VAI VER O QUE É BOM!"

Minha mãe me ensinou RELIGIÃO...
"É MELHOR VOCÊ REZAR PARA ESSA MANCHA SAIR DO TAPETE!"


Minha mãe me ensinou o BEIJO DE ESQUIMÓ...
"SE RABISCAR DE NOVO, EU ESFREGO SEU NARIZ NA PAREDE!"

Minha mãe me ensinou CONTORCIONISMO.-..
"OLHA SÓ ESSA ORELHA! QUE NOJO!"


Minha mãe me ensinou DETERMINAÇÃO..-.
"VAI FICAR AÍ SENTADO ATÉ COMER TODA COMIDA!"


Minha mãe me ensinou habilidades como VENTRÍLOQUO...
"NÃO RESMUNGUE! CALA ESSA BOCA E ME DIGA POR QUE É QUE VOCÊ FEZ ISSO?"


Minha mãe me ensinou a SER OBJETIVO...
"EU TE AJEITO NUMA PANCADA SÓ!"


Minha mãe me ensinou a ESCUTAR ...
"SE VOCÊ NÃO ABAIXAR O VOLUME, EU VOU AÍ E QUEBRO ESSE RÁDIO!"

Minha mãe me ensinou a TER GOSTO PELOS ESTUDOS..
"SE EU FOR AÍ E VOCÊ NÃO TIVER TERMINADO ESSA LIÇÃO, VOCÊ JÁ SABE!..."

Minha mãe me ajudou na COORDENAÇÃO MOTORA...
"JUNTA AGORA ESSES BRINQUEDOS!! PEGA UM POR UM!!"


Minha mãe me ensinou os NÚMEROS...
"VOU CONTAR ATÉ DEZ. SE ESSE VASO NÃO APARECER VOCÊ LEVA UMA SURRA!"

Brigadão Mãe !!!

ABRAÇOS

quinta-feira, dezembro 16, 2010

UM DIA AGENTE ENTENDE... [nem só de estudos agente vive... kkk]

Olá pessoal......
 Um dia a gente entende...
Que é errando que se aprende16b8c29.jpg

Que envelhecer não significa deixar de ser criança16b8c3d.jpg

Que o silêncio é a melhor resposta quando ouvimos uma bobagem

16b8c47.jpg

Que ganhar dinheiro não é prioridade em toda profissão
16b8c51.jpg

Que os sonhos estão aí para serem alcançados
16b8c5b.jpg

Que amigos a gente conquista mostrando o que somos16b8c65.jpg

Que os verdadeiros amigos estão ao nosso lado até o fim16b8c6f.jpg

Que a maldade muitas vezes se esconde atrás de uma bela face.16b8c79.jpg

Que não se espera a felicidade chegar, mas se procura por ela16b8c83.jpg

Que quando pensamos saber tudo descobrimos que temos muito a aprender16b8c8d.jpg

Que a natureza é a coisa mais bela da vida
16b8c97.jpg

Que amar significa se dar por inteiro16b8ca1.jpg

Que um só dia pode ser mais importante do que muitos anos

16b8cab.jpg

Que se pode confessar com DEUS16b8cb5.jpg

Que é possível viajar além do infinito16b8cbf.jpg

Que ouvir uma palavra de carinho faz bem a saúde16b8cc9.jpg

Que um gesto de amor sempre aquece o coração16b8cd3.jpg

Que o julgamento alheio não é importante16b8cdd.jpg

Que devemos ser criança a vida toda16b8ce7.jpg

Que é preciso cultivar a paz interior
16b8cf1.jpg
Que sonhar é preciso

16b8cfb.jpg

E que o mais importante de tudo....

16b8d05.jpg
é que somos livres para nossas escolhas.

sexta-feira, outubro 29, 2010

Reflexão deste feriado!

Olá Colegas...
Alguns de nós está de castigo e por isso passará o feriadão estudando, este é meu caso hehehe...
...Mas vamos relaxar um pouquinho com a mensagem que eu recebi da Fê (Fernanda Alberes)...
Ela mandou este lindo texto:

Lindo!!!

Esta fábula traz uma bela lição de vida!!!
Não deixar de ler a fábula no final



A Fábula do Porco-espinho.





















Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio.

Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor.

Por isso decidiram se afastar uns dos outros e começaram de novo a morrer congelados.

Então precisaram fazer uma escolha: ou desapareceriam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros.



Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos.

Aprenderam assim a conviver com as pequenas

feridas que a relação com uma pessoa muito

próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro.

E assim sobreviveram.



Moral da História



O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com a individualidade do outro, e admirar suas qualidades.

terça-feira, outubro 26, 2010

RECOMENDO.... NÃO DEIXE DE LER....VIVER OU JUNTAR DINHEIRO ? (MAX GEHRINGER) BRAVO !!!

Pessoal este arquivo foi a Deise que me enviou muito legal por isso estou postando espero que gostem...
RECOMENDO.... NÃO DEIXE DE LER....VIVER  OU JUNTAR  DINHEIRO ? (MAX GEHRINGER) BRAVO !!!

http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2010/02/max.jpg   Viver ou Juntar dinheiro?

Há determinadas mensagens que, de tão interessante, não precisam nem sequer de comentários. Como esta que recebi recentemente.
Li em uma revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. Aprendi, por exemplo, que se tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, nos últimos quarenta anos, teria economizado 30mil reais. Se tivesse deixado de comer uma pizza por mês, 12 mil reais.
E assim por diante.
Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas. Para minha surpresa, descobri que hoje poderia estar milionário. Bastaria não ter tomado as caipirinhas que tomei, não ter feito muitas viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que comprei.
Principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis.
Ao concluir os cálculos, percebi que hoje poderia ter quase 500 mil reais na minha conta bancária. É claro que não tenho este dinheiro.
Mas, se tivesse, sabe o que este dinheiro me permitiria fazer?
Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar em itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que quisesse e tomar cafezinhos à vontade.

Por isso, me sinto muito feliz em ser pobre. Gastei meu dinheiro por prazer e com prazer. E recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que fiz. Caso contrário, chegarão aos 61 anos com uma montanha de dinheiro, mas sem ter vivido a vida.

"Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim ele saberá o VALOR das coisas e não o seu PREÇO"

Que tal um cafezinho?

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...