quinta-feira, janeiro 27, 2011

GESTÃO E ORGANIZAÇÃO ESCOLAR

Leitura complementar enviada pela Fabínia

PROJETO PEDAGÓGICO E AUTONOMIA DA ESCOLA: Construção da Cidadania a partir da Escola


1. INTRODUÇÃO

Não somos culpados pelo mundo que encontramos ao nascer. Mas precisamos, na medida de nossas possibilidades, fazer alguma coisa pelo mundo que está sendo construído (ou destruído). E que será herdado aos que hão de vir. Gilberto Cotrim. (1988).

Almejado por muitos dos defensores da escola pública de boa qualidade para todos, o Projeto Pedagógico foi finalmente assegurado a nível nacional pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº. 9.394/96, enquanto sinônimo de autonomia da escola, o que podemos conferir a partir dos artigos 12º a 15º da referida lei.

A nova LDB determinou que os estabelecimentos de ensino tivessem a incumbência de elaborar e executar sua proposta pedagógica (art.12º) e também que "os docentes incumbir-se-ão de: I – participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino..." (art.13). No 14º da lei em xeque, ainda pode-se ler, (LDB 9.394/96);

Os sistemas de ensino definirão as normas de gestão democrática do ensino público na educação básica, de acordo com as suas peculiaridades e conforme os seguintes princípios:

I. Participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola;

II. Participação das comunidades escolar e local em conselhos ou equivalentes.

Tais incumbências estão ligadas à progressiva autonomia pedagógica, administrativa e de gestão financeira a qual os sistemas de ensino assegurarão às unidades escolares segundo artigo 15º da lei supracitada. Haja vista que elaborar o projeto pedagógico é um exercício de autonomia.

Neste sentido, a autonomia aqui defendida, pode ser entendida pela capacidade de governar a si mesmo, ou o direito de uma nação se reger por leis próprias; autonomia pressupõe liberdade e capacidade de decidir. Porém, como lembra João Barroso (2000, p. 16), liberdade não se confunde com independência, mas sim;

A autonomia é um conceito relacional (...) pelo que a sua ação se exerce sempre num contexto de interdependências e num sistema de inter-relações. (...) é, por isso uma maneira de gerir, orientar, as diversas dependências em que os indivíduos e os grupos se encontram no seu meio biológico ou social, de acordo com as suas próprias leis.

Para Azanha, (1998, p.03), "a autonomia da escola numa sociedade democrática é, sobretudo, a possibilidade de ter uma compreensão própria das metas da tarefa educativa numa democracia". Envolve as possibilidades de fazer escolhas visando um trabalho educativo eticamente responsável.

Autonomia da escola e Projeto Pedagógico são, portanto, elementos interdependentes, os quais devem ser postos em prática nas unidades escolas em cumprimento ao artigo 3º da Lei 9.394/96 , o qual possui vários princípios que derivam de nossa lei maior: a Constituição Federal .

Se na atualidade o Projeto Pedagógico está assegurado por lei (o que não significa sua concretização na prática) isto se deve a anos de luta dos defensores da educação pública, principalmente daqueles que acreditavam que participação e autonomia eram princípios essenciais para que a escola democrática se concretizasse.

Entendemos Projeto Pedagógico/Proposta Pedagógica enquanto um documento resultante do esforço de integração da escola num propósito educativo comum, o qual se dá a partir da identificação das práticas vigentes na instituição escola. Uma vez que "basear a educação em projetos é, afinal, identificar o processo de educação com a própria vida", como bem defendem Martins e Mendes (2006, p. 03).

Estas práticas envolvem direta ou indiretamente o ensino, ou seja, é a somatória de todas as práticas que permeiam a convivência da comunidade escolar e onde o Projeto Pedagógico deve ser o ponto de partida para o trabalho educativo na escola e da comunidade. Sem esquecer que;

Um Projeto Político Pedagógico, porém, surge com a percepção de um (ou de vários) problema (as) e de uma oportunidade para encontra soluções, mesmo que se leve semanas, meses ou anos para a sua solução e avaliação final, originando, muitas vezes, novos projetos, nova metas. (MARTINS e MENDES, 2006, p. 01). Grifo nosso.

Entendemos, portanto, que a nova LDB estabeleceu que tudo começa, desde logo pela elaboração da Proposta Pedagógica da escola, e tudo o mais deve vir depois.

Para a elaboração do Projeto Pedagógico, notamos que a LDB vigente  recomenda, por mais que de maneira implícita, que não haja modelos ou fórmulas de modo a impedir que este, sendo um sinônimo de autonomia da escola, transforme-se em mero cumprimento burocrático. No entanto, apresenta alguns caminhos, também implicitamente, para orientar aspectos fundamentais que devem constar no projeto, tais como:

a) análise da situação da escola e levantamento de necessidades, ou seja, mapear a realidade da escola. O que em outras palavras, chamamos diagnóstico;

b) estabelecimento de uma linha geral do projeto, definindo-se metas prioritárias a serem alcançadas, diferenciando os objetivos gerais dos específicos;

 c) estratégias para se atingir as metas, tais como o planejamento de ações, levantamento dos recursos necessários, a duração, divisão de tarefas, acompanhamento etc.;

d) avaliação interna e externa do processo, de forma contínua e processual possibilitando revisões de rumos.

Da elaboração do projeto pedagógico depende, por exemplo, o regime escolar. Sendo este último um ato normativo e administrativo que estabelece as normas de organização e convivência ao interno da instituição; deve estar fundamentado nos propósitos, princípios e diretrizes estabelecidas na Proposta Pedagógica da escola.

2. PROJETO PEDAGÓGICO E REGIMENTO ESCOLAR – AUTONOMIA INSTITUICIONAL.

Segundo Azanha, a palavra autonomia só começa a ganhar conteúdo na educação a partir dos anos oitenta. Até então raramente se falava em autonomia e, quando esta aparecia em textos legais (ou não), estava ligada à prática docente em sala de aula. Ou seja, a liberdade de escolha sobre métodos de ensino a serem utilizados, livros didáticos, enfim, autonomia estritamente pedagógica.

As LDBs 4.024/61 (de 1961) e 5.692/71 (de 1971), tão pouco utilizaram-se do termo mas avançaram de alguma forma quanto ao uso do seu significado em relação a escola. Segundo Azanha (1995, p. 134), ambos os documentos;

Fixaram a norma de que cada estabelecimento, público ou particular, deveria organizar-se por meio de regimento próprio. Na lei n. 4.024/61 essa norma estava no art. 43, que foi revogado pela lei 5.692/71, mas que manteve no seu corpo a norma do regimento próprio. [porém] Até mesmo a norma do regimento próprio de cada escola que a lei n. 5.692/71 manteve no artigo 2º, parágrafo único foi, na prática cancelada nos artigos 70 e 81, nos quais se permite a adoção de regimento comum pelas administrações de ensino.

Sabemos que tanto nas escolas estaduais como nas municipais de todo o país, até bem pouco tempo vigiam os respectivos regimentos comuns. O regimento escolar seria um dos instrumentos de execução do Projeto Pedagógico da escola e, portanto, há que se estabelecer uma relação entre autonomia, projeto e regimento.

Somente a partir de meados da década de oitenta é que a discussão sobre autonomia da escola (pedagógica, administrativa, financeira), Projeto Pedagógico e Regimento Escolar torna-se mais consistente, ainda estando longe de ser concretizada. Esta discussão relaciona-se ao momento político que a sociedade brasileira atravessava – com o fim da Ditadura militar e início da chamada Nova República. Os princípios fundamentais de um governo democrático estavam em pauta: participação, autonomia, liberdade, descentralização, dentre outros.

Neste período, importantes discussões ocorreram em todos os estados brasileiros, com destaque para o estado de São Paulo, em torno de uma proposta de política pública para a educação. No entanto, justamente o princípio da autonomia da escola despontou como ponto nevrálgico enquanto viabilizador da educação democrática. Pelo menos é nessa ótica que percebemos tais eventos.

3. DUAS CONCEPÇÕES – INTERESSES DIVERSOS

Analisaremos duas concepções distintas de autonomia a partir de dois autores – José Mário Pires Azanha e Guiomar Namo de Mello – no sentido de evidenciarmos algumas das tendências políticas e pedagógicas presentes na atualidade.

Para Azanha o tema autonomia na educação aparece mais ligado à liberdade do professor quanto a sua tarefa de ensinar, ou seja, relacionada à escolha de métodos de ensino, material didático dentre outros. Porém, era necessário compreender que a tarefa do professor não se restringe a sala de aula, ao ensino; assim como a escola não se restringe a um agrupamento de professores e alunos tão somente.

A escola não é uma ilha, está inserida em uma comunidade e sofre as influências do contexto sócio-político e econômico. A escola é uma instituição com uma função social, um papel político e uma tarefa educativa. Porém, por muito tempo as escolas não puderam compreender-se nestes sentidos, ter identidade própria e atuar de forma mais significativa para e com sua comunidade uma vez que estavam;

Amordaçadas nos (...) regimentos únicos, (...) castradas na sua autêntica função educativa porque diretores e professores são simples funcionários burocráticos dos quais não se exige que eduquem, mas que cumpram ordens. Em nome de uma alegada necessidade de disciplinar 'enquanto' as escolas não estiverem em condições de se organizar, o que temos não é a sadia diversidade do que é mesmo desigual, mas a aplastante uniformidade que pretende eliminar a possibilidade de erro, e que de fato elimina a responsabilidade. Não pode ser responsável perante o seu próprio trabalho quem não tem nenhuma autonomia de decisão. (AZANHA, 1995, p. 39)

O trecho supracitado, extraído do polêmico Documento nº. 01 (Secretaria Estadual de Educação, 1983) que foi distribuído e debatido em todas as escolas da rede pública estadual de São Paulo, durante o governo Montoro expressa sinteticamente as condições da educação pública à época, assim como as idéias de Azanha, posto que o documento é de sua autoria .

Fica exposto que um dos meios de viabilizar a escola democrática, para todos e com boa qualidade, seria o exercício da autonomia administrativa e pedagógica da escola. Neste viés a autonomia deveria ter como ponto de partida a busca da identidade de cada escola, a construção de seu Projeto Pedagógico e de Regimento Escolar próprio enquanto expressão de seu ideal de educação e que permitisse "uma nova e democrática ordenação pedagógica das relações escolares." (Azanha, 1995).

Autonomia esta que coloca a escola como responsável pelo seu trabalho educativo de acordo com suas características específicas. Ou seja, enquanto a Secretaria de Educação determinava a preservação de uma única identidade para o conjunto de escolas públicas do sistema estadual através de um único regimento comum a todas estas, uma única forma administrar, de ensinar, os mesmos horários etc. tratava igualmente diferentes realidades em nome da homogeneidade.

Em partes subseqüentes de sua obra, Azanha (1995, p. 50), afirma que;

A autonomia da escola apenas ganha importância se significar autonomia da tarefa educativa. Se não for assim, o assunto se reduz a uma mera questão regimental. É claro que os regimentos escolares são importantes para a organização e disciplina escolares, mas não podemos confundir autonomia com a existência de um regimento próprio. Aliás, regimento escolar é apenas uma condição administrativa para as tarefas essenciais da escola entendidas como a elaboração e execução de um projeto pedagógico. (grifo nosso)

Ao mesmo tempo o autor reafirma a relevância do Projeto Pedagógico, e também, a nosso ver, é irônico ao comentar a necessidade do regimento próprio. Mas, para além da ironia, afirma o autor a prioridade do pedagógico sobre o administrativo na escola. Menos mal.

Contrariamente as idéias de Azanha, Guiomar Namo de Mello valoriza mais o aspecto administrativo que o pedagógico da escola e traz para a educação pública uma nova visão: a mercadológica.

A escola, para Mello (1998) é vista como instituição que oferece (ou vende) um serviço que deve passar por um processo de sua produção com total qualidade (ensino) para agregar maior valor ao produto final, ou seja, o aluno bem-sucedido. O aluno seria tanto produto final como consumidor/cliente, sendo que a esta última categoria somam-se também os pais e a própria comunidade. Os professores, nesta concepção empresarial, não são meros executores (mão-de-obra), são vistos como os colaboradores deste processo de produção.

Neste sentido, a escola deve preparar bem os educandos para o mercado de trabalho cada dia mais exigente e seletivo. Haja vista que com a configuração pós Revolução Industrial, na qual vivemos;

As possibilidades propiciadas pelos vários recursos tecnológicos, entre eles, o rádio, a televisão, o telefone, o fax, os computadores e a internet, não influenciam apenas o nosso dia-a-dia, mas alteram maneiras de pensar e de representar a realidade nos diversos ambientes em que vivemos. (KENSKI, 2003, p. 04)

E a escola não pode esquecer que o mais importante não é apenas que os educandos tenham acesso à informação, mas que saibam lidar com ela e possam transformá-la em oportunidades para as diversas realizações da vida cotidiana.

Nesta perspectiva, as ações em prol da autonomia da escola que ocorreram nos anos oitenta, como mencionamos anteriormente, não têm muita relevância para Mello. Para a autora:

Essas experiências sofreram limitações bastante sérias, na medida em que as estruturas centrais do sistema de ensino e as normas e regras homogêneas para todas as escolas praticamente não foram alteradas e, principalmente porque se mantiveram intocadas as sistemáticas de financiamento e alocação de recursos. (MELLO, 1998, p.134).

Duas questões parecem-nos relevantes na concepção de Mello em relação à autonomia da escola: a descrença na autonomia conquistada e a vinculação da autonomia da escola ao aspecto financeiro. Assim sendo, a autonomia da escola dependeria de um processo de descentralização do sistema educacional como um todo; antes de delegar poder a escola, para Mello, é preciso reformar a Secretaria de Educação e demais órgãos. Sem isto não seria possível estender a autonomia às unidades escolares.

Seja ao nível de uma empresa ou do Estado como um todo é uma opção da cúpula e aí deve Ter início. Não é apenas um processo participativo de baixo para cima, em que se vai conquistando a autonomia da escola pela somatória de poder de decisão sobre aspectos pontuais (...) enquanto se mantém intocada a estrutura do Estado (...) é preciso Ter em conta que seu ritmo e suas dificuldades vão depender dos entraves reais que o Estado tem dentro de seu próprio aparato (...) será de pouca eficácia a pressão pulverizada na base... (MELLO, 1998, p.168).

Ë evidente que há necessidade de se promover um processo de descentralização do sistema educacional, processo este que vem ocorrendo faz algum tempo, mas sempre acompanhado da centralização na equivalente medida. Porém, colocar a descentralização do sistema como condição para "dar" autonomia para as escolas parece-nos um equívoco.

Concordamos com Azanha, para quem a autonomia é algo a ser conquistado pelos professores, alunos, diretores – pela comunidade escolar como um todo – e não apenas mais uma medida a ser implementada de cima para baixo e, ainda, que não se pode confundir esta autonomia com determinadas condições administrativas e financeiras ou mesmo que esta não será uma situação efetiva se a própria escola não assumir compromissos (1995, p. 144-145).

Quanto à vinculação da autonomia da escola ao aspecto financeiro, Mello confere a autonomia financeira da escola um caráter prioritário. Para que as escolas tivessem maior poder de decisão (conferida de cima para baixo, depois que o sistema se descentralizasse) dois principais "insumos [são] necessários à sua organização: dinheiro e pessoal (...) Nenhuma instituição pode ter identidade, iniciativa e projeto se não detiver controle sobre seus próprios recursos e equipe." (MELLO, 1998, p. 143).

Dentro da perspectiva das políticas neoliberais da atualidade, onde o Estado cada vez mais vem eximindo-se de suas responsabilidades sociais, é preciso analisar com cautela a questão da autonomia financeira da escola. O que pode parecer um ganho pode transformar-se em uma perda que vai muito além da escola.

Não podemos deixar de citar os problemas que a educação pública vem enfrentando em decorrência da aplicação dos recursos do FUNDEB – Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica e valorização dos professores – exclusivamente no ensino fundamental como também das "parcerias" com o setor privado que em muitas de suas práticas, age desprofissionalizando a escola, a exemplo dos "Amigos da escola".

4. A DIFÍCIL REALIDADE: NEM CONQUISTA, NEM IMPOSIÇÃO

Por pelo menos há três décadas estamos discutindo e lutando pela autonomia da escola pública mediante a construção do Projeto Pedagógico e Regimento Escolar (dentre outros princípios da gestão democrática da escola não abordados aqui). Por que então parece que estes, apesar de estarem assegurados por lei LDB 9.3944/96, sendo um misto de conquista e imposição, ainda não foram de fato postos em prática pela maioria das escolas e, principalmente, não fazem parte das responsabilidades/atividades do corpo docente e muito menos da comunidade escolar? Por que as escolas que constroem seus Projetos Pedagógicos e Regimentos mediante um trabalho coletivo, envolvendo professores, diretor, pais, alunos etc. e o colocam em prática são exceções?

Dois fatores nos chamaram mais a atenção na realização deste trabalho: a questão da formação dos profissionais da educação (futuros professores e especialistas) e da atuação.

Quanto à formação dos profissionais da educação é preocupante a pouca importância que os cursos de licenciatura, incluindo o de Pedagogia, vêm dando a discussão do Projeto Pedagógico e da autonomia da escola . Fato este que certamente não pode ser generalizado, mas pode ser facilmente evidenciado em boa parte das instituições privadas de ensino superior do país. Posto que a imensa maioria dos professores/especialistas é formada nestas instituições como poderemos ter profissionais conscientes da importância dos princípios e dos meios de efetivação da gestão democrática na escola pública?

Outro dado é que parte dos alunos de licenciatura exerce a docência tendo concluído outro curso que os habilite para tanto ou não. Dentre os professores com os quais trabalhamos em três escolas da Região Agreste do estado (do Rio Grande do Norte), nos deparamos com a dificuldade de muitos docentes compreenderem o significado, importância e seus papéis na tarefa coletiva de concretização da autonomia da escola mediante a participação na construção do Projeto Pedagógico da escola e de seu Regimento .

Tal dificuldade não se tratava somente do caráter teórico/conceitual, mas principalmente prático. Ou seja, os docentes, em sua maioria não demonstravam interesse pelo tema Projeto Pedagógico assim como não se mostravam dispostos a atuarem coletivamente em prol do Projeto da escola. Também na condição de alunos não se interessaram em conhecer as diversas etapas de elaboração de um Projeto Pedagógico. Pelo menos, esta era a idéia que eles externavam.

Outro problema notado nestes nossos poucos anos de sala de aula (08 anos apenas), é a constatação de que documentos  importantes e que deveriam estar disponíveis à comunidade escolar, estão sempre trancados na sala da professora/coordenadora pedagógica, onde apenas ela tem acesso (e a chave). As atividades da coordenadora se estendem desde resolver problemas de indisciplina dos alunos, substituição de professores faltosos até a elaboração do Projeto Pedagógico da escola, o qual ela havia elaborado sozinha.

Uma vez indagada sobre o papel dos professores na elaboração do projeto (proposta pedagógica) ela afirmou que se dava por satisfeita quando estes entregavam no prazo os planos de ensino, que na maioria das vezes eram cópias dos planos de anos anteriores. Por conta deste desinteresse dos professores em re-planejar, a coordenadora havia feito uma "limpeza" em "sua" sala tendo jogado fora vários exemplares dos Parâmetros Curriculares Nacionais dentre outras obras e documentos. Afirmou ainda ter guardado uma coleção dos "Parâmetros" para si em sua casa (posto que na escola ele não teria utilidade).

Em outras escolas os relatos se confundem por demais com os citados acima. Os documentos estão sempre trancados na sala do diretor ou na casa da coordenadora do período noturno. Pra piorar a situação, se constata que por mais que esse material estivesse com a coordenadora/diretora/supervisora, tanto faz, esta nunca havia lido a maioria deles.

Os relatos e observações comentados aqui, demonstram a inadequação da utilização de documentos e, principalmente, dos instrumentos viabilizadores da autonomia da escola: o Projeto Pedagógico e o Regimento Escolar. Constatamos cotidianamente, infelizmente, que não é apenas a descrença ou desconhecimento dos conceitos de autonomia, projeto e regimento como também a retenção de informações que deveriam fluir por toda comunidade escolar. Será que temos medo de compartilhar o saber com nossos colegas de trabalho? Que é mais cômodo sermos os únicos detentores dos saberes? O que tais práticas nos garantem? A vitaliciedade nos cargos? A "dependência" dos demais colegas de trabalho? Ou o que mais?

Outra constatação a ser feita é que, na medida em que a Secretaria de Educação determina prazos para entrega dos documentos supracitados estes deixam de ser discutidos pelo coletivo para serem centralizados nas mãos do professor-coordenador, posto que o exercício da discussão e elaboração do projeto requer tempo.

Ficam, no entanto, algumas várias interrogações: por que razão os professores/coordenadores "guardavam" os documentos trancados em suas salas ou mesmo em suas residências? Qual seria o significado desta prática? Por que elaboram os projetos/propostas pedagógicas sozinhos?

Não acreditamos que tais práticas signifiquem apenas abuso de poder, mas talvez fosse exatamente o contrário. Talvez a ausência de poder destes coordenadores os levaria a ter tais atitudes? A incapacidade de desencadear uma gestão democrática, participativa da parte dos diretores de escola e de desencadear um trabalho coletivo por parte dos coordenadores justificaria as referidas atitudes, especialmente a elaboração centralizada e solitária do projeto pedagógico?

5. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Procuramos neste trabalho discutir a relação entre projeto pedagógico, regimento escolar e autonomia da escola identificando nos documentos legais os seus sentidos, assim como acompanhar o processo histórico de discussões. E, ainda, evidenciar concepções diferenciadas de dois importantes nomes da educação contemporânea como também, a partir de uma leitura de como vem ocorrendo a formação de futuros profissionais da educação e da experiência de coleta de dados em duas escolas públicas, evidenciar como o enfrentamento da temática em pauta vem sendo exercitado na prática.

Se o projeto pedagógico construído coletivamente está assegurado por lei, resultante da mobilização de muitos educadores faz-se necessário dar continuidade a esta mobilização no intuito de promover sua viabilização prática.

Para tanto, as escolas de formação dos profissionais da educação, compreendidos enquanto professores e especialistas, têm um papel importantíssimo no sentido de incluir em seus currículos e programas a temática da gestão democrática, dando ênfase à escola pública, à construção do projeto pedagógico mediante trabalho coletivo que envolva não apenas os profissionais da educação, mas todos os que compõem a comunidade escolar.

Também os diretores e professores-coordenadores têm um papel significativo e que necessita ser revisto a luz dos princípios expostos na Constituição Federal e na LDB 9.394/96. Evidentemente há inúmeros obstáculos que estes têm de enfrentar para viabilizarem de direito e de fato uma gestão democrática da escola pública. Ainda há muito que dizer, mas muito mais há por fazer.


Fonte: http://www.webartigos.com/articles/18794/1/PROJETO-PEDAGOGICO-E-AUTONOMIA-DA-ESCOLA/pagina1.html#ixzz17fmNn4fo

segunda-feira, janeiro 24, 2011

Resumo de Linguages e Códigos


Linguagens e Códigos
Aula 1 – O Homem, a Sociedade e a Comunicação

Resumo Elaborado por Nanci Fachini


►A Tecnologia diminuindo as distâncias
    ■ Distância Geográfica
        ● Distância passiva → distância ativa. Ex.: Telégrafo (1º processo de tecnologia de comunicação).
        ● Telefonia
        ● Comunicação via satélite
        ● Comunicação de som e imagem
        ● Distância passa a ser irrelevante
        ● Filme: !Mensagem para você” – com Tom Hanks.
    ■ Distância Social
        ● Elas ocorrem, principalmente, devido ao aspecto econômico.
        ● A informação tem sido privilégio das classes mais favorecidas.
    ■ Distância Financeira
        ● Todo processo de acesso a tecnologia, diminui a distância financeira. Ex.: celulares com preços
            acessíveis a toda população.
    ■ Distância Cultural
        ● Internet → culturas totalmente diferentes podem se comunicar e fazer um intercâmbio de
                              conhecimentos e experiências.
        ● Comunicação em tempo real. Por Ex.: Uma guerra que esteja acontecendo, em qualquer parte
           do mundo, e você ter a imagem digital, via internet.
    ■ Distância Lingüística
        ● Via internet, as pessoas fazem amizade pelo mundo inteiro, porque os provedores oferecem os
           tradutores de texto.
    ■ Outras distâncias
        ● Comerciais, medicina, etc.

►Os obstáculos frente ao saber
    ■ O percurso de “longas distâncias” como principal obstáculo da pedagogia.
    ■ A tecnologia da informação e comunicação → desbloqueando espaços.

►Os sistemas que atingem a comunidade de forma irrestrita
    ■ Podem ser sistemas em redes, programas, arquivos.
        ● Ex.: Estações de rádio, televisão aberta, transmissão de TV a cabo, telefone/modem (surge a
           internet), redes digitais, computadores.

►Os materiais pedagógicos
    ■ Fitas cassetes de áudio e vídeo.
    ■ CDs/HDs
    ■ Softwares.
Linguagens e Códigos
Aula 2 – O Domínio do Saber
Resumo Elaborado por Nanci Fachini


► O Domínio do Saber
      ■ “Saber é poder”.
      ■ A história da educação mostra que ao longo do tempo, a sociedade vem evoluindo na busca da
         democratização do conhecimento. Mas, historicamente, o conhecimento tem sido usado como
         instrumento de poder para os grupos mis privilegiados, dentro da sociedade.
      ■ “O saber  é a parte mais considerável da felicidade”. – Sófocles.

► UNESCO
      ■ Ela surge perto da 2ª Guerra Mundial, numa ação das Nações Unidas. Surgiu com o seguinte
          pensamento: “Já que a guerra nasce da mente humana, as defesas para a paz também, devem
          surgir da mente humana”.
      ■ Hoje ela agrega mais de 190 países, e tem como finalidade, o desenvolvimento da educação, por
          meio da tecnologia.
      ■ A UNESCO tem como paradigma: “A educação não pode ser somente considerada importante,
         ela precisa ser prioritária”.
      ■ Ela atua como uma instância aberta e universal.

► A Informação criando o real
      ■ O marketing é uma área de conhecimento que estuda o comportamento humano, e utiliza a
          tecnologia de informação e comunicação como um canal para criar o real, criar necessidade geral.
      ■ A informação cria o real quando não existe o espaço para contestação.
      ■ Temos 2 processos distintos:
          ● Mídia informativa → direcionando determinado conhecimento, comportamento e conduta.
          ● Mídia como construtora de conhecimento → buscando fazer com a a sociedade, com que o receptor
             da informação, possa ter um espaço de discussão, construindo com o seu conhecimento, um
             processo mais sólido e eficaz.
      ■ A informação criando o real, põe em risco culturas, quando ela é direcionada e ignora outras áreas de
         Conhecimento.
      ■ O poder dos canais de comunicação → Filme: “O quarto poder” – com John Travolta.

► Aprender com integração simétrica
      ■ “Ninguém efetivamente sabe mais do que qualquer outro, pelo menos sempre e em todas as coisas”. –
           Michel Serres.
      ■ É a partir do saber cultural que se constrói a personalidade, comportamento, uma cultura.
      ■ Devemos respeitar os conhecimentos diversos, como fontes ricas e que podem contribuir para a
         construção de um conhecimento maior.
      ■ Os saberes, desde o mais simples até o mais elaborado, devem se completar, porque todos eles
         contribuem para o surgimento de um saber maior.
      ■ “Docente e discente no mesmo modo, aprendemos um com o outro, iguais de direito”. – Serres.
      ■ “O intercâmbio supõe que todos os saberes, práticos ou teóricos se equivalem”. – Serres.
      ■ A construção do conhecimento, a partir da prática sem os fundamentos teóricos, fica sujeito a não se
         perpetuar, porque a importância do desenvolvimento do conhecimento é construir teorias.
      ■ A prática e teoria formam um conjunto indissociável.
      ■ “Muito sabe quem conhece a própria ignorância”. – Confúcio.

► A expansão do espaço e o espaço virtual
      ■ Desde o início da antiguidade, observamos mensagens gravadas em pergaminhos, sobre a vida das
         pessoas. Monumentos, estátuas, bustos foram construídos, ao longo do tempo, para perpetuar sua
         existência. Hoje, o homem superou o tempo. Ele consegue estar em um largo espaço, independente do
         tempo. Ele pode não só ser ouvido, como ser visto, por meio da tecnologia digital, em tempo real.
      ■ “Só sei que nada sei”. – Sócrates.
      ■ Obras de músicas.
      ■ Entrelaçamento de duas escolas, sendo a nova mais antiga do que se julga.
      ■ Conferência visual, com três ou quatro interlocutores, espalhados pelo globo.
  


Linguagens e Códigos
Aula 3 – O Espaço Virtual
Resumo Elaborado por Nanci Fachini



► A necessidade de expansão da presença
     ■ Ferramentas para a expansão → invenção de ferramentas: martelo, lança.
     ■ Espaço virtual → espaço do conhecimento. Ex.: livros, bibliotecas, tecnologias.
     ■ O espaço virtual proporciona, tanto ao ser humano como instituições, expandirem seus espaços
        presentes.
     ■ “O corpo verte para fora de si, as suas funções que vão tentar a sua sorte pelo mundo”. – Serres
     ■ Todas as técnicas, advêm dessa capacidade individual e social de distanciamento e extração de si.
     ■ O espaço virtual não tem as mesmas relações com o tempo que o espaço do mundo.
     ■ No espaço virtual, fazemos no presente o que os nossos pais só podiam fazer com a história.
     ■ O tempo como matéria-prima do trabalho e do ensino.
         ● Com a tecnologia da informação e o espaço virtual, o tempo passou a ser um fator não determinante,
            mas importante.

► As distâncias e o espaço virtual
    ■ A escola mais flexível é aquela que utiliza a tecnologia da informação e o espaço virtual.
    ■ A anulação “relativa” das distâncias, faz o espaço virtual o melhor dos lugares de formação ou a mais
       flexível das escolas.
    ■ Há uma mudança no cenário estimulado pela valorização do conhecimento.
    ■ Capacidade social ou coletiva de se reunir num local definido ou cartografável. Ex: salas de bate-papo.
    ■ Os espaços sociais deslizam para o virtual.
    ■ Mudanças no modo de ensinar e nas instituições.
    



Linguagens e Códigos
 Aula 4 – O Ensino Virtual

Resumo Elaborado por Nanci Fachini



► O Ensino Virtual
      ■ “O perfil móvel, volátil do mapa mundi das comunicações, vale para todas as instituições virtuais”. –
          Michel Serres.
      ■ Ambiente virtual é aquele que não tem um local fixo estabelecido. Ex.: Bancos, livrarias, bibliotecas,
         escolas, negócios → via internet.
      ■ O mapa mundi do ensino virtual.
      ■ Com o ensino virtual, torna-se mais fácil o acesso dos profissionais, das pessoas que estão no mercado
         de trabalho e, que precisam do desenvolvimento  intelectual.
      ■ O poder pertence a quem domina o volátil.
      ■ O volátil no ambiente da tecnologia da informação e comunicação é uma condição que não depende de
          tempo e espaço.
      ■ O ambiente virtual são serviços, produtos que chegam ao consumidor de uma forma mais barata, menos
          custoso.
      ■ O ambiente virtual propicia aos investidores, executar suas tarefas, com um custo menor.

► A rede única (internet) e o fim dos monopólios.
      ■ Quem detinha o saber tinha o poder.
      ■ A internet (rede única) surge como um avanço da tecnologia. Ela foi um resultado natural da evolução
         tecnológica.
      ■ Empresas buscam constantemente, dominar esse espaço (internet) tecnológico, numa competição
         aberta.
      ■ O fim do monopólio do saber.

► A rede
      ■ A rede – capacidade de todos.
          ● As ferramentas estão disponíveis. É uma questão de quebrar barreiras, investir em desenvolvimento.
          ● A rede é bastante utilizada nas instituições de ensino, no que diz respeito à notas, matrículas,
             declarações, etc.
          ● Vemos as redes substituindo as antigas instâncias ou instituições nas áreas: jurídicas, dos estados,
             das escolas e instituições, do comércio, das igrejas.
          ● Filme: “2001 – Uma Odisséias no Espaço”.
          ● Portanto, as pessoas precisam se desenvolverem, aprimorarem, assumirem uma outra posição, para
             ocuparem os espaços abertos da tecnologia.



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Aula 5 – Gestão do Conhecimento e Capital Intelectual
Resumo Elaborado por Nanci Fachini


► O capital intelectual baseado no conhecimento
      ■ Hoje, as organizações valorizam mais os conhecimentos do que outros capitais.
      ■ Atualmente, a organização é muito mais medida pelo seu capital intelectual (conhecimento) do que pelo
         seu ativo contabilizado. É o chamado ativo intangível das organizações.
      ■ O conhecimento, agregado a organização, constitui o seu capital intelectual.
      ■ Onde está o conhecimento?
          ● A gestão do conhecimento passa pela informação, pelo treinamento, pela definição de objetivos, pela
             direção desses conhecimentos, para a conclusão de seus objetivos.
          ● Ela é a captação do conhecimento de diversas formas: informação, treinamento, contratação.
          ● A gestão do conhecimento é basicamente o aproveitamento do potencial de conhecimento que tem na
             Organização.
          ● Ativo intangível envolve o capital intelectual.
          ● Uma boa marca, produto, é um bom ativo intangível.
          ● O ativo intangível está também, relacionado com fornecedores, funcionários, ou seja, sua imagem no
             mercado.
          ● A valorização do capital intelectual como ativo intangível.
          ● O ativo intangível, segundo Sveiby, é composto por:
Ø  Nossa organização.
Ø  Nossos clientes.
Ø  Nossas pessoas.
● Ativos tangíveis → contabilidade tradicional → moeda financeira.
● Ativos intangíveis → moeda intelectual.

► Educação corporativa
     ■ Esse processo de educação acontece dentro das organizações.
     ■ O investimento no conhecimento das pessoas como diferencial organizacional.
     ■ Universidade corporativa → é o espaço virtual → não acontece dentro das organizações, fisicamente.
     ■ Oportunidade de aprendizagem.
     ■ Currículo fundamentado nos 3Cs.
     ■ Cidadania corporativa.
     ■ Contexto situacional.
     ■ Competências básicas.
     ■ Treinar a cadeia de valor.
     ■ Treinamento conduzido X diferentes formas de aprendizado.
     ■ Os líderes e o aprendizado.
     ■ Foco global e as soluções para o aprendizado.

► As organizações que aprendem
     ■ As 5 disciplinas da aprendizagem organizacional, segundo Peter Senge:
1.     Domínio pessoal → valoração para as pessoas.
2.     Modelos mentais → voltados para a formação de uma consciência dentro da organização.
3.     Visão compartilhada → visão global dentro da organização.
4.     Aprendizagem de equipe → motivação para trabalhar em equipe.
5.     Pensamento sistêmico → visão total da organização.
  ■ Aprendizagem
     ● Principal vantagem competitiva.



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Aula 6 –  A Aprendizagem Organizacional
Resumo Elaborado por Nanci Fachini



► As organizações e a aprendizagem
     ■ Segundo Aires de Geus – “As organizações bem-sucedidas são aquelas que aprendem eficazmente”.
         ● Eficiência é fazer a coisa certa no tempo certo.
         ● Eficácia é fazer a coisa certa no tempo certo e atingir o objetivo esperado.
     ■ Fatores que envolvem a aprendizagem organizacional:
·         Desenvolver novas competências.
·         Adquirir novos insights → as pessoas percebem outra possibilidades dentro da organização.
·         Visualizar novos horizontes.
·         Levar o funcionário a sentir-se recompensado em seu trabalho.
  ■ Conhecimento → única fonte certa de vantagem competitiva.
  ■ O caso Duke Universit → reconhecida mundialmente.
·         Comunicação como ferramenta crítica para gestão da informação.
·         A videoconferência no compartilhamento e intercâmbio de informações.
·         O ensino a distância e a atividade de tele-medicina.
·         A tele-consulta e a tele-radiografia proporcionando acesso imediato ao conhecimento médico.
  ■ “O conhecimento visto como o recurso mais estratégico e o aprendizado como o processo mais
       importante”. – Cruz.
  ■ “Aprendizado como um processo que envolve experiência, reflexão, formação de conceitos e
      experimentação”. – Cruz

► O novo paradigma do conhecimento
     ■ Novo desafio para a educação
·         O conhecimento e o conjunto das atividades humanas.
·         A pressão por um nível mais elevado de conhecimento.
·         Aprender a “aprender” em todas as fases da vida.
·         Reorganizar a educação em função do novo universo.
·          
► As tecnologias de informação e comunicação (TICs)
     ■ Cresce o papel da educação, área especializada em conhecimento.
     ■ As novas tecnologias transformando as formas de trabalhar o conhecimento.
     ■ Nas escolas, um universo mais descentralizado.

► Novos paradigmas da educação
     ■ A nova sociedade da informação e comunicação e a escola.
     ■ Novas tecnologias X calor humano.
     ■ A responsabilidade do professor frente à introdução das novas tecnologias.
     ■ A formação do corpo docente.
     ■ Infra-estrutura escolar e novas tecnologias.
     ■ As “TICs” como instrumentos de educação, recreação e comunicação, no ambiente escolar.
     ■ Duas ações simultâneas nas escolas:
1.     Trabalhar a expansão dos recursos informáticos.
2.     Promover transformações no ambiente organizacional das escolas.

    



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Aula 7 –  WWW e a Internet
Resumo Elaborado por Nanci Fachini



► A World Wide Web
     ■ Esse sistema surge em rede, como forma de substituição de formas de comunicações, à base de
        documentos, surgindo o correio eletrônico (70/80) o e-mail.
     ■ Ela passa a ser utilizado pelas áreas de conhecimento científico, universidades.
     ■ Posteriormente, surge a World Wide Web → rede mundial de computadores.
     ■ A Web é uma ferramente que foi concebida de foram a globalizar o processo de comunicação em rede.
     ■ Algumas outras ferramentas são:
·         HTML → Hypertext Markup Language → Linguagem de Marcação de Hipertexto.
·         HTTP → HYpertext Transfer Protocol → Protocolo de Transferência de Hipertexto.
- É o protocolo de utilização dos endereços Web.
·         BROWSER → navegador.
·         Filme: “A Rede” – com Sandra Bullock.
·          
► Usando a rede WWW
     ■ Rede de troca de conhecimentos
·         Disponibilizando e acessando informações.
·         O uso comercial do web → Ex.: bancos virtuais.
·         Acesso à serviços.
·         Divulgando informações.
·         Disponibilidade gratuita a acervos culturais.
·          
► Localizando informações
     ■ Palavras-chaves.
     ■ Busca por assunto.
     ■ URL – Endereço Eletrônico.
     ■ Programas de busca.




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Aula 8 –  A Internet e a Educação
Resumo Elaborado por Nanci Fachini 


► A Internet
     ■ Grupos de pesquisadores de diferentes universidades se integram a esse meio de comunicação como
        alternativa, que faltava para superar, no processo de desenvolvimento científico, a barreira da
        comunicação à distância da informação.

► Troca de arquivos de texto, fotos e software
     ■ Sistema FTP → File Transfer Protocol → Protocolo de Transferência de Arquivos (FTP://).
         ● São arquivos que só podem ser acessados através de código, autorização.
     ■ GOPHER → Grandes arquivos de texto (GOPHER://).
         ● Possibilita o acesso a uma rede chamada “Verônica”, que são grandes arquivos, geralmente, de
            interesse científico.

► A popularização da www
     ■ Surge naturalmente a partir da década de 70/80, onde várias áreas (comerciais, educacionais) voltaram
         seus interesses para a rede de computadores, como alternativa de melhoria de problemas, que vinham
         enfrentando a muito tempo do tipo distância, custos, etc.
     ■ A internet facilitando o acesso a informação na educação.
     ■ Programas de busca.
     ■ As homepages pessoais
         ● Elas são acessadas a partir dos sites de busca: palavras-chaves ou endereços eletrônicos.
     ■ A qualidade do material disponível na internet.
         ● Internet Society → instituição não oficial.
         ● INPI → Instituto Nacional de Propriedade Industrial.

► Projetos inovadores nas salas de aula
     ■ Existem várias ferramentas para utilização nos projetos em sala de aula, que estão disponíveis no
        ambiente web. Dessas ferramentas podemos destacar:
         ● Os newgroups → espaço na internet onde são acessados, por área de interesse, servidores
            acumulados de informações.
         ● Outras ferramentas, cuja utilização é em tempo real → salas de bate-papo, videoconferências.
     ■ Globalização da Educação
         ● “Novas maneiras de pensar e de conviver, estão sendo elaboradas no mundo das telecomunicações
             e da informática. As relações entre os homens, o trabalho, a própria inteligência, dependem na
             verdade, da metamorfose incessante de dispositivos informacionais de todos os tipos. Escrita,
             leitura, visão, audição, criação e aprendizagem são capturados por uma informática cada vez mais
             avançada. Não se pode mais conceber a pesquisa científica sem uma aparelhagem complexa que
             redistribui as antigas divisões entre experiência e teoria”. – Pierre Lévy.


Linguagens e Códigos
Aula 9 –  Trabalhos em Equipe na Internet
Resumo Elaborado por Nanci Fachini


 
► Existem 3 segmentos fundamentais para os trabalhos em equipe nas escolas:
1.     Corpo acadêmico (pedagogos).
2.     Profissionais da área de tecnologia da informação.
3.     A disciplina (profissional especializado).
      ■ Existem também os ambientes tecnológicos e seus serviços:
·         Grupos de servidores chamados : new serves → usenet.
·         Os newgroups. Como são agrupados?
# Biz → negócios
# Comp → computação.
# SCI → ciências.
# MISC → miscelânea.
# SOC → Social – Amizade.
# TALK → conversa, assuntos diversos.
# NEWS → notícias.
# REC → recreativos.
ALT → alternativo.

► CHAT – conversando em tempo real
     ■ Ele é produzido para ser trabalhado num ambiente em tempo real, permitindo desenvolver um processo
        educacional.
     ■ Ele possibilita um trabalho em grupo, em tempo real, pela internet.

► Site na internet
     ■ Eles são a porta da comunicação, onde o trabalho em grupo começa a acontecer, de fato.
     ■ Para se ter uma página na internet é necessário:
·         Provedor de acesso → grande servidor → ativo 24 horas.
·         Necessidade de um profissional para a elaboração de um site.
  ■ Objetivo de um site
·         Transmitir a sua finalidade.



Linguagens e Códigos
Aula 10 –  Utilizando a Internet

Resumo Elaborado por Nanci Fachini


► A internet
     ■ A internet, através da web, oferece a possibilidade do trabalho com texto, imagem, hiperlink.
     ■ Ela também oferece alternativa de apoio a educação.

► A multimídia na internet
     ■ Os recursos da multimídia apresenta seu desempenho, de acordo com a capacidade de seu
         Computador.
     ■ Problemas da multimídia na internet
·         O principal problema é a capacidade da rede em transmitir, transferir esses dados.
·         O fluxo da rede pede uma capacidade maior → largura da banda.
·         Capacidade maior → informações mais rápidas.
  ■ Tecnologia Jawa
·         Active X e VBScript.
  ■ Outras tecnologias
·         VRML – Virtual Reality Modeling Language (muito utilizado em jogos).
·         Shockwave – processo interativo de multimídia.
·         Real áudio – possibilidade de transmissão em tempo real.
  ■ Outros serviços na internet
·         O FTP – File Transfer Protocol → possibilita acesso a arquivos, diretamente, através de senha.
·         O GOPHER – Rede de Servidores Verônica → serviços de pesquisas científicas, teses → disponibiliza grandes textos.
·         TELNET → é para uso restrito.
·         Bancos de Solftware.
·          
► Negócios na internet
     ■ A web e o marketing
·          Fazer negócios, compras pela internet.
  ■ A web e os negócios
·         Sistemas bancários → operações através da internet.
·         Escolas → processos administrativos (matrículas, notas, contatos com alunos).
  ■ O futuro da web.



Linguagens e Códigos
Aula 11 –  O Computador e a Escola
Resumo Elaborado por Nanci Fachini



► O computador
      ■ O computador na sala de aula passa a ser o primeiro passa de acesso, para o ambiente da tecnologia
         da informação e do conhecimento.
      ■ É necessário que haja educação para esse novo meio de conhecimento, e a escola seria o ambiente
         adequado.
      ■ “A direção mais promissora, que aliás traduz a perspectiva da inteligência coletiva no campo educativo,
          é a do aprendizado cooperativo.
          Certos dispositivos informatizados de aprendizado de grupo, foram especialmente concebidos para a
          partilha de diversos bancos de dados e o uso de conferências e mensagens eletrônicas. Fala-se,
          então, em aprendizado cooperativo assistido por computador.
          Nos novos ‘campos virtuais’, professores e estudantes põe em comum os recursos matérias e
          informacionais a sua disposição.
          Os professores aprendem ao mesmo tempo que os estudantes e atualizam continuamente tanto seus
          saberes ‘disciplinares’ quanto suas competências pedagógicas.
          A formação contínua dos docentes é uma das aplicações mais evidentes dos métodos do aprendizado
          aberto e a distância” – Pierre Lévy.

► Programas utilizados nas atividades escolares
     ■ Podem ser classificados em 3 grupos:
1.     Aplicativos auxiliares no ensino ↔ Aplicativos em geral.
2.     Programas didáticos ↔ aplicativos didáticos.
3.     Baixando arquivos para o computador via internet.

► Estratégias de implantação
     ■ Integração da área técnica com a área pedagógica.
     ■ Criação do laboratório de informática.
     ■ Implantação de rede local – LAN.
     ■ Computadores equipados com kit multimídia.
     ■ Controle antivírus.
     ■ Situação ideal → 2 alunos por computador.
     ■ Espaço para reuniões de equipe em torno de um computador.

► Otimização dos meios
     ■ Proporcionar o melhor aproveitamento no investimento da tecnologia.
     ■ Estratégias para a otimização dos meios
·         Como utilizar a rede local – LAN.
·         Como utilizar software de vídeo conferência pela LAN.

► Outras atividades estratégicas
     ■ Rede interna de TV.
     ■ Conexão com a internet.
     ■ Servidor para a rede local.
     ■ Biblioteca de CDs no laboratório.
     ■ Equipe de suporte técnico.
     ■ Estação evitando contaminações – diskless.


Linguagens e Códigos
Aula 12 –  A Multimídia na Sala de Aula

Resumo Elaborado por Nanci Fachini

► Tecnologia da informação
      ■ “As universidades, cada vez mais, as escolas de 1º e 2º graus oferecem aos estudantes a 
         possibilidade de navegar sobre o oceano de informação e conhecimento acessível pela internet.
         Programas educativos podem ser seguidos a distância pela world wide web. Os correios e as
         conferências eletrônicas sevem para monitorização inteligente e são postos ao serviço de dispositivos
         de aprendizado cooperativo. Os suportes hipermídia, como CD-ROM, bancos de dados multimídia
         interativos, permitem acessos intuitivos rápidos e atrativos a grandes conjuntos de informação”.   
         Pierre  Lévy.
► O CD-ROM
      ■ Sua grande vantagem é a alta capacidade de informação porém um CD-ROM mal elaborado, a busca
          torna-se difícil.
      ■ A elaboração de um CD-ROM deve ser uma ferramenta facilitadora para o usuário, e que não ofereça o
         mínimo de dificuldade.
      ■ CD-ROM para o uso educacional, requer qualidade na elaboração desse conteúdo e passa a ser um
         instrumento facilitador no processo de ensino do conhecimento.
      ■ Aspectos a serem considerados:
·         Método de instalação.
·         Instituições → infra-estrutura.
·         Facilidade de navegação.
·         Espaço de introdução.
·         Conteúdo e espaço exigido.
·          
► O produto educativo e o Público-alvo
      ■ As vezes esses produtos não correspondem a realidade educativa para determinada fixa etária, para
         aquele segmento de estrutura educacional.
      ■ Produtos educativos infantis
·         Se está dentro da faixa etária adequada.
·         Quem vai avaliar é o educador.
# Qualidade do conteúdo didático.
■ Obras sobre temas específicos, são ricas e oferecem ótimos suportes para consulta.

► Criação de material didático
      ■ Tem que reunir várias áreas de conhecimento, com técnicos especializados.
      ■ Criando títulos em CD-ROM e sites na web.
      ■ Ensino a distância.
      ■ Reforço de ensino.
      ■ Marketing.
·         Valorização da instituição de ensino.
■ Qual seria o melhor método para se trabalhar em multimídia: CD-ROM ou Web?
                                                           CD-ROM
                               Vantagens                                                                        Desvantagens
   - É mais rápido na exibição de vídeos                                        - É menos ágil para correções e
     e animações.                                                                               Atualizações
   - Contém grande quantidade de informações                             - O alcance é limitado pela
     prontamente acessíveis.                                                              Distribuição física.
   - Gera receita com mais facilidade para cobrir
     os próprios custos

                                                                             WEB
                     Vantagens                                                                          Desvantagens
- Mais dinâmica na atualização.                                                  – Limitação da largura da banda
                                                                                                       Torna lento o acesso a                                                 
                                                                                                                    Multimídia
             - Pode facilmente conter links para outros                                   - As vezes, o usuário precisa
               Sites.                                                                                             Baixar da internet plug-ins
                                                                                                        Ou programas auxiliares
             - Tem alcance mundial, sem custos de
               Distribuição física

Linguagens e Códigos
Aula 13 –  A  TI no Ambiente Organizacional

Resumo Elaborado por Nanci Fachini


► A informática nas empresas
     ■ Com o advento do processo de informatização, iniciando com o processamento de dados, as
        organizações começaram a transformar os seus métodos de trabalho, como a área financeira, logística,
        bancária, interferindo de forma determinante nos processos, tanto administrativos, quanto de produção
        e controle.
     ■ Algumas áreas sofreram dramaticamente com esse processo de informatização, como a ares de gestão
        de materiais, tornando-se toda informatizada e mão mais através de papéis.
     ■ “As simulações gráficas interativas impuseram-se como indispensáveis ferramentas da imaginação,
         auxiliada por computador.
         Nem experiência, nem tória, a simulação – verdadeira industrialização da experiência do pensamento –
         abriu a terceira via à descoberta e à aprendizagem, desconhecida dos epistemólogos”. - Pierre Lévy.

► A informática e as funções básicas da organização
     ■ A gestão da informação para a segurança do empreendimento
·         Todo empreendedor busca um negócio que seja seguro por isso ele investe numa assessoria de marketing para verificar se seu produto terá passagem no mercado e se, o investimento terá o resultado esperado , no tempo previsto.
  ■ Sistemas informatizados para a gestão financeira
·         Segurança é fundamental, para se ter a certeza ou expectativa favorável de que o negócio é viável.
·         Desempenho financeiro → sistema logístico → informática.
  ■ Desenvolvimento tecnológico
·         Todo negócio tem um desenvolvimento técnico, seja na área educacional, produção de bens de consumo, serviços. É a partir desse desenvolvimento tecnológico, que se produz um produto competitivo e com qualidade no seu produto.
  ■ Atividade comercial ↔ Marketing
·         É outra função básica da organização comercial.
·         Ela começa na visão estratégica do produto → consulta de opinião → visão de mercado.
  ■ Controle contábil ↔ Custos
·         A área contábil tem que informar a gestão, sobre seu desempenho e desenvolvimento.
  ■ Processo administrativo
·         Também é uma das funções básicas da organização.
·         É ela quem faz a ligação das diversas áreas de atividades, fazendo com que elas funcionem de maneira integrada e que consiga o desempenho desejado.
·          
► A informática e as funções administrativas
     ■ As funções administrativas é que determinam  o desempenho de uma organização. Esse desempenho
        é composto por atividades que podem ser classificadas em:
·         Eficiência
# Executar no tempo certo.
·         Eficácia
# Executar no tempo certo e atingir o objetivo.
·         Efetividade
# Determina que o evento deve acontecer naquele determinado instante.
·         Economia
# É conseguir ser eficiente, eficaz e efetivo, dentro de uma previsão orçamentária..
  ■ Filme: “Minority Report – A Nova Lei” – com Tom Cruse.



Linguagens e Códigos
Aula 14 –  A  Informática e o  Ambiente de Negócios
Resumo Elaborado por Nanci Fachini


► A informática interfere no mundo dos negócios, desde a cadeia de produção até a
    comercialização do produto final.

► A TI e o processo produtivo
     ■ O processo produtivo vem passando por transformações desde a Revolução Industrial.
     ■ Ele, ainda hoje, pode ser percebido sobre 2 aspectos:
·         Tradicional → atendimento ao cliente.
·         Processo produtivo em andamento → onde se verifica a qualidade do produto no decorrer do processo produtivo → visão moderna.
·          
► O Marketing e a TI
     ■ Desenvolvimento do produto
·         Conhecer a estratégia do produto concorrente, para saber o grau de aceitação do seu negócio , no mercado
·         Busca de redução de custos → material mais barato com maior durabilidade.
  ■ Divulgação do produto
·         A propaganda → levar o produto ao conhecimento do consumidor.
  ■ Distribuição do produto

► A TI, a comunicação e a sociedade de consumo
     ■ O marketing é um dos estímulos ao consumo.
     ■ A tecnologia transformando os produtos.
     ■ Sobre os bens de consumo
·         Eletrodomésticos, alimentação, etc.
·         São bens materiais que não são duráveis.
·         São comprados e consumidos.
·         A propaganda (marketing) faz com que o consumidor adquira outros hábitos de consumo.
  ■ Sobre os bens de serviços
·         São oferecidos cada vez mais com a tecnologia, tornado-se muito mais fácil, viável e eficiente.


Linguagens e Códigos
Aula 15 –  A  Gestão da Tecnologia de Informação e Comunicação na Sociedade
Resumo Elaborado por Nanci Fachini


► A relação custo-benefício no processo de informatização
     ■ A relação custo-benefício, hoje, é bem trabalhada e consciente, tanto por parte dos usuários, quanto
        dos negociantes (produtores).
     ■ Fatores que deve ser avaliados:
·         O planejamento da informática deve estar de acordo com a visão da organização.
·         Que tipo de equipamento vai ser investido na organização.
·         Programas que permitam desenvolvimento.
·         A informatização de processos operacionais X o ganho de desempenho.
·          
► O avanço da viabilidade financeira para o processo de informatização
     ■ A competitividade está cada vez maior no mercado e com isso, favorece o consumidor.
     ■ Disseminação do conhecimento técnico em informática.
·         O uso da internet é um dos fatores para o desenvolvimento do conhecimento.

► Critérios para o uso dos TICs
     ■ Como surgiu a Internet
·         A internet surgiu nos EUA, na época da Guerra Fria, como um sistema de defesa para uma possível guerra nuclear.
·         Foi utilizada como um instrumento de guerra, voltado para a defesa.
·         A comunidade científica viu a internet como uma ferramenta muito importante para a troca de conhecimento passando então, a desenvolver pesquisas científicas, por meio da rede de computadores.
·         No Brasil, a internet  também chegou, através da comunidade científica (SP e RJ).
·         A EMBRATEL foi a 1ª empresa a desenvolver um projeto comercial na rede de computadores.
·         Posteriormente, a IBM e outras empresas, desenvolveram os primeiros provedores abertos (comerciais).
   ■ Critérios para o uso
·         De forma adequada para o bem da sociedade.
·         A Internet Society (instituição não governamental), é voltada para o gerenciamento da internet, preocupada com o bom uso. Propaga linha de conduta
·         Instituto Nacional da Propriedade Industrial – INPI → seu objetivo é de registrar e administrar a questão do direito autoral → funciona sobre uma legislação do Governo Federal (Ministério da Ciência e Tecnologia – MCT).
·         As comunidades de software livre - a quadra do monopólio (microsolft) pelo saber.
# Profissionais do mundo inteiro desenvolvem um sistema operacional, o LINUX, como sendo
   um sistema aberto.
# Tem como objetivo, quebrar as barreiras do saber, ou seja, o saber trabalhado a favor do
   comércio, do negócio.

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